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Qual filósofo inferiu a seguinte premissa: "David Hume me despertou do sono dogmático"?
A teoria liberal do filósofo iluminista John Locke parte da definição do direito:
Para David Hume, a razão pretende, por meio de seus princípios, seus procedimentos e suas ideias, alcançar a realidade em seus aspectos:
Não interessa se cada um de nós vê cores de uma certa maneira, gosta mais de uma cor ou de outra, ouve sons de uma certa maneira, gosta mais de certos sons do que de outros, etc. O que importa é que nada pode ser percebido por nós se não possuir propriedades espaciais; por isso, o espaço não é algo percebido, mas é o que permite haver percepção. Assim, podemos afirmar que, segundo Immanuel Kant, o espaço é:
Pelo fato de estar na História e ter uma história, a Filosofia costuma ser apresentada em grandes períodos que acompanham, às vezes de maneira mais próxima, às vezes de maneira mais distante, os períodos em que os historiadores dividem a História da sociedade ocidental. Estes períodos são: Filosofia Antiga, Filosofia Patrística, Filosofia Medieval, Filosofia da Renascença, Filosofia da Ilustração e Filosofia Moderna. A Filosofia Patrística pode ser sintetizada na seguinte afirmação:
______________________________ considerava que só podemos pensar sobre aquilo que permanece sempre idêntico a si mesmo, isto é, que o pensamento não pode pensar sobre as coisas que são e não são, que ora são de um modo e ora são de outro, que são contrárias a si mesmas e contraditórias. Conhecer é alcançar o idêntico, imutável. Nossos sentidos nos oferecem a imagem de um mundo em incessante mudança, num fluxo perpétuo, onde nada permanece idêntico a si mesmo: o dia vira noite, o inverno vira primavera, o doce se torna amargo, o pequeno vira grande, o grande diminui, o doce amarga, o quente esfria, o frio se aquece, o líquido vira vapor ou vira sólido. Como pensar o que é e o que não é ao mesmo tempo? Como pensar o instável? Como pensar o que se torna oposto e contrário a si mesmo? Não é possível, dizia esse filósofo. Pensar é dizer o que um ser é em sua identidade profunda e permanente.
De onde vieram os princípios racionais? De onde veio a capacidade para a intuição e para o raciocínio? Nascemos com eles? Ou nos seriam dados pela educação e pelo costume? Durante séculos, a Filosofia ofereceu duas respostas a essas perguntas. São elas:
Para o filósofo iluminista Immanuel Kant, só há conhecimento quando:
A famosa discussão entre Heráclito de Éfeso e Parmênides de Eléia trata do problema da mudança no mundo. Heráclito afirma que tudo na natureza está em constante transformação, "tudo flui", "panta rei", e Parmênides vai justamente afirmar que a mudança é mera aparência, pois a essência das coisas permanece sempre a mesma e não muda nunca: "o ser é e, o não ser, não é". Pode-se concluir, da afirmação de Heráclito:
A prova ontológica cartesiana de Deus tem duas partes: a primeira consiste em inferir da idéia clara e distinta da essência de Deus o conhecimento verdadeiro dessa essência, que é caracterizada como a de um ente sumamente perfeito. A segunda parte tem como premissa inicial o conhecimento da essência de Deus. A partir desse conhecimento é provada a sua existência. A principal objeção à primeira parte da prova se baseia na crítica de S. Tomás ao argumento de S. Anselmo. Essa principal objeção consiste em: