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1

457941201219173
Ano: 2025Banca: QuadrixOrganização: CRM-MSDisciplina: Geral e Variados
        Gael ficou muito feliz com sua promoção no trabalho e decidiu comemorar com os colegas levando uma salada de frutas. Para isso, ele comprou 48 bananas, 72 maçãs e 120 morangos, e quer montar porções individuais, todas exatamente iguais, com a mesma quantidade de cada fruta, sem deixar sobras. 

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir. 


Gael pode montar, no máximo, 12 porções iguais com as frutas compradas, sem deixar sobras.

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2

457941201433142
Ano: 2025Banca: QuadrixOrganização: CRM-MSDisciplina: Geral e Variados
        Betina estava brincando de amarelinha no pátio da escola, onde havia três pistas desenhadas no chão: a primeira com os números de 1 a 10; a segunda com os números de 1 a 8; e a terceira com os números de 1 a 7.

        Em cada turno, Betina escolhia aleatoriamente uma das pistas e, em seguida, pulava sobre um número dessa pista, sendo ambas as escolhas feitas de forma equiprovável e independente.

Com base nessa situação hipotética, julgue o item a seguir.


Sabendo‑se que Betina pisou no número 8, a probabilidade de isso ter ocorrido na segunda pista é igual a 1/2.

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3

457941200513401
Ano: 2025Banca: QuadrixOrganização: CRM-MSDisciplina: Geral e Variados

No que se refere ao planejamento estratégico, julgue o item seguinte. 


O planejamento estratégico de uma organização começa com a definição de sua missão, na qual se estabelece o propósito da organização e sua relevância para os clientes, orientando suas decisões estratégicas e operacionais.

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4

457941200227578
Ano: 2025Banca: QuadrixOrganização: CRM-MSDisciplina: Geral e Variados

Acerca das memórias de computador, da arquitetura de processadores e dos barramentos de entrada e saída, julgue o item a seguir.


A cache L1 e a cache L3 possuem mesma função e capacidade, contudo estão localizadas em diferentes partes do processador.

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5

457941202018251
Ano: 2025Banca: QuadrixOrganização: CRM-MSDisciplina: Geral e Variados

No que se refere ao planejamento estratégico, julgue o item seguinte. 


Muitas organizações não definem claramente sua missão e optam por declarar apenas seu ramo de atuação ou de negócio, enfatizando o setor em que atuam em vez de um propósito mais amplo. 

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6

457941200940002
Ano: 2025Banca: QuadrixOrganização: CRM-MSDisciplina: Geral e Variados

Acerca de eventos econômicos relevantes do Brasil, julgue o item a seguir.


A isenção do imposto de renda para trabalhadores que possuem salário de até 5 mil reais terá um impacto financeiro nas contas da União, mas, como o projeto passou pelo parlamento brasileiro, deve entrar em vigor de imediato. 

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7

457941201190354
Ano: 2014Banca: MS CONCURSOSOrganização: CRM-MSDisciplina: Administração: Conceitos EssenciaisTemas: Teoria Clássica da Administração | Teoria da Administração Científica
O conceito de “homo economicus”, presente na Escola da Administração Científica, é expresso corretamente na alternativa:
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8

457941201747714
Ano: 2021Banca: QuadrixOrganização: CRM-MSDisciplina: Contabilidade PúblicaTemas: Contabilidade Patrimonial | Gestão do Patrimônio Público
O patrimônio público pode ser estudado sob dois aspectos: qualitativo e quantitativo. O aspecto qualitativo diz respeito à qualidade, à natureza e à espécie de cada componente patrimonial. Já o aspecto quantitativo diz respeito à quantidade, isto é, ao valor com o qual um elemento poderá ser expresso em moeda (valor monetário). A partir dessas informações, assinale a alternativa que não se refere ao aspecto qualitativo.
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9

457941201862067
Ano: 2025Banca: QuadrixOrganização: CRM-MSDisciplina: Geral e Variados

Quanto às relações internacionais que envolvem o conflito em território ucraniano, julgue o item seguinte. 


A China, apesar de ter se reunido com o Kremlin, continuou com sua peculiar neutralidade e evitou externar qualquer proposta que acordasse a paz entre a Rússia e a Ucrânia.

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10

457941201307897
Ano: 2014Banca: MS CONCURSOSOrganização: CRM-MSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual

O papel tem futuro

Para o escritor Nicholas Basbanes, que pesquisou a história dos meios de conservar a escrita, ele continuará a ser importante, porque jamais será substituído


AMANDA POLATO

A sociedade sem papel está se aproximando, queiramos ou não. Não podemos enterrar a cabeça na areia. Podemos escolher ignorar o mundo eletrônico, mas isso não fará diferença”, escreveu o cientista da informação Frederick Wilfrid Lancaster em... 1978. Ao lado de outros entusiastas do futuro digital, ele previa um mundo maravilhoso com grande variedade de obras à disposição dos estudantes, menos impressões e redução de custos. Bibliotecas inteiras caberiam numa mesa. Quem não se adaptasse a tempo e abandonasse o papel viveria uma transição caótica. Trinta e cinco anos depois, muito do futuro imaginado por ele se concretizou. Mas o papel ainda persiste.

As bibliotecas continuam abarrotadas. Os livros impressos convivem com a popularização dos e-readers e tablets. “Usar um não significa descartar o outro”, afirma o escritor Nicholas Basbanes, autor do livro recém-lançado On paper (No papel), sem edição no Brasil. Num momento em que se discute o futuro do papel e até sua eventual extinção, o livro de Basbanes tenta explicar sua importância e a maneira como ele influenciou o curso da história. Bibliófilo, ele investigou a origem do papel e seus diferentes usos. Conversou com pesquisadores, donos de indústrias, bibliotecários e até pessoas que ainda fazem papel à mão, como há 2 mil anos. A longa jornada pela história do papel convenceu Basbanes de que a supremacia do papel tem raízes profundas – e será impossível substituí-lo.

Basbanes diz que os livros não se tornarão obsoletos tão cedo, porque são os mais simples e confiáveis meios de preservação. Dispositivos eletrônicos e softwares estão em constante mudança. Aquilo que foi registrado num formato específico hoje pode não ser lido amanhã. “Já segurei nas mãos um livro com mais de 500 anos. Você pode dizer, com segurança, que o mesmo acontecerá com uma obra criada digitalmente?”, diz Basbanes.

Grandes acervos históricos não abrem mão do papel. Nos Estados Unidos, o Arquivo Nacional encomendou folhas super-resistentes para ajudar a preservar documentos originais, como a Declaração da Independência, a Constituição e a Carta dos Direitos. O responsável pelo trabalho foi Timothy Barrett, do Centro do Livro da Universidade de Iowa, que registra e resgata técnicas milenares de fabricação de papel à mão. “Estamos nos movendo em direção a um mundo digital holográfico maravilhosamente fascinante, mas, ironicamente, nesse ambiente, os documentos em papel em certos casos se tornarão mais importantes, e não menos importantes”, diz. É inegável que a tecnologia altera hábitos, mas as características únicas do livro tradicional dão a ele muitos anos a mais de vida. A tecnologia não conseguiu substituir algumas das vantagens do papel. Ele pode estar sempre à disposição nas estantes e ser exibido em reuniões sociais. Nos livros, há o contato com textura mais macia. É possível manipular as páginas, sobrepô-las ou dobrar as pontas para se concentrar em outras partes. As palavras não competem com alertas de aplicativos, mensagens que sempre pulam nas telas ou com o link para o filme sobre a obra no YouTube, como acontece nos tablets e smartphones.

A demanda por papel tem caído em algumas regiões, como América do Norte e Europa. As grandes indústrias atribuem isso à estagnação econômica e ao avanço da tecnologia. As preocupações com o meio ambiente também resultam no menor uso de papel. Mas não é possível dizer que o setor viva um retrocesso. Foram produzidos 400 milhões de toneladas de papel em 2012, em comparação com os 399 milhões no ano anterior.

Esses milhões de toneladas têm os mais variados destinos. A Associação Britânica de Historiadores do Papel registra mais de 20 mil usos atualmente. Há empresas que investem em papéis especiais, selos, cartões-postais, jogos de cartas e outros nichos de mercado. Há usos tradicionais que perduram. Em qualquer parte do mundo, ninguém consegue se identificar oficialmente sem usá-lo. É uma tradição que começou nos tempos medievais. As pesquisas de Basbanes revelam que o papel, tão barato, abundante e portátil, tornou a burocracia possível e contribuiu para a expansão dos árabes pelo Oriente Médio, pelo Norte da África e parte da Europa. A papelada cresceu ainda mais com a Revolução Francesa, em 1789, quando o poder deixou de ficar concentrado no rei e foi distribuído aos funcionários públicos, que deviam dar provas escritas dos serviços feitos.

Ainda hoje, os governos exercem seu poder de controle por meio de uma série de regras, cumpridas apenas com a apresentação de documentos, protocolos e termos impressos. A burocracia criou duas classes de pessoas: as que têm papéis e as que não têm. Na França, os imigrantes ilegais são justamente conhecidos como sans papiers (sem papéis). Os Estados também não conseguiram reduzir o uso do papel em suas atividades diárias. Em mais de dois séculos de atividade, o Arquivo Nacional americano acumula 80 bilhões de papéis oficiais – e apenas 5% de todo o volume produzido no último ano foi para as prateleiras.

Nas empresas, o inconfundível barulho das impressoras não deixa dúvidas de que o amplo uso de computadores e e-mails não livrou os profissionais das folhas. No início dos anos 2000, os pesquisadores Abigail J. Sellen e Richard H.R. Harper publicaram o livro The myth of the paperless office (O mito do escritório sem papel). Diziam que a internet aumentou as impressões em 40%. Para quem previa que a tecnologia acabaria com o papel, é um dado embaraçoso.

Previsões sobre o mundo digital também já mostraram que nossas carteiras ficariam sem notas. É verdade que o papel-moeda perdeu importância. Dá para notar no dia a dia que é possível comprar praticamente tudo com transferências bancárias e cartões de débito e crédito. Num futuro próximo, os celulares cumprirão boa parte dessa função. No entanto, números de Bancos Centrais mostram que a fabricação de notas e moedas não começou a cair. Na Zona do Euro, elas representam 9% das transações, mas o total em circulação sobe ano após ano. Em 2012, havia E 876,8 bilhões fora dos bancos, cerca de 2% a mais que em 2011, segundo o Banco Internacional de Compensações. Em alguns países, como a Suécia, há esforços para acabar com as notas. Alguns estabelecimentos não aceitam notas, como pubs e pequenos negócios. A solução, aparentemente moderna, prejudica moradores de zonas rurais, que não têm cartões. O mesmo vale para os Estados Unidos. Segundo o empresário Douglas Crane, que fornece papel para as notas de dólares, 20% dos americanos não têm conta bancária. O papel-moeda também é fundamental para imigrantes. Mesmo com grandes inovações relacionadas à carteira eletrônica, é difícil imaginar algo tão simples e anônimo quanto um pedaço de papel, que permite operações fora do sistema bancário. As altas taxas cobradas pelos bancos também desestimulam o uso do crédito e débito para compras pequenas. O avanço das moedas eletrônicas esbarra ainda na segurança. A quebra de um código poderia significar a reprodução de dinheiro indefinidamente. Até agora, não foi inventado nenhum sistema infalível. Mesmo que um novo sistema surja e convença todos (inclusive os excluídos) a trocar as carteiras por celulares, isso acabaria com apenas uma utilidade do papel. Restariam ainda 19.999.

http://epoca.globo.com/ideias/noticia/2013/12/o-papelb-tem-futurob.html. Acesso: 08/03/2014

“Restariam ainda 19.999.” Essa declaração, além de se ligar à afirmação imediatamente anterior a ela, resgata diretamente a ideia contida em
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