///
Explore grátis as questões de concursos e chegue mais preparado nas provas.
68 questões encontradas
Com relação à navegação na Internet, a afirmação “São dados pessoais que sites armazenam na máquina do usuário. Seu objetivo é duplo – personalizar a navegação de acordo com suas preferências e ajudar os donos dos sites (além de investidores e anunciantes) a conhecer melhor o internauta.” faz referência a
Um usuário criou a planilha a seguir no Libre Office Calc 5.2.7.2, em sua configuração original.
| A | B | |
|---|---|---|
| 1 | 1,00% | |
| 2 | 2,00% | |
| 3 | 3,00% | |
| 4 | 4,00% | |
| 5 | 5,00% | |
| 6 | ||
| 7 | ||
| 8 |
Assinale a alternativa que apresenta o resultado correto que será exibido na célula A6 quando o usuário selecionar o intervalo de A1 até A5, clicar com o botão primário do mouse sobre a alça de preenchimento e arrastá-la até a célula A6.
A respeito do Microsoft Windows 7, em sua configuração original, assinale a alternativa correta sobre arquivos compactados.
Em 01 de janeiro, o estado do Amazonas passou a fazer parte dos noticiários, dias depois (06 de janeiro), foi a vez de Roraima, e no dia 14 de janeiro, o protagonista dos telejornais foi o Rio Grande do Norte.
Estes três estados foram palco de
Dado o caráter de urgência da tramitação do projeto de recuperação financeira e a dimensão da crise fiscal, se a União e o governador não cederem, dificilmente o estado terá acesso à ajuda. O estado que está em pior situação foi o primeiro a se candidatar ao programa e já conseguiu, em fevereiro, aprovar na Assembleia Legislativa um projeto que autoriza a venda da Companhia Estadual de Águas e Esgotos.
O estado em crise econômica e financeira é
Exportações deste produto agropecuário caem 10% em maio devido aos efeitos da Operação deflagrada pela Polícia Federal, em março. De acordo com os dados obtidos, maio foi o 4º mês de quedas nas vendas do produto. A China, grande importadora, ainda não regularizou suas compras, e a Europa Ocidental continua com receios depois dos escândalos divulgados pela Operação.
A operação da Polícia Federal teve efeitos negativos na exportação de
Protestos violentos se repetiram nesta sexta-feira (07 de julho), em Hamburgo, na Alemanha. Quase 200 policiais ficaram feridos e mais de 80 pessoas acabaram presas no dia de abertura da reunião. As manifestações violentas fizeram Hamburgo amanhecer em chamas. De novo, manifestantes queimaram carros e enfrentaram a polícia num violento protesto.
A notícia trata dos protestos que foram motivados pela reunião
Um ataque coordenado que levou oito minutos e deixou sete mortos em dois lugares próximos da capital, no sábado (03 de junho), volta a acender o alerta para o terror no país que sofre o terceiro atentado neste ano de 2017.
Os atentados ocorreram em
Ter um trabalho nos proporciona estabilidade, ao mesmo tempo em que nos rouba liberdade na hora de administrar nosso tempo. Essa contradição abre o debate sobre se trabalhar é uma fonte de felicidade ou infelicidade. A instabilidade econômica e a chamada quarta revolução industrial, que substituirá o esforço humano por máquinas, podem nos obrigar a repensar nosso eu profissional. A filósofa, feminista e autora de repercussão internacional, a britânica Nina Power, analisa se, em tempos em que o futuro do trabalho é pouco promissor, deveríamos buscar alternativas.
A felicidade foi devorada pelo capitalismo, Power proclama em seus escritos, nos quais defende que nos fizeram entender a qualidade de vida como um acúmulo de posses materiais que obtemos a partir do trabalho. Por isso, em suas intervenções públicas, ela expõe a possibilidade de ser feliz com novas formas de emprego ou a ausência dele.
“As novas gerações são as que estão menos de acordo com uma existência laboral feita de horários impossíveis e salários miseráveis. O capitalismo nos vendeu que o contrário do trabalho é a vadiagem; mas os mais jovens já não compram essa ideia. Tampouco acreditam que devamos nos sentir felizes porque nossas longas jornadas de trabalho nos tornam mais produtivos”, diz Power.
