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Uma estrutura de aço, de 8 metros de altura, composta por mesas e cadeiras de diferentes tamanhos e proporções, que se sobrepõem como módulos. Contrariando a lógica construtiva, as peças menores e mais leves sustentam as peças maiores e mais pesadas. Essa dinâmica provoca uma reflexão sobre as noções de hierarquia e equilíbrio, conceitos que se originam no campo da física e que, nesta obra de Cildo Meireles, intitulada “Inmensa” (1982-2002), se expandem para a reflexão sobre a arte e as estruturas sociais ou de poder. A escultura, que se impõe não só na paisagem, mas também em relação ao corpo do espectador, é parte do acervo:
Muitos artistas têm se dedicado às artes do fio como um meio de expressão artística com potencial para abordar temas como memória, identidade e o universo feminino, utilizando-se da linha e da agulha como ferramentas para criar narrativas pessoais e críticas sociais. Além de Sonia Gomes e Leonilson, são exemplos de artistas que adotaram as linhas como meio de expressão:
A pintora e escultora Lygia Clark (1920-1988) propunha em sua obra uma poética que caminhava no sentido da não representação e da superação do suporte. Propunha a desmistificação da arte e do artista e a desalienação do espectador, que compartilhava a criação da obra. São obras da artista:
A BNCC propõe que a abordagem das linguagens articule seis dimensões do conhecimento que, de forma indissociável e simultânea, caracterizam a singularidade da experiência artística. Além de crítica, estesia, expressão, fruição, são elas:
A BNCC do ensino médio está organizada pelas seguintes áreas de conhecimento:
Nos Parâmetros Curriculares Nacionais para o ensino médio, discute-se uma concepção contemporânea em que a arte é considerada um conhecimento humano articulado no âmbito:
O documento que contém os Parâmetros Curriculares Nacionais em Arte para o terceiro e o quarto ciclos do ensino fundamental trata das seguintes linguagens artísticas:
“Como obra plástica, arquitetônica, (...) impressiona pelo vigor e expressividade de suas formas densas, ásperas, que parecem arrancadas, com raiz e tudo, das mais fundas origens. Mas há, ao mesmo tempo, sob essa expressão bruta, um delicado sentido de harmonia (...). E tudo ali é pedra e barro. E ao mesmo tempo é sonho. (...) Um sonho erguido em pedra (...) para que dure eternamente, porque assim o sonhou (...), [o] trabalhador da salina e lavrador, mestiço de negro e índia, (...).”
O texto acima, de Ferreira Gullar, se refere à seguinte obra arquitetônica:
Em junho de 2024 o Brasil teve repatriado um dos poucos mantos tupinambás remanescentes no mundo. O manto estava há mais de 300 anos em um museu na Dinamarca, levado do Brasil no período colonial, século XVII, pela ocupação holandesa. Existem apenas mais dez mantos tupinambás deste tipo, produzidos entre os séculos XVI e XVII, e todos estão na Europa, em museus da Itália, Suíça, Bélgica e França. De volta ao país, o manto tupinambá repatriado:
A fotógrafa e ativista suíça, naturalizada brasileira, que nos anos de 1970 abandonou o fotojornalismo e se dedicou a fotografar e defender os Yanomami é: