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Deseja-se fazer uma calçada ao redor de uma residência, de 10 metros de frente por 20 metros de fundos. Tendo-se 175 m2 de lajota, qual deverá ser a largura da calçada?
O surgimento dos blocos econômicos coincide com a mudança exercida pelo Estado. Em um primeiro momento, a ideia dos blocos econômicos era de diminuir a influência do Estado na economia e comércio mundiais. Mas, a formação destas organizações supranacionais fez com que o estado passasse a garantir a paz e o crescimento em períodos de grave crise econômica. Assim, a iniciativa de maior sucesso até hoje foi a experiência vivida pelos europeus. Disponível em:< http://educacao.globo.com/artigo/globalizacao-comercio-mundial-formacao-de-blocos-economicos.html> Acesso em: 22 out. 2015.
Sobre o tema central em destaque, é correto afirmar:
Leia o texto e responda a questão.
“O prêmio Nobel da Medicina de 2015 foi atribuído esta segunda-feira aos investigadores William Campbell e Satoshi Omura “pelas suas descobertas acerca de um tratamento inédito contra as infecções causadas por parasitas nemátodos”; e à cientista Tu Youyou, “pelas suas descobertas acerca de um tratamento inédito contra a malária”, anunciou o comitê do Nobel no Instituto Karolinska, em Estocolmo (Suécia)”.
(GERSCHENFELD, Ana. Nobel da Medicina recompensa
três investigadores por trabalhos sobre parasitas. 2015.
Disponível em:
A psicologia enquanto ciência tem sido instigada à preocupar-se com as questões de sustentabilidade ambiental. Isso porque, várias dessas questões estão estreitamente relacionadas ao comportamento humano. Um exemplo, é o que Juliet Schor (1998) chamou do ciclo de trabalhar e gastar, trabalhar mais para consumir mais, o que acarreta sérias consequências ambientais. Assinale a alternativa que melhor representa o resultado de estudos da psicologia:
I. Em países pobres, onde a baixa renda ameaça as necessidades básicas, ser relativamente rico prediz maior bem-estar. Em países ricos, onde a maioria pode prover as necessidades da vida, a riqueza ainda importa. Em parte, isso se deve ao fato de que as pessoas com mais dinheiro têm mais controle sobre sua vida.
II. Quanto menos cara a atividade de lazer, mais felizes as pessoas ficam em realizá-la. As atividades recretivas de baixo consumo se revelam mais gratificantes. Aquelas coisas que contribuem para uma vida genuinamente boa são permanentemente sustentáveis.
III. O aumento do padrão de vida durante as cinco últimas décadas em países como, Estados Unidos, Japão, Inglaterra e China, não foi acompanhado por uma parcela mínima de aumento no bem-estar subjetivo.
IV. O desafio para as nações ricas é promover uma melhora nos padrões de vida sem encorajar um materialismo e um consumismo que substituam a profunda necessidade de pertencer.
V. Graças a nossa capacidade de nos adaptar e de ajustar comparações, o impacto de eventos de vida significativos (como perda de um emprego, um acidente incapacitante) se dissipa mais cedo do que a maioria da pessoas supõe. Se diminuirmos nosso consumo por escolha ou por necessidade, inicialmente sentiremos angústia, mas passará.
Como a Lua se formou? Cientistas mapeiam presença de hidrogênio na superfície lunar
Denis Pacheco
Embora ela esteja bem perto de nós e plenamente visível quase todas as noites, ainda são muitos os mistérios que cercam a Lua. Em especial, mistérios que envolvem o papel da água na origem do satélite natural da Terra.
Em um estudo publicado no Journal of Geophysical Research, pela primeira vez, pesquisadores do Laboratório de Física Aplicada Johns Hopkins, nos Estados Unidos, compilaram um mapa completo da presença de hidrogênio na superfície da Lua. O mapa identifica dois tipos de materiais lunares contendo o elemento e confirma ideias anteriores sobre a relação entre hidrogênio e água na Lua. Os achados sugerem que a água provavelmente desempenhou um papel importante na formação e solidificação original do oceano de magma da Lua.
De acordo com o professor Ricardo Trindade, do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas (IAG) da USP, os cientistas do laboratório utilizaram dados de nêutrons orbitais da Missão Lunar Prospector. A sonda, que foi implantada pela Nasa, em 1998, orbitou a Lua por um ano e meio e enviou de volta a primeira evidência direta de hidrogênio nos polos lunares, antes de impactar a superfície lunar. “
“O Lunar Prospector era um satélite com vários instrumentos, incluindo um espectrômetro de nêutrons que detecta a interação deles com o hidrogênio”, explica o especialista ao sintetizar que, por causa do detector, foi possível estimar a quantidade de hidrogênio na Lua.
“A variação da quantidade de hidrogênio lunar aumenta com relação à latitude, por isso, quanto mais próximo dos polos da Lua, maior a quantidade de hidrogênio. Inclusive, temos evidências de gelo nas calotas polares da Lua. Mas, o que esse mapa novo mostra é que, na porção central da Lua, ou seja, nas porções mais próximas do Equador, distante dos polos, existem duas regiões que têm valores de hidrogênio anomalamente elevados”, esclarece o geofísico.
O mapa confirmou hidrogênio em dois tipos de materiais lunares. A primeira confirmação surgiu no território lunar conhecido como Planalto de Aristarco, que abriga o maior depósito piroclástico da Lua. Esses depósitos são fragmentos de rochas em erupção de vulcões, corroborando observações anteriores de que o hidrogênio e/ou a água desempenharam um papel nos eventos magmáticos lunares. A segunda confirmação veio na forma de rochas do tipo KREEP, um acrônimo em inglês para rocha de lava lunar, que significa potássio (K), elementos de terras raras (REE) e fósforo (P). Ambos os locais remontam às origens do satélite.
“O grande interesse desse trabalho é que costumamos associar a quantidade de hidrogênio – ou voláteis em geral – na superfície da Lua como um efeito da vinda desse material a partir do vento solar. Como se esse material tivesse sido depositado sobre a superfície da Lua depois que ela se formou. No entanto, a existência dessa quantidade maior de hidrogênio nesses dois locais mostra que a água pode ter sido parte dos elementos que contribuíram para a formação da Lua, 4 bilhões de anos atrás”, revela o professor.
De acordo com os cientistas, descobertas como essa são importantes não apenas para entendermos o funcionamento e a origem do sistema solar, mas também para planejar futuras explorações humanas fora da Terra.
O professor reforça que, atualmente, a hipótese mais aceita é que a Lua tenha nascido da colisão de um corpo muito grande, praticamente do tamanho de Marte, com a Terra primitiva. No processo, uma parte do manto terrestre escapou, mas ficou aprisionada pela gravidade e formou nosso satélite. “Por isso, considerando essa hipótese, a formação da Lua não é exatamente como a formação da Terra ou de outros planetas do nosso sistema solar. Então, entender qual era a composição desse material que se descolou da Terra para formar a Lua é importante, assim como saber se havia água no processo”, finaliza.
Adaptado de: https://jornal.usp.br/atualidades/como-a-lua-se-formou-cientistas-mapeiam-presenca-dehidrogenio-na-superficie-lunar/. Acesso em 16/08/2022.