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A violência instalada nas grandes cidades levou muitos brasileiros a fazer o caminho oposto ao dos antepassados. Em busca de melhor qualidade de vida, eles abandonaram as capitais e os centros urbanos. Instalaram-se em urbes do interior que, ao longo dos últimos anos, atraíram investimentos e ampliaram o mercado de trabalho. Ali, os novos moradores poderiam usufruir do conforto urbano aliado à tranqüilidade decorrente da garantia de segurança.
Levantamento do Mapa da Violência mostrou que o cenário pacífico ficou no passado. Divulgado no dia 30 de março pelo Instituto Sangari, o documento prova que a criminalidade mudou de endereço. Migrou das capitais e regiões metropolitanas para o interior. Em 10 anos, cresceu o número de homicídios. Em 1997, a média era de 13,5 assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas. Em 2007, a cifra saltou para 18,5.
Mais: os dados reforçam tendências que vêm causando crescente apreensão às autoridades atentas à evolução do perfil da violência no país. Um deles: aumenta o número de homicídios entre jovens. Em 1980, eram 30 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2007, nada menos que 50,1. Outro: homens são vítimas preferenciais — 90% das ocorrências. Mais uma: os negros lideram o ranque dos mortos — incremento de 21% em relação às estatísticas dos períodos anteriores.
As informações do Mapa da Violência permitem extrair conclusões e sugerir medidas. “O sapo”, escreveu Guimarães Rosa, “não salta por boniteza, mas porém por precisão”. O mesmo ocorre com a bandidagem. Criminosos buscaram novos abrigos porque os antigos não mais lhes oferecem as condições de que precisam. O Plano Nacional de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança implementaram ações eficazes que dificultaram a movimentação do crime organizado. Entre elas, o aparelhamento dos sistemas de segurança pública nos grandes conglomerados.
O combate a malfeitores não se deve restringir às metrópoles. Deve, para atingir o fim a que se propõe — erradicar o crime ou reduzir os casos a níveis civilizados —, estender a guerra aos novos territórios. Além de medidas repressivas, impõem-se iniciativas preventivas. Sem isso, os novos mapas a serem divulgados nos próximos anos mostrarão a troca de seis por meia dúzia. Em vez de diminuir a ocorrência nacional do crime, indicarão apenas a mudança de endereço.
A correção gramatical do texto seria mantida caso o trecho “Divulgado no dia 30 de março pelo Instituto Sangari” fosse deslocado para depois da expressão “o documento” da seguinte forma: O documento divulgado no dia 30 de março pelo Instituto Sangari.
A violência instalada nas grandes cidades levou muitos brasileiros a fazer o caminho oposto ao dos antepassados. Em busca de melhor qualidade de vida, eles abandonaram as capitais e os centros urbanos. Instalaram-se em urbes do interior que, ao longo dos últimos anos, atraíram investimentos e ampliaram o mercado de trabalho. Ali, os novos moradores poderiam usufruir do conforto urbano aliado à tranqüilidade decorrente da garantia de segurança.
Levantamento do Mapa da Violência mostrou que o cenário pacífico ficou no passado. Divulgado no dia 30 de março pelo Instituto Sangari, o documento prova que a criminalidade mudou de endereço. Migrou das capitais e regiões metropolitanas para o interior. Em 10 anos, cresceu o número de homicídios. Em 1997, a média era de 13,5 assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas. Em 2007, a cifra saltou para 18,5.
Mais: os dados reforçam tendências que vêm causando crescente apreensão às autoridades atentas à evolução do perfil da violência no país. Um deles: aumenta o número de homicídios entre jovens. Em 1980, eram 30 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2007, nada menos que 50,1. Outro: homens são vítimas preferenciais — 90% das ocorrências. Mais uma: os negros lideram o ranque dos mortos — incremento de 21% em relação às estatísticas dos períodos anteriores.
As informações do Mapa da Violência permitem extrair conclusões e sugerir medidas. “O sapo”, escreveu Guimarães Rosa, “não salta por boniteza, mas porém por precisão”. O mesmo ocorre com a bandidagem. Criminosos buscaram novos abrigos porque os antigos não mais lhes oferecem as condições de que precisam. O Plano Nacional de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança implementaram ações eficazes que dificultaram a movimentação do crime organizado. Entre elas, o aparelhamento dos sistemas de segurança pública nos grandes conglomerados.
O combate a malfeitores não se deve restringir às metrópoles. Deve, para atingir o fim a que se propõe — erradicar o crime ou reduzir os casos a níveis civilizados —, estender a guerra aos novos territórios. Além de medidas repressivas, impõem-se iniciativas preventivas. Sem isso, os novos mapas a serem divulgados nos próximos anos mostrarão a troca de seis por meia dúzia. Em vez de diminuir a ocorrência nacional do crime, indicarão apenas a mudança de endereço.
Os termos “antigos” e “grandes conglomerados” retomam a ideia de “as capitais e os centros urbanos”.
A violência instalada nas grandes cidades levou muitos brasileiros a fazer o caminho oposto ao dos antepassados. Em busca de melhor qualidade de vida, eles abandonaram as capitais e os centros urbanos. Instalaram-se em urbes do interior que, ao longo dos últimos anos, atraíram investimentos e ampliaram o mercado de trabalho. Ali, os novos moradores poderiam usufruir do conforto urbano aliado à tranqüilidade decorrente da garantia de segurança.
Levantamento do Mapa da Violência mostrou que o cenário pacífico ficou no passado. Divulgado no dia 30 de março pelo Instituto Sangari, o documento prova que a criminalidade mudou de endereço. Migrou das capitais e regiões metropolitanas para o interior. Em 10 anos, cresceu o número de homicídios. Em 1997, a média era de 13,5 assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas. Em 2007, a cifra saltou para 18,5.
Mais: os dados reforçam tendências que vêm causando crescente apreensão às autoridades atentas à evolução do perfil da violência no país. Um deles: aumenta o número de homicídios entre jovens. Em 1980, eram 30 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2007, nada menos que 50,1. Outro: homens são vítimas preferenciais — 90% das ocorrências. Mais uma: os negros lideram o ranque dos mortos — incremento de 21% em relação às estatísticas dos períodos anteriores.
As informações do Mapa da Violência permitem extrair conclusões e sugerir medidas. “O sapo”, escreveu Guimarães Rosa, “não salta por boniteza, mas porém por precisão”. O mesmo ocorre com a bandidagem. Criminosos buscaram novos abrigos porque os antigos não mais lhes oferecem as condições de que precisam. O Plano Nacional de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança implementaram ações eficazes que dificultaram a movimentação do crime organizado. Entre elas, o aparelhamento dos sistemas de segurança pública nos grandes conglomerados.
O combate a malfeitores não se deve restringir às metrópoles. Deve, para atingir o fim a que se propõe — erradicar o crime ou reduzir os casos a níveis civilizados —, estender a guerra aos novos territórios. Além de medidas repressivas, impõem-se iniciativas preventivas. Sem isso, os novos mapas a serem divulgados nos próximos anos mostrarão a troca de seis por meia dúzia. Em vez de diminuir a ocorrência nacional do crime, indicarão apenas a mudança de endereço.
Os termos “Um deles” e “Outro” referem-se a “os dados”.
A violência instalada nas grandes cidades levou muitos brasileiros a fazer o caminho oposto ao dos antepassados. Em busca de melhor qualidade de vida, eles abandonaram as capitais e os centros urbanos. Instalaram-se em urbes do interior que, ao longo dos últimos anos, atraíram investimentos e ampliaram o mercado de trabalho. Ali, os novos moradores poderiam usufruir do conforto urbano aliado à tranqüilidade decorrente da garantia de segurança.
Levantamento do Mapa da Violência mostrou que o cenário pacífico ficou no passado. Divulgado no dia 30 de março pelo Instituto Sangari, o documento prova que a criminalidade mudou de endereço. Migrou das capitais e regiões metropolitanas para o interior. Em 10 anos, cresceu o número de homicídios. Em 1997, a média era de 13,5 assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas. Em 2007, a cifra saltou para 18,5.
Mais: os dados reforçam tendências que vêm causando crescente apreensão às autoridades atentas à evolução do perfil da violência no país. Um deles: aumenta o número de homicídios entre jovens. Em 1980, eram 30 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2007, nada menos que 50,1. Outro: homens são vítimas preferenciais — 90% das ocorrências. Mais uma: os negros lideram o ranque dos mortos — incremento de 21% em relação às estatísticas dos períodos anteriores.
As informações do Mapa da Violência permitem extrair conclusões e sugerir medidas. “O sapo”, escreveu Guimarães Rosa, “não salta por boniteza, mas porém por precisão”. O mesmo ocorre com a bandidagem. Criminosos buscaram novos abrigos porque os antigos não mais lhes oferecem as condições de que precisam. O Plano Nacional de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança implementaram ações eficazes que dificultaram a movimentação do crime organizado. Entre elas, o aparelhamento dos sistemas de segurança pública nos grandes conglomerados.
O combate a malfeitores não se deve restringir às metrópoles. Deve, para atingir o fim a que se propõe — erradicar o crime ou reduzir os casos a níveis civilizados —, estender a guerra aos novos territórios. Além de medidas repressivas, impõem-se iniciativas preventivas. Sem isso, os novos mapas a serem divulgados nos próximos anos mostrarão a troca de seis por meia dúzia. Em vez de diminuir a ocorrência nacional do crime, indicarão apenas a mudança de endereço.
Com exceção de “atraíram” e de “ampliaram”, todas as formas verbais do primeiro parágrafo fazem referência a “muitos brasileiros”.
A violência instalada nas grandes cidades levou muitos brasileiros a fazer o caminho oposto ao dos antepassados. Em busca de melhor qualidade de vida, eles abandonaram as capitais e os centros urbanos. Instalaram-se em urbes do interior que, ao longo dos últimos anos, atraíram investimentos e ampliaram o mercado de trabalho. Ali, os novos moradores poderiam usufruir do conforto urbano aliado à tranqüilidade decorrente da garantia de segurança.
Levantamento do Mapa da Violência mostrou que o cenário pacífico ficou no passado. Divulgado no dia 30 de março pelo Instituto Sangari, o documento prova que a criminalidade mudou de endereço. Migrou das capitais e regiões metropolitanas para o interior. Em 10 anos, cresceu o número de homicídios. Em 1997, a média era de 13,5 assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas. Em 2007, a cifra saltou para 18,5.
Mais: os dados reforçam tendências que vêm causando crescente apreensão às autoridades atentas à evolução do perfil da violência no país. Um deles: aumenta o número de homicídios entre jovens. Em 1980, eram 30 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2007, nada menos que 50,1. Outro: homens são vítimas preferenciais — 90% das ocorrências. Mais uma: os negros lideram o ranque dos mortos — incremento de 21% em relação às estatísticas dos períodos anteriores.
As informações do Mapa da Violência permitem extrair conclusões e sugerir medidas. “O sapo”, escreveu Guimarães Rosa, “não salta por boniteza, mas porém por precisão”. O mesmo ocorre com a bandidagem. Criminosos buscaram novos abrigos porque os antigos não mais lhes oferecem as condições de que precisam. O Plano Nacional de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança implementaram ações eficazes que dificultaram a movimentação do crime organizado. Entre elas, o aparelhamento dos sistemas de segurança pública nos grandes conglomerados.
O combate a malfeitores não se deve restringir às metrópoles. Deve, para atingir o fim a que se propõe — erradicar o crime ou reduzir os casos a níveis civilizados —, estender a guerra aos novos territórios. Além de medidas repressivas, impõem-se iniciativas preventivas. Sem isso, os novos mapas a serem divulgados nos próximos anos mostrarão a troca de seis por meia dúzia. Em vez de diminuir a ocorrência nacional do crime, indicarão apenas a mudança de endereço.
Na linha 5, do ponto de vista gramatical, seria correto o deslocamento da vírgula que sucede a palavra “que” para imediatamente após o vocábulo “interior”.
A violência instalada nas grandes cidades levou muitos brasileiros a fazer o caminho oposto ao dos antepassados. Em busca de melhor qualidade de vida, eles abandonaram as capitais e os centros urbanos. Instalaram-se em urbes do interior que, ao longo dos últimos anos, atraíram investimentos e ampliaram o mercado de trabalho. Ali, os novos moradores poderiam usufruir do conforto urbano aliado à tranqüilidade decorrente da garantia de segurança.
Levantamento do Mapa da Violência mostrou que o cenário pacífico ficou no passado. Divulgado no dia 30 de março pelo Instituto Sangari, o documento prova que a criminalidade mudou de endereço. Migrou das capitais e regiões metropolitanas para o interior. Em 10 anos, cresceu o número de homicídios. Em 1997, a média era de 13,5 assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas. Em 2007, a cifra saltou para 18,5.
Mais: os dados reforçam tendências que vêm causando crescente apreensão às autoridades atentas à evolução do perfil da violência no país. Um deles: aumenta o número de homicídios entre jovens. Em 1980, eram 30 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2007, nada menos que 50,1. Outro: homens são vítimas preferenciais — 90% das ocorrências. Mais uma: os negros lideram o ranque dos mortos — incremento de 21% em relação às estatísticas dos períodos anteriores.
As informações do Mapa da Violência permitem extrair conclusões e sugerir medidas. “O sapo”, escreveu Guimarães Rosa, “não salta por boniteza, mas porém por precisão”. O mesmo ocorre com a bandidagem. Criminosos buscaram novos abrigos porque os antigos não mais lhes oferecem as condições de que precisam. O Plano Nacional de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança implementaram ações eficazes que dificultaram a movimentação do crime organizado. Entre elas, o aparelhamento dos sistemas de segurança pública nos grandes conglomerados.
O combate a malfeitores não se deve restringir às metrópoles. Deve, para atingir o fim a que se propõe — erradicar o crime ou reduzir os casos a níveis civilizados —, estender a guerra aos novos territórios. Além de medidas repressivas, impõem-se iniciativas preventivas. Sem isso, os novos mapas a serem divulgados nos próximos anos mostrarão a troca de seis por meia dúzia. Em vez de diminuir a ocorrência nacional do crime, indicarão apenas a mudança de endereço.
Na linha 3, a substituição do ponto que finda o primeiro período por dois-pontos mantém a correção gramatical do texto, desde que se altere a inicial de “Em” para minúscula.
A violência instalada nas grandes cidades levou muitos brasileiros a fazer o caminho oposto ao dos antepassados. Em busca de melhor qualidade de vida, eles abandonaram as capitais e os centros urbanos. Instalaram-se em urbes do interior que, ao longo dos últimos anos, atraíram investimentos e ampliaram o mercado de trabalho. Ali, os novos moradores poderiam usufruir do conforto urbano aliado à tranqüilidade decorrente da garantia de segurança.
Levantamento do Mapa da Violência mostrou que o cenário pacífico ficou no passado. Divulgado no dia 30 de março pelo Instituto Sangari, o documento prova que a criminalidade mudou de endereço. Migrou das capitais e regiões metropolitanas para o interior. Em 10 anos, cresceu o número de homicídios. Em 1997, a média era de 13,5 assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas. Em 2007, a cifra saltou para 18,5.
Mais: os dados reforçam tendências que vêm causando crescente apreensão às autoridades atentas à evolução do perfil da violência no país. Um deles: aumenta o número de homicídios entre jovens. Em 1980, eram 30 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2007, nada menos que 50,1. Outro: homens são vítimas preferenciais — 90% das ocorrências. Mais uma: os negros lideram o ranque dos mortos — incremento de 21% em relação às estatísticas dos períodos anteriores.
As informações do Mapa da Violência permitem extrair conclusões e sugerir medidas. “O sapo”, escreveu Guimarães Rosa, “não salta por boniteza, mas porém por precisão”. O mesmo ocorre com a bandidagem. Criminosos buscaram novos abrigos porque os antigos não mais lhes oferecem as condições de que precisam. O Plano Nacional de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança implementaram ações eficazes que dificultaram a movimentação do crime organizado. Entre elas, o aparelhamento dos sistemas de segurança pública nos grandes conglomerados.
O combate a malfeitores não se deve restringir às metrópoles. Deve, para atingir o fim a que se propõe — erradicar o crime ou reduzir os casos a níveis civilizados —, estender a guerra aos novos territórios. Além de medidas repressivas, impõem-se iniciativas preventivas. Sem isso, os novos mapas a serem divulgados nos próximos anos mostrarão a troca de seis por meia dúzia. Em vez de diminuir a ocorrência nacional do crime, indicarão apenas a mudança de endereço.
O trecho “estender a guerra aos novos territórios” (l.40) pode ser alterado para estender os novos territórios à guerra sem se prejudicar a correção gramatical e o sentido original do período.
A violência instalada nas grandes cidades levou muitos brasileiros a fazer o caminho oposto ao dos antepassados. Em busca de melhor qualidade de vida, eles abandonaram as capitais e os centros urbanos. Instalaram-se em urbes do interior que, ao longo dos últimos anos, atraíram investimentos e ampliaram o mercado de trabalho. Ali, os novos moradores poderiam usufruir do conforto urbano aliado à tranqüilidade decorrente da garantia de segurança.
Levantamento do Mapa da Violência mostrou que o cenário pacífico ficou no passado. Divulgado no dia 30 de março pelo Instituto Sangari, o documento prova que a criminalidade mudou de endereço. Migrou das capitais e regiões metropolitanas para o interior. Em 10 anos, cresceu o número de homicídios. Em 1997, a média era de 13,5 assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas. Em 2007, a cifra saltou para 18,5.
Mais: os dados reforçam tendências que vêm causando crescente apreensão às autoridades atentas à evolução do perfil da violência no país. Um deles: aumenta o número de homicídios entre jovens. Em 1980, eram 30 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2007, nada menos que 50,1. Outro: homens são vítimas preferenciais — 90% das ocorrências. Mais uma: os negros lideram o ranque dos mortos — incremento de 21% em relação às estatísticas dos períodos anteriores.
As informações do Mapa da Violência permitem extrair conclusões e sugerir medidas. “O sapo”, escreveu Guimarães Rosa, “não salta por boniteza, mas porém por precisão”. O mesmo ocorre com a bandidagem. Criminosos buscaram novos abrigos porque os antigos não mais lhes oferecem as condições de que precisam. O Plano Nacional de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança implementaram ações eficazes que dificultaram a movimentação do crime organizado. Entre elas, o aparelhamento dos sistemas de segurança pública nos grandes conglomerados.
O combate a malfeitores não se deve restringir às metrópoles. Deve, para atingir o fim a que se propõe — erradicar o crime ou reduzir os casos a níveis civilizados —, estender a guerra aos novos territórios. Além de medidas repressivas, impõem-se iniciativas preventivas. Sem isso, os novos mapas a serem divulgados nos próximos anos mostrarão a troca de seis por meia dúzia. Em vez de diminuir a ocorrência nacional do crime, indicarão apenas a mudança de endereço.
Segundo o texto, impedir os crimes previamente é uma medida, no mínimo, tão necessária quanto repreender os criminosos.
A violência instalada nas grandes cidades levou muitos brasileiros a fazer o caminho oposto ao dos antepassados. Em busca de melhor qualidade de vida, eles abandonaram as capitais e os centros urbanos. Instalaram-se em urbes do interior que, ao longo dos últimos anos, atraíram investimentos e ampliaram o mercado de trabalho. Ali, os novos moradores poderiam usufruir do conforto urbano aliado à tranqüilidade decorrente da garantia de segurança.
Levantamento do Mapa da Violência mostrou que o cenário pacífico ficou no passado. Divulgado no dia 30 de março pelo Instituto Sangari, o documento prova que a criminalidade mudou de endereço. Migrou das capitais e regiões metropolitanas para o interior. Em 10 anos, cresceu o número de homicídios. Em 1997, a média era de 13,5 assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas. Em 2007, a cifra saltou para 18,5.
Mais: os dados reforçam tendências que vêm causando crescente apreensão às autoridades atentas à evolução do perfil da violência no país. Um deles: aumenta o número de homicídios entre jovens. Em 1980, eram 30 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2007, nada menos que 50,1. Outro: homens são vítimas preferenciais — 90% das ocorrências. Mais uma: os negros lideram o ranque dos mortos — incremento de 21% em relação às estatísticas dos períodos anteriores.
As informações do Mapa da Violência permitem extrair conclusões e sugerir medidas. “O sapo”, escreveu Guimarães Rosa, “não salta por boniteza, mas porém por precisão”. O mesmo ocorre com a bandidagem. Criminosos buscaram novos abrigos porque os antigos não mais lhes oferecem as condições de que precisam. O Plano Nacional de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança implementaram ações eficazes que dificultaram a movimentação do crime organizado. Entre elas, o aparelhamento dos sistemas de segurança pública nos grandes conglomerados.
O combate a malfeitores não se deve restringir às metrópoles. Deve, para atingir o fim a que se propõe — erradicar o crime ou reduzir os casos a níveis civilizados —, estender a guerra aos novos territórios. Além de medidas repressivas, impõem-se iniciativas preventivas. Sem isso, os novos mapas a serem divulgados nos próximos anos mostrarão a troca de seis por meia dúzia. Em vez de diminuir a ocorrência nacional do crime, indicarão apenas a mudança de endereço.
O texto mostra que o crime organizado nas metrópoles diminuiu desde que o Plano Nacional de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança puseram em prática medidas coercivas.
A violência instalada nas grandes cidades levou muitos brasileiros a fazer o caminho oposto ao dos antepassados. Em busca de melhor qualidade de vida, eles abandonaram as capitais e os centros urbanos. Instalaram-se em urbes do interior que, ao longo dos últimos anos, atraíram investimentos e ampliaram o mercado de trabalho. Ali, os novos moradores poderiam usufruir do conforto urbano aliado à tranqüilidade decorrente da garantia de segurança.
Levantamento do Mapa da Violência mostrou que o cenário pacífico ficou no passado. Divulgado no dia 30 de março pelo Instituto Sangari, o documento prova que a criminalidade mudou de endereço. Migrou das capitais e regiões metropolitanas para o interior. Em 10 anos, cresceu o número de homicídios. Em 1997, a média era de 13,5 assassinatos para cada grupo de 100 mil pessoas. Em 2007, a cifra saltou para 18,5.
Mais: os dados reforçam tendências que vêm causando crescente apreensão às autoridades atentas à evolução do perfil da violência no país. Um deles: aumenta o número de homicídios entre jovens. Em 1980, eram 30 casos para cada 100 mil habitantes. Em 2007, nada menos que 50,1. Outro: homens são vítimas preferenciais — 90% das ocorrências. Mais uma: os negros lideram o ranque dos mortos — incremento de 21% em relação às estatísticas dos períodos anteriores.
As informações do Mapa da Violência permitem extrair conclusões e sugerir medidas. “O sapo”, escreveu Guimarães Rosa, “não salta por boniteza, mas porém por precisão”. O mesmo ocorre com a bandidagem. Criminosos buscaram novos abrigos porque os antigos não mais lhes oferecem as condições de que precisam. O Plano Nacional de Segurança Pública e o Fundo Nacional de Segurança implementaram ações eficazes que dificultaram a movimentação do crime organizado. Entre elas, o aparelhamento dos sistemas de segurança pública nos grandes conglomerados.
O combate a malfeitores não se deve restringir às metrópoles. Deve, para atingir o fim a que se propõe — erradicar o crime ou reduzir os casos a níveis civilizados —, estender a guerra aos novos territórios. Além de medidas repressivas, impõem-se iniciativas preventivas. Sem isso, os novos mapas a serem divulgados nos próximos anos mostrarão a troca de seis por meia dúzia. Em vez de diminuir a ocorrência nacional do crime, indicarão apenas a mudança de endereço.
De um lado, o cenário atual da violência tende a piorar a vulnerabilidade de três grupos sociais: o dos jovens, o dos homens e o dos negros; de outro lado, esse fenômeno deve levar à diminuição de atos violentos contra as mulheres.