Logo
QuestõesDisciplinasBancasDashboardSimuladosCadernoRaio-XBlog
Logo Questionei

Links Úteis

  • Início
  • Questões
  • Disciplinas
  • Simulados

Legal

  • Termos de Uso
  • Termos de Adesão
  • Política de Privacidade

Disciplinas

  • Matemática
  • Informática
  • Português
  • Raciocínio Lógico
  • Direito Administrativo

Bancas

  • FGV
  • CESPE
  • VUNESP
  • FCC
  • CESGRANRIO

© 2026 Questionei. Todos os direitos reservados.

Feito com ❤️ para educação

Logoquestionei.com
  1. Início/
  2. Questões

Questões

Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!

Filtros

Disciplina
Tema
Cargo
Dificuldade
Banca
Ano
Organização

Excluir questões:

Filtrar por:

Seus filtros aparecerão aqui.

10 por página

1

457941201570710
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
Considere os textos abaixo para responder a questão.

Concepções de linguagem alteram modo de ensinar  
 
Na década de 1970, uma nova transformação conceitual mudou as práticas escolares. A linguagem deixou de ser entendida apenas como a expressão do pensamento para ser vista também como um instrumento de comunicação, envolvendo um interlocutor e uma mensagem que precisa ser compreendida. Todos os gêneros passaram a ser vistos como importantes instrumentos de transmissão de mensagens: o aluno precisaria aprender as características de cada um deles para reproduzi-los na escrita e também para identificá-los nos textos lidos. 

Ainda era essencial seguir um padrão preestabelecido, e qualquer anormalidade seria um ruído. Para contemplar a perspectiva, o acervo de obras estudadas acabou ampliado, já que o formato dos textos clássicos não servia de subsídio para a escrita de cartas, por exemplo. 
 
Em pouco tempo, no entanto, as correntes acadêmicas avançaram mais. Mikhail Bakhtin (1895-1975) apresentou uma nova concepção de linguagem, a enunciativo-discursiva, que considera o discurso uma prática social e uma forma de interação - tese que vigora até hoje. A relação interpessoal, o contexto de produção dos textos, as diferentes situações de comunicação, os gêneros, a interpretação e a intenção de quem o produz passaram a ser peças-chave. 

A expressão não era mais vista como uma representação da realidade, mas o resultado das intenções de quem a produziu e o impacto que terá no receptor. O aluno passou a ser visto como sujeito ativo, e não um reprodutor de modelos, e atuante - em vez de ser passivo no momento de ler e escutar. 
 
(SANTOMAURO, Beatriz. O que ensinar em Língua Portuguesa. In: Revista Nova Escola. Disponível em: http://revistaescola.abril.com.br/lingua-portuguesa/fundamentos/papelletras-interacao-social-432174.shtml?page=1. Acesso em 15/11/15).

Oralidade e Letramento   

Quanto à presença da escrita, pode-se dizer que, mesmo criada pelo engenho humano tardiamente em relação ao surgimento da oralidade, ela permeia hoje quase todas as práticas sociais dos povos em que penetrou. Até mesmo os analfabetos, em sociedades com escrita, estão sob a influência do que contemporaneamente se convencionou chamar de práticas de letramento, isto é, um tipo de processo histórico e social que não se confunde com a realidade representada pela alfabetização regular e institucional lembrada há pouco. Frisando mais uma vez o que dizia Street (1995), deve-se ter imenso cuidado diante da tendência à escolarização do letramento, que sofre de um mal crônico ao supor que só existe um letramento. O letramento não é o equivalente à aquisição da escrita. Existem “letramentos sociais” que surgem e se desenvolvem à margem da escola, não precisando por isso serem depreciados. 

A escrita é usada em contextos sociais básicos da vida cotidiana, em paralelo direto com a oralidade. Estes contextos são, entre outros: o trabalho; a escola; o dia-a-dia, a família; a vida burocrática; a atividade intelectual.  Em cada um desses contextos, as ênfases e os objetivos do uso da escrita são variados e diversos. Inevitáveis relações entre escrita e contexto devem existir, fazendo surgir gêneros textuais e formas comunicativas, bem como terminologias e expressões típicas. Seria interessante que a escola soubesse algo mais sobre essa questão para enfrentar sua tarefa com maior preparo e maleabilidade, servindo até mesmo de orientação na seleção de textos e definição de níveis de linguagem a trabalhar. 

Há, portanto, uma distinção bastante nítida entre a apropriação/distribuição da escrita e leitura (padrões de alfabetização) do ponto de vista formal e institucional e os usos/papéis da escrita e leitura (processos de letramento) enquanto práticas sociais mais amplas. Sabemos muito sobre métodos de alfabetização, mas sabemos pouco sobre processos de letramento; ou seja, sabemos pouco sobre a influência e penetração da escrita na sociedade. Mesmo pessoas ditas “iletradas”, ou seja, analfabetas, não deixam de estar sob a influência de estratégias da escrita em seu desempenho linguístico, o que torna o uso do termo “iletrado” muito problemático em sociedades com escrita (veja mais sobre o assunto em Tfouni, 1988; e Soares, 1998). 
 
(MARCUSCHI, Luiz Antonio. Da fala para a escrita: atividades de retextualização. 2. ed. São Paulo: Cortez, 2001. Cap.1) 

De acordo com as relações entre concepções de linguagem e modos de ensinar, é INCORRETO afirmar: 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

2

457941201935110
Ano: 2016Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual

Atente para o fragmento abaixo, de Bortoni-Ricardo (2005):


Língua urbana é uma denominação genérica que inclui as diversas modalidades estratificadas da língua, usadas nas zonas urbanas, na fala e na escrita. Tais modalidades, que dependem da classe social, da profissão, da zona de residência e, principalmente, do grau de escolaridade dos indivíduos, vão desde as variedades populares que se aproximam muito dos vernáculos, até a variedade culta, empregada pelas pessoas de nível alto de escolarização e pelos meios de comunicação de massa, que segue aproximadamente os preceitos da gramática normativa.

Na língua urbana, observam-se ainda características regionais, principalmente no léxico, pois os regionalismos lexicais encontrados na fala da população de cada cidade brasileira têm cunho geográfico e não social.

Chamamos de língua oficial a descrita na gramatica normativa. Do fato de se basear em escritores não contemporâneos resulta o seu distanciamento, em muitos pontos, da realidade linguística oral e literária no Brasil. Detentora, porém, do beneplácito do sistema sociopolítico, que a considera correta em detrimento de todas as outras variedades, impõe-se o seu emprego em documentos oficiais e formais, bem como o seu estudo na escola, onde o professor a ensina, embora ele próprio não a use em sua fala coloquial.


(BORTONI-RICARDO, Stella Maris. Nós cheguemu na escola, e agora? São Paulo: Parábola, 2005)



Com base nos pressupostos defendidos por Bortoni-Ricardo, na obra destacada (e também por outros autores, como Marcos Bagno, em “Português ou Brasileiro”), é INCORRETO afirmar:

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

3

457941201084216
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Direito ConstitucionalTemas: Teoria Constitucional | Poder Constituinte e Reforma Constitucional
Acerca do denominado poder constituinte derivado, no âmbito da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988, é INCORRETO afirmar que 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

4

457941200284375
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Direito ConstitucionalTemas: Controle Repressivo Judiciário: Controle Difuso | Controle de Constitucionalidade
A seguinte assertiva acerca do controle de constitucionalidade das normas jurídicas está CORRETA: 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

5

457941200000813
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Serviço Social e Políticas PúblicasTemas: Proteção Social Integral | Atendimento Integral à Família (PAIF)
As ações do Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) podem ser organizadas em ações de caráter individual ou coletivo. A alternativa que apresenta uma ação que assume tanto caráter individual quanto coletivo é: 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

6

457941200112196
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Engenharia Ambiental e SanitáriaTemas: Química Ambiental e Métodos Laboratoriais
A Química Ambiental surgiu da necessidade do homem em compreender os processos químicos que ocorrem na natureza, podendo-se afirmar que hoje, em dia, 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

7

457941200291404
Ano: 2016Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Avaliação na Educação Básica e Superior | Modalidades Avaliativas | Avaliação da Educação
A avaliação da aprendizagem escolar está presente na vida de todos nós que, de alguma forma, estamos comprometidos com atos e práticas educativas. No contexto escolar, a avaliação deve ser vista como um instrumento indispensável na verificação do aprendizado contínuo dos alunos, de suas dificuldades e do direcionamento dos professores na busca de abordagens que contemplam uma melhor didática no processo ensino-aprendizagem. Dessa forma, a avaliação descreve que __________, __________ ou _________ os alunos adquiriram, que objetivos do ensino já atingiram e que dificuldades têm em relação a outros.


Os termos que preenchem, corretamente, as lacunas são, respectivamente:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

8

457941201789652
Ano: 2015Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Flexão de Modo Verbal
O FUTEBOL E A MATEMÁTICA 
 
Moacyr Scliar 
 
Modelo matemático prevê gols no futebol Mundo, 23 mar. 99 
 
O técnico reuniu o time dois dias antes da partida com o tradicional adversário. Tinha uma importante comunicação a fazer. 

- Meus amigos, hoje começa uma nova fase na vida do nosso clube. Até agora, cada um jogava o futebol que sabia. Eu ensinava alguma coisa, é verdade, mas a gente se guiava mesmo era pelo instinto. Isso acabou. Graças a um dos nossos diretores, que é um cara avançado e sabe das coisas, nós vamos jogar de maneira completamente diferente. Nós vamos jogar de maneira científica.

Abriu uma pasta e de lá tirou uma série de tabelas e gráficos feitos em computador. 

- Sabem o que é isso? É o modelo matemático para o nosso jogo. Foi feito com base em todas as partidas que jogamos contra o nosso adversário, desde 1923. Está tudo aqui, cientificamente analisado. E está aqui também a previsão para a nossa partida. Eles provaram estatisticamente que o adversário vai marcar um gol aos 12 minutos do primeiro tempo. Nós vamos empatar aos 24 minutos do segundo tempo e vamos marcar o gol da vitória aos 43 minutos. Portanto, não percam a calma. Esperem pelo segundo tempo. É aí que vamos ganhar.

Os jogadores se olharam, perplexos. Mas ciência é ciência; tudo o que eles tinham a fazer era jogar de acordo com o modelo matemático. 

Veio o grande dia. Estádio lotado, começou a partida, e, tal como previsto, o adversário fez um gol aos 12 minutos. E aí sucedeu o inesperado. 

Um jogador chamado Fuinha, um rapaz magrinho, novo no time, pegou a bola, invadiu a área, chutou forte e empatou. Cinco minutos depois, fez mais um gol. 

E outro. E outro. O jogo terminou com o marcador de 7 a 1, um escore nunca registrado na história dos dois times. 

Todos se cumprimentavam, felizes. Só o técnico não estava muito satisfeito: 

- Gostei muito de sua atuação, Fuinha, mas você não me obedeceu. Por que não seguiu o modelo matemático?

O rapaz fez uma cara triste: 

- Ah, seu Osvaldo, eu nunca fui muito bom nessa tal de matemática. Aliás, foi por isso que o meu pai me tirou do colégio e me mandou jogar futebol. Se eu soubesse fazer contas, não estaria aqui, jogando para o senhor.
O técnico suspirou. Acabara de concluir: uma coisa é o modelo matemático. Outra coisa é a vida propriamente dita, nela incluída o futebol. 

Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff29039905.htm. Acesso em 21 dez. 2015 


Os verbos destacados estão flexionados no pretérito perfeito do indicativo, EXCETO em: 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

9

457941201216610
Ano: 2016Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Projeto Político-Pedagógico | Temas Pedagógicos
O projeto político pedagógico define a identidade da escola e indica os caminhos para ensinar com qualidade. Ele traz os objetivos que a escola deseja alcançar, as metas a cumprir e os sonhos a realizar, apresentando sua história, o conjunto dos seus currículos, dos seus métodos, dos seus atores internos e externos e o seu modo de vida. Não se constrói um projeto sem um norte, sem um rumo; por isso, dizemos que todo projeto pedagógico da escola é também
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

10

457941200693728
Ano: 2016Banca: FUMARCOrganização: Prefeitura de Ipuã - SPDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Temas Pedagógicos | Inclusão e Exclusão
Inclusão social escolar nos remete a repensar o sentido atribuído à educação, às nossas concepções e à ressignificação do processo de construção de todo o indivíduo. Como profissional da educação, o desafio do educador frente à inclusão social é
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Logoquestionei.com