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36 questões encontradas
O gráfico a seguir apresenta o consumo de energia elétrica, em kWh, de uma residência, no ano de 2014.
De acordo com as informações do gráfico, a mediana do consumo de energia no período considerado, em kWh, é
O caso de Mana
O caso de Dona Miguelina, sem o colorido dos detalhes que foram por conta de minha bisavó, muito mais resumido e sem a parte final, inda é contado e repetido em Goiás. Quando se conversa em assombração, vem sempre a estória da vela que virou osso de canela.
Um século depois, em dias mais recentes, Mana Abrantes, nascida e criada nestas casas de Goiás, contemporânea de minha gente, que inda está viva, espírito forte, emancipado e descrente de assombração e de almas do outro mundo, resumindo todo o contado em ignorância, baboseiras e "coisas daquele tempo", ouvindo sempre esse caso da Procissão das Almas, disse terminantemente que não acreditava, que não tinha medo e que havia ainda de fazer uma experiência.
Como Dona Minguta do século passado, Mana morava também na Rua da Abadia e, numa boa sexta-feira da Quaresma, resolveu tirar a limpo aquela superstição. Pôs-se na janela de sua casa escura e de porta fechada, sendo, por coincidência, sua casa de rótulas, uma das restantes da cidade.
Tal como Dona Miguta, ficou esperando do lado de dentro.
Esperou, esperou... Nada viu mesmo de extraordinário. Passantes vivos que se recolhiam. Gente de carne e osso e de cara descoberta que subia ou descia. Um cachorro que caminhou pela caçada, um gato que atravessa a rua. Tudo natural, naturalíssimo. Desanimada e vitoriosa ao mesmo tempo, deixou o observatório e acabava de fechar os tampos de dentro da janela quando ouviu claramente a voz de uma tia, falecida havia muito tempo, dizer a ela:
– Então, não viu nada mesmo, hem Mana...
Mana Abrantes, de um salto, alcançou a alcova e caiu desacordada no assoalho.
O enunciado “caiu desacordada no assoalho” corresponde a
O caso de Mana
O caso de Dona Miguelina, sem o colorido dos detalhes que foram por conta de minha bisavó, muito mais resumido e sem a parte final, inda é contado e repetido em Goiás. Quando se conversa em assombração, vem sempre a estória da vela que virou osso de canela.
Um século depois, em dias mais recentes, Mana Abrantes, nascida e criada nestas casas de Goiás, contemporânea de minha gente, que inda está viva, espírito forte, emancipado e descrente de assombração e de almas do outro mundo, resumindo todo o contado em ignorância, baboseiras e "coisas daquele tempo", ouvindo sempre esse caso da Procissão das Almas, disse terminantemente que não acreditava, que não tinha medo e que havia ainda de fazer uma experiência.
Como Dona Minguta do século passado, Mana morava também na Rua da Abadia e, numa boa sexta-feira da Quaresma, resolveu tirar a limpo aquela superstição. Pôs-se na janela de sua casa escura e de porta fechada, sendo, por coincidência, sua casa de rótulas, uma das restantes da cidade.
Tal como Dona Miguta, ficou esperando do lado de dentro.
Esperou, esperou... Nada viu mesmo de extraordinário. Passantes vivos que se recolhiam. Gente de carne e osso e de cara descoberta que subia ou descia. Um cachorro que caminhou pela caçada, um gato que atravessa a rua. Tudo natural, naturalíssimo. Desanimada e vitoriosa ao mesmo tempo, deixou o observatório e acabava de fechar os tampos de dentro da janela quando ouviu claramente a voz de uma tia, falecida havia muito tempo, dizer a ela:
– Então, não viu nada mesmo, hem Mana...
Mana Abrantes, de um salto, alcançou a alcova e caiu desacordada no assoalho.
A narrativa produz um efeito no leitor
O caso de Mana
O caso de Dona Miguelina, sem o colorido dos detalhes que foram por conta de minha bisavó, muito mais resumido e sem a parte final, inda é contado e repetido em Goiás. Quando se conversa em assombração, vem sempre a estória da vela que virou osso de canela.
Um século depois, em dias mais recentes, Mana Abrantes, nascida e criada nestas casas de Goiás, contemporânea de minha gente, que inda está viva, espírito forte, emancipado e descrente de assombração e de almas do outro mundo, resumindo todo o contado em ignorância, baboseiras e "coisas daquele tempo", ouvindo sempre esse caso da Procissão das Almas, disse terminantemente que não acreditava, que não tinha medo e que havia ainda de fazer uma experiência.
Como Dona Minguta do século passado, Mana morava também na Rua da Abadia e, numa boa sexta-feira da Quaresma, resolveu tirar a limpo aquela superstição. Pôs-se na janela de sua casa escura e de porta fechada, sendo, por coincidência, sua casa de rótulas, uma das restantes da cidade.
Tal como Dona Miguta, ficou esperando do lado de dentro.
Esperou, esperou... Nada viu mesmo de extraordinário. Passantes vivos que se recolhiam. Gente de carne e osso e de cara descoberta que subia ou descia. Um cachorro que caminhou pela caçada, um gato que atravessa a rua. Tudo natural, naturalíssimo. Desanimada e vitoriosa ao mesmo tempo, deixou o observatório e acabava de fechar os tampos de dentro da janela quando ouviu claramente a voz de uma tia, falecida havia muito tempo, dizer a ela:
– Então, não viu nada mesmo, hem Mana...
Mana Abrantes, de um salto, alcançou a alcova e caiu desacordada no assoalho.
O trecho “[...] e que havia ainda de fazer uma experiência”, na última linha do segundo parágrafo, equivale ao seguinte provérbio popular:
O caso de Mana
O caso de Dona Miguelina, sem o colorido dos detalhes que foram por conta de minha bisavó, muito mais resumido e sem a parte final, inda é contado e repetido em Goiás. Quando se conversa em assombração, vem sempre a estória da vela que virou osso de canela.
Um século depois, em dias mais recentes, Mana Abrantes, nascida e criada nestas casas de Goiás, contemporânea de minha gente, que inda está viva, espírito forte, emancipado e descrente de assombração e de almas do outro mundo, resumindo todo o contado em ignorância, baboseiras e "coisas daquele tempo", ouvindo sempre esse caso da Procissão das Almas, disse terminantemente que não acreditava, que não tinha medo e que havia ainda de fazer uma experiência.
Como Dona Minguta do século passado, Mana morava também na Rua da Abadia e, numa boa sexta-feira da Quaresma, resolveu tirar a limpo aquela superstição. Pôs-se na janela de sua casa escura e de porta fechada, sendo, por coincidência, sua casa de rótulas, uma das restantes da cidade.
Tal como Dona Miguta, ficou esperando do lado de dentro.
Esperou, esperou... Nada viu mesmo de extraordinário. Passantes vivos que se recolhiam. Gente de carne e osso e de cara descoberta que subia ou descia. Um cachorro que caminhou pela caçada, um gato que atravessa a rua. Tudo natural, naturalíssimo. Desanimada e vitoriosa ao mesmo tempo, deixou o observatório e acabava de fechar os tampos de dentro da janela quando ouviu claramente a voz de uma tia, falecida havia muito tempo, dizer a ela:
– Então, não viu nada mesmo, hem Mana...
Mana Abrantes, de um salto, alcançou a alcova e caiu desacordada no assoalho.
A história contada se passa em um período definido do ano, escolhido para
O caso de Mana
O caso de Dona Miguelina, sem o colorido dos detalhes que foram por conta de minha bisavó, muito mais resumido e sem a parte final, inda é contado e repetido em Goiás. Quando se conversa em assombração, vem sempre a estória da vela que virou osso de canela.
Um século depois, em dias mais recentes, Mana Abrantes, nascida e criada nestas casas de Goiás, contemporânea de minha gente, que inda está viva, espírito forte, emancipado e descrente de assombração e de almas do outro mundo, resumindo todo o contado em ignorância, baboseiras e "coisas daquele tempo", ouvindo sempre esse caso da Procissão das Almas, disse terminantemente que não acreditava, que não tinha medo e que havia ainda de fazer uma experiência.
Como Dona Minguta do século passado, Mana morava também na Rua da Abadia e, numa boa sexta-feira da Quaresma, resolveu tirar a limpo aquela superstição. Pôs-se na janela de sua casa escura e de porta fechada, sendo, por coincidência, sua casa de rótulas, uma das restantes da cidade.
Tal como Dona Miguta, ficou esperando do lado de dentro.
Esperou, esperou... Nada viu mesmo de extraordinário. Passantes vivos que se recolhiam. Gente de carne e osso e de cara descoberta que subia ou descia. Um cachorro que caminhou pela caçada, um gato que atravessa a rua. Tudo natural, naturalíssimo. Desanimada e vitoriosa ao mesmo tempo, deixou o observatório e acabava de fechar os tampos de dentro da janela quando ouviu claramente a voz de uma tia, falecida havia muito tempo, dizer a ela:
– Então, não viu nada mesmo, hem Mana...
Mana Abrantes, de um salto, alcançou a alcova e caiu desacordada no assoalho.
O objetivo dos três primeiros parágrafos do texto é comparar duas histórias diferentes que ocorrem
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