Colaboradora habitual do jornal The Guardian, em um de seus artigos para o jornal, Power conta como a Loteria Nacional do Reino Unido acertou na hora de lançar um prêmio em forma de salário anual em vez de outorgar uma grande quantidade em espécie. É um sistema que também funciona na Espanha e que seus criadores explicam como “a forma de se libertar de todas as coisas irritantes do dia a dia”. Surge então a questão sobre se o trabalho é, talvez, não só uma dessas coisas irritantes, mas a maior de todas elas.
Com suas ideias, Power não está nos incentivando a abraçar uma vida ociosa, mas a buscar novas formas de ser autossuficientes no aspecto laboral. Uma das possibilidades que se apresentam para um futuro próximo é que as máquinas ocupem boa parte dos trabalhos que agora os humanos desempenham. “Nesse caso, seria uma oportunidade para prestar mais atenção a profissões próximas do cuidado humano, aquelas das quais a inteligência artificial não se pode encarregar. São trabalhos relacionados com o cuidado de bebês, idosos ou doentes, e que, na atualidade, são os mais mal pagos e os que permanecem mais ocultos em termos de reconhecimento social”, destaca.
Uma vírgula foi acrescida a um trecho selecionado do texto. Com essa alteração, o trecho em que a pontuação está correta é:
Ter um trabalho nos proporciona estabilidade, ao mesmo tempo em que nos rouba liberdade na hora de administrar nosso tempo. Essa contradição abre o debate sobre se trabalhar é uma fonte de felicidade ou infelicidade. A instabilidade econômica e a chamada quarta revolução industrial, que substituirá o esforço humano por máquinas, podem nos obrigar a repensar nosso eu profissional. A filósofa, feminista e autora de repercussão internacional, a britânica Nina Power, analisa se, em tempos em que o futuro do trabalho é pouco promissor, deveríamos buscar alternativas.
A felicidade foi devorada pelo capitalismo, Power proclama em seus escritos, nos quais defende que nos fizeram entender a qualidade de vida como um acúmulo de posses materiais que obtemos a partir do trabalho. Por isso, em suas intervenções públicas, ela expõe a possibilidade de ser feliz com novas formas de emprego ou a ausência dele.
“As novas gerações são as que estão menos de acordo com uma existência laboral feita de horários impossíveis e salários miseráveis. O capitalismo nos vendeu que o contrário do trabalho é a vadiagem; mas os mais jovens já não compram essa ideia. Tampouco acreditam que devamos nos sentir felizes porque nossas longas jornadas de trabalho nos tornam mais produtivos”, diz Power.
Colaboradora habitual do jornal The Guardian, em um de seus artigos para o jornal, Power conta como a Loteria Nacional do Reino Unido acertou na hora de lançar um prêmio em forma de salário anual em vez de outorgar uma grande quantidade em espécie. É um sistema que também funciona na Espanha e que seus criadores explicam como “a forma de se libertar de todas as coisas irritantes do dia a dia”. Surge então a questão sobre se o trabalho é, talvez, não só uma dessas coisas irritantes, mas a maior de todas elas.
Com suas ideias, Power não está nos incentivando a abraçar uma vida ociosa, mas a buscar novas formas de ser autossuficientes no aspecto laboral. Uma das possibilidades que se apresentam para um futuro próximo é que as máquinas ocupem boa parte dos trabalhos que agora os humanos desempenham. “Nesse caso, seria uma oportunidade para prestar mais atenção a profissões próximas do cuidado humano, aquelas das quais a inteligência artificial não se pode encarregar. São trabalhos relacionados com o cuidado de bebês, idosos ou doentes, e que, na atualidade, são os mais mal pagos e os que permanecem mais ocultos em termos de reconhecimento social”, destaca.
A preposição de, em destaque, foi acrescida respeitando-se a regência padrão da língua portuguesa na seguinte passagem do texto: