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A abordagem é uma filosofia de trabalho, um conjunto de pressupostos ou crenças quanto à natureza da linguagem humana, de aprender e ensinar línguas, além da sala de aula e dos papéis desempenhados pelo estudante e pelo professor (ALMEIDA FILHO, 2013). Levando em consideração esse conceito, os CILs buscam desenvolver abordagens contemporâneas de ensino com foco no sentido e na comunicação. Nessa perspectiva de ensino, a linguagem é concebida como ação/prática social com ênfase no aprender a aprender. A sala de aula, portanto, deve propiciar a produção de insumo significativo e contextualizado, assim como favorecer a interação social entre os estudantes em situações de uso da língua que privilegiem o sentido dos enunciados. Segundo Littlewood (1995), o professor, nessa perspectiva, tem papel de facilitador da aprendizagem, responsável por momentos criativos que levem os estudantes a desenvolverem atividades significativas.
A concepção de professor como facilitador tem por objetivo facilitar a aprovação do estudante.
A abordagem é uma filosofia de trabalho, um conjunto de pressupostos ou crenças quanto à natureza da linguagem humana, de aprender e ensinar línguas, além da sala de aula e dos papéis desempenhados pelo estudante e pelo professor (ALMEIDA FILHO, 2013). Levando em consideração esse conceito, os CILs buscam desenvolver abordagens contemporâneas de ensino com foco no sentido e na comunicação. Nessa perspectiva de ensino, a linguagem é concebida como ação/prática social com ênfase no aprender a aprender. A sala de aula, portanto, deve propiciar a produção de insumo significativo e contextualizado, assim como favorecer a interação social entre os estudantes em situações de uso da língua que privilegiem o sentido dos enunciados. Segundo Littlewood (1995), o professor, nessa perspectiva, tem papel de facilitador da aprendizagem, responsável por momentos criativos que levem os estudantes a desenvolverem atividades significativas.
As práticas em sala de aula nos CILS visam as trocas entre os estudantes.
A abordagem é uma filosofia de trabalho, um conjunto de pressupostos ou crenças quanto à natureza da linguagem humana, de aprender e ensinar línguas, além da sala de aula e dos papéis desempenhados pelo estudante e pelo professor (ALMEIDA FILHO, 2013). Levando em consideração esse conceito, os CILs buscam desenvolver abordagens contemporâneas de ensino com foco no sentido e na comunicação. Nessa perspectiva de ensino, a linguagem é concebida como ação/prática social com ênfase no aprender a aprender. A sala de aula, portanto, deve propiciar a produção de insumo significativo e contextualizado, assim como favorecer a interação social entre os estudantes em situações de uso da língua que privilegiem o sentido dos enunciados. Segundo Littlewood (1995), o professor, nessa perspectiva, tem papel de facilitador da aprendizagem, responsável por momentos criativos que levem os estudantes a desenvolverem atividades significativas.
A ênfase no aprender a aprender tem como ponto central o conhecimento do professor a ser transmitido aos estudantes.
A abordagem é uma filosofia de trabalho, um conjunto de pressupostos ou crenças quanto à natureza da linguagem humana, de aprender e ensinar línguas, além da sala de aula e dos papéis desempenhados pelo estudante e pelo professor (ALMEIDA FILHO, 2013). Levando em consideração esse conceito, os CILs buscam desenvolver abordagens contemporâneas de ensino com foco no sentido e na comunicação. Nessa perspectiva de ensino, a linguagem é concebida como ação/prática social com ênfase no aprender a aprender. A sala de aula, portanto, deve propiciar a produção de insumo significativo e contextualizado, assim como favorecer a interação social entre os estudantes em situações de uso da língua que privilegiem o sentido dos enunciados. Segundo Littlewood (1995), o professor, nessa perspectiva, tem papel de facilitador da aprendizagem, responsável por momentos criativos que levem os estudantes a desenvolverem atividades significativas.
A concepção de linguagem dos CILs entende o ensino de língua como aquele que deve se concentrar unicamente em estruturas linguísticas e morfológicas.
A abordagem é uma filosofia de trabalho, um conjunto de pressupostos ou crenças quanto à natureza da linguagem humana, de aprender e ensinar línguas, além da sala de aula e dos papéis desempenhados pelo estudante e pelo professor (ALMEIDA FILHO, 2013). Levando em consideração esse conceito, os CILs buscam desenvolver abordagens contemporâneas de ensino com foco no sentido e na comunicação. Nessa perspectiva de ensino, a linguagem é concebida como ação/prática social com ênfase no aprender a aprender. A sala de aula, portanto, deve propiciar a produção de insumo significativo e contextualizado, assim como favorecer a interação social entre os estudantes em situações de uso da língua que privilegiem o sentido dos enunciados. Segundo Littlewood (1995), o professor, nessa perspectiva, tem papel de facilitador da aprendizagem, responsável por momentos criativos que levem os estudantes a desenvolverem atividades significativas.
Com base no texto, pode-se afirmar que os CILs, quanto à maneira de ensinar, privilegiam a tradição em detrimento da inovação.
A aprendizagem é um movimento cíclico, logo a avaliação para as aprendizagens também deve sê-lo. Assim, é necessário observar cuidadosamente diferentes dimensões na construção da avaliação. Uma dessas dimensões mais relevantes diz respeito a funções que a avaliação apresenta. Entre elas, destacam-se: 1 - Função Diagnóstica: identifica o ponto de partida, assim como fraquezas e potencialidades ao longo do processo, fornecendo informações para o planejamento das atividades didático-pedagógicas. 2 - Função Formativa: analisa constantemente os processos de ensino e aprendizagem, as potencialidades e as dificuldades encontradas, fornecendo informações a respeito das melhores estratégias a serem adotadas. 3 - Função Somativa: oferece subsídios para o registro de notas e/ou menções de acordo com os documentos oficiais de registro da Rede. 4 - Para cada função há uma intenção. No âmbito escolar, é preciso que os professores façam uso consciente delas. Nenhuma das funções da avaliação deve se sobrepor às outras, pois essas funções precisam ser utilizadas em conjunto para contemplar o processo reflexivo acerca do ensino, a aprendizagem/aquisição de uma nova língua que a avaliação deve representar. É necessário que a avaliação ultrapasse a simples exigência de memorização de conteúdos e passe a ser meio para a aquisição de saberes compreendidos, refletidos e utilizáveis. Configura-se, portanto, como um exercício reiterado que conduz ao diagnóstico do problema e sua superação.
É possível depreender do texto que a avaliação pautada na exigência de memorização de conteúdos é o que se chama, no senso comum, de “decoreba”.
A aprendizagem é um movimento cíclico, logo a avaliação para as aprendizagens também deve sê-lo. Assim, é necessário observar cuidadosamente diferentes dimensões na construção da avaliação. Uma dessas dimensões mais relevantes diz respeito a funções que a avaliação apresenta. Entre elas, destacam-se: 1 - Função Diagnóstica: identifica o ponto de partida, assim como fraquezas e potencialidades ao longo do processo, fornecendo informações para o planejamento das atividades didático-pedagógicas. 2 - Função Formativa: analisa constantemente os processos de ensino e aprendizagem, as potencialidades e as dificuldades encontradas, fornecendo informações a respeito das melhores estratégias a serem adotadas. 3 - Função Somativa: oferece subsídios para o registro de notas e/ou menções de acordo com os documentos oficiais de registro da Rede. 4 - Para cada função há uma intenção. No âmbito escolar, é preciso que os professores façam uso consciente delas. Nenhuma das funções da avaliação deve se sobrepor às outras, pois essas funções precisam ser utilizadas em conjunto para contemplar o processo reflexivo acerca do ensino, a aprendizagem/aquisição de uma nova língua que a avaliação deve representar. É necessário que a avaliação ultrapasse a simples exigência de memorização de conteúdos e passe a ser meio para a aquisição de saberes compreendidos, refletidos e utilizáveis. Configura-se, portanto, como um exercício reiterado que conduz ao diagnóstico do problema e sua superação.
Pode-se inferir do texto que cada uma das funções da avaliação tem um papel na formação dos estudantes, e é desejável que sejam usadas associadas umas às outras.
A aprendizagem é um movimento cíclico, logo a avaliação para as aprendizagens também deve sê-lo. Assim, é necessário observar cuidadosamente diferentes dimensões na construção da avaliação. Uma dessas dimensões mais relevantes diz respeito a funções que a avaliação apresenta. Entre elas, destacam-se: 1 - Função Diagnóstica: identifica o ponto de partida, assim como fraquezas e potencialidades ao longo do processo, fornecendo informações para o planejamento das atividades didático-pedagógicas. 2 - Função Formativa: analisa constantemente os processos de ensino e aprendizagem, as potencialidades e as dificuldades encontradas, fornecendo informações a respeito das melhores estratégias a serem adotadas. 3 - Função Somativa: oferece subsídios para o registro de notas e/ou menções de acordo com os documentos oficiais de registro da Rede. 4 - Para cada função há uma intenção. No âmbito escolar, é preciso que os professores façam uso consciente delas. Nenhuma das funções da avaliação deve se sobrepor às outras, pois essas funções precisam ser utilizadas em conjunto para contemplar o processo reflexivo acerca do ensino, a aprendizagem/aquisição de uma nova língua que a avaliação deve representar. É necessário que a avaliação ultrapasse a simples exigência de memorização de conteúdos e passe a ser meio para a aquisição de saberes compreendidos, refletidos e utilizáveis. Configura-se, portanto, como um exercício reiterado que conduz ao diagnóstico do problema e sua superação.
A função somativa consiste no somatório das duas outras funções de avaliação.
A aprendizagem é um movimento cíclico, logo a avaliação para as aprendizagens também deve sê-lo. Assim, é necessário observar cuidadosamente diferentes dimensões na construção da avaliação. Uma dessas dimensões mais relevantes diz respeito a funções que a avaliação apresenta. Entre elas, destacam-se: 1 - Função Diagnóstica: identifica o ponto de partida, assim como fraquezas e potencialidades ao longo do processo, fornecendo informações para o planejamento das atividades didático-pedagógicas. 2 - Função Formativa: analisa constantemente os processos de ensino e aprendizagem, as potencialidades e as dificuldades encontradas, fornecendo informações a respeito das melhores estratégias a serem adotadas. 3 - Função Somativa: oferece subsídios para o registro de notas e/ou menções de acordo com os documentos oficiais de registro da Rede. 4 - Para cada função há uma intenção. No âmbito escolar, é preciso que os professores façam uso consciente delas. Nenhuma das funções da avaliação deve se sobrepor às outras, pois essas funções precisam ser utilizadas em conjunto para contemplar o processo reflexivo acerca do ensino, a aprendizagem/aquisição de uma nova língua que a avaliação deve representar. É necessário que a avaliação ultrapasse a simples exigência de memorização de conteúdos e passe a ser meio para a aquisição de saberes compreendidos, refletidos e utilizáveis. Configura-se, portanto, como um exercício reiterado que conduz ao diagnóstico do problema e sua superação.
A função formativa fornece meios para a adoção de estratégias, tendo em vista a análise das potencialidades e das dificuldades encontradas no processo de ensino e aprendizagem.
A aprendizagem é um movimento cíclico, logo a avaliação para as aprendizagens também deve sê-lo. Assim, é necessário observar cuidadosamente diferentes dimensões na construção da avaliação. Uma dessas dimensões mais relevantes diz respeito a funções que a avaliação apresenta. Entre elas, destacam-se: 1 - Função Diagnóstica: identifica o ponto de partida, assim como fraquezas e potencialidades ao longo do processo, fornecendo informações para o planejamento das atividades didático-pedagógicas. 2 - Função Formativa: analisa constantemente os processos de ensino e aprendizagem, as potencialidades e as dificuldades encontradas, fornecendo informações a respeito das melhores estratégias a serem adotadas. 3 - Função Somativa: oferece subsídios para o registro de notas e/ou menções de acordo com os documentos oficiais de registro da Rede. 4 - Para cada função há uma intenção. No âmbito escolar, é preciso que os professores façam uso consciente delas. Nenhuma das funções da avaliação deve se sobrepor às outras, pois essas funções precisam ser utilizadas em conjunto para contemplar o processo reflexivo acerca do ensino, a aprendizagem/aquisição de uma nova língua que a avaliação deve representar. É necessário que a avaliação ultrapasse a simples exigência de memorização de conteúdos e passe a ser meio para a aquisição de saberes compreendidos, refletidos e utilizáveis. Configura-se, portanto, como um exercício reiterado que conduz ao diagnóstico do problema e sua superação.
A função diagnóstica da avaliação visa a identificar possíveis distúrbios psicológicos dos estudantes, como o TDAH, que influenciam negativamente no processo de aprendizagem.