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De acordo com alguns conceitos-chave da Classificação Internacional de Segurança do Paciente da Organização Mundial da Saúde (Brasil, 2014), associe a primeira coluna com a segunda e depois responda ao que se pede:
1. Segurança do Paciente.
2. Dano.
3. Risco.
4. Incidente.
5. Evento adverso.
( ) Comprometimento da estrutura ou função do corpo e/ou qualquer efeito dele oriundo, incluindo-se doenças, lesão, sofrimento, morte, incapacidade ou disfunção, podendo, assim, ser físico, social ou psicológico.
( ) Evento ou circunstância que poderia ter resultado, ou resultou, em dano desnecessário ao paciente.
( ) Incidente que resulta em dano ao paciente.
( ) Reduzir a um mínimo aceitável, o risco de dano desnecessário associado ao cuidado de saúde.
( ) Probabilidade de um incidente ocorrer.
Qual das alternativas a seguir apresenta a ordem CORRETA de correlação entre os termos e seus conceitos?
PICHINCHA A BORDO
Os ônibus entram na onda dos aplicativos de viagens compartilhadas no estilo Uber, provocam queda significativa nos preços e sacolejam o mercado (FERNANDO MOLICA E MARIA CLARA VIEIRA)
Fretar um ônibus remete à ideia de um negócio de alta envergadura, que envolve logística complicada. Pois esqueça o velho conceito, reinventado nos dias de hoje para atender um novo propósito: transportar gente que quer viajar pagando menos e sem ter trabalho. Até agora, duas empresas vêm chacoalhando o universo rodoviário ao oferecer um serviço já conhecido como o “Uber dos ônibus”. A exemplo do aplicativo que imprimiu outra lógica em um setor dominado pelos táxis, a safra que abarca os coletivos só opera on-line e consegue emagrecer os preços à base do casamento da demanda com a oferta. À medida que as pessoas compram as passagens na internet, a ocupação vai subindo, subindo, até que a turma reunida é suficiente para garantir o aluguel do ônibus com motorista – afinal é disso que tratam a paulista Buser, a maior do mercado que se desbrava no Brasil, e a gaúcha Levebus. Elas são “facilitadoras no compartilhamento”, como reza o jargão, e não companhias de transporte, já que não têm um único veículo na garagem. [...]”
(Veja, 28/08/19)
Analise os fragmentos textuais extraídos do texto acima, com atenção para as formas linguísticas em destaque, de modo a verificar a veracidade das proposições.
I- Em: “Até agora, duas empresas vêm chacoalhando o universo rodoviário ao oferecer um serviço já conhecido como o “Uber dos ônibus [...]”, tem-se o uso da preposição com valor de limite temporal.
II- Em: “À medida que as pessoas compram as passagens na internet, a ocupação vai subindo, subindo, até que a turma reunida é suficiente para garantir o aluguel do ônibus com motorista [...]”, tem-se o uso da locução conjuntiva com valor de limite.
III- Em: “Elas são “facilitadoras no compartilhamento”, como reza o jargão, e não companhias de transporte, já que não têm um único veículo na garagem.”, a conjunção introduz a oração adverbial comparativa.
IV- Em: “[...] a safra que abarca os coletivos só opera on-line e consegue emagrecer os preços à base do casamento da demanda com a oferta.”, o item só classifica-se como partícula denotativa de restrição.
É CORRETO o que se afirma apenas em:
A doença celíaca é uma doença inflamatória que resulta da resposta inapropriada autoimune à ingestão de glúten em indivíduos com predisposição genética. Sendo assim, para os portadores dessa doença deverá ser orientada dieta isenta dos seguintes alimentos:
A Linha do Cuidado do AVC, instituída pela Portaria MS/GM nº 665, de 12 de abril de 2012, faz parte integrante da Rede de Atenção às Urgências e Emergências e propõe uma redefinição de estratégias que deem conta das necessidades específicas do cuidado ao AVC. Nessa perspectiva, em relação à avaliação do paciente que sofreu um Acidente Vascular Cerebral é CORRETO afirmar que:
O termo “fator de risco” refere-se a um aspecto do comportamento pessoal ou estilo de vida, uma exposição ambiental ou uma característica herdada que, com base na evidência epidemiológica, se sabe estar associada com uma condição de saúde. Os fatores de risco são parte da cadeia causal para uma doença em particular e podem expor o hospedeiro à doença. Nesse sentido, a doença periodontal é uma consequência da interação de fatores genéticos, ambientais, do hospedeiro e microbianos. Analise as assertivas abaixo:
(_) A presença de microrganismos é um fator crucial na doença periodontal inflamatória, mas a progressão da doença está relacionada aos fatores de risco do hospedeiro, como genética, idade, sexo, fumo, fatores socioeconômicos e certas doenças sistêmicas.
(_) Os fatores sistêmicos modificam todas as formas de periodontite, principalmente por meio de seus efeitos nas defesas imune e inflamatória.
(_) A ciclosporina é um imunossupressor que age nas respostas imunes mediadas por células e é usada em pacientes póstransplantados. O crescimento gengival é um efeito colateral da ciclosporina, independe da presença de biofilme dentário, estando diretamente associado apenas à concentração sérica do medicamento.
(_) Os fumantes com doença periodontal apresentam sinais aumentados de inflamação clínica e sangramento à sondagem comparados com os não fumantes.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA de preenchimento dos parênteses.
Leia o texto 1 abaixo e responda à questão:
Texto 1
Neurocientista é alvo de mansplaining citando artigo que ela mesma escreveu
Enquanto palestrava, a especialista foi interrompida por homem que sugeriu a leitura de um estudo sobre o assunto – que ela mesma tinha escrito.
REDAÇÃO GALILEU
05 NOV2019 - 12H50 ATUALIZADO EM 05 NOV2019 - 19H20
A neurocientista Dra. Tasha Stanton contou no Twitter um episódio de machismo que sofreu durante a Conferência Australiana da Associação de Fisioterapia, que aconteceu no fim de outubro. Ela foi vítima de mansplaining com sua própria pesquisa científica. Mansplaining é um termo em inglês usado para descrever o comportamento de alguns homens que assumem que uma mulher não conhece determinado assunto e insiste em explicá-lo, subestimando os conhecimentos da mulher.
O caso de Stanton é um exemplo de mansplaining: enquanto ela palestrava, um cientista homem a interrompeu no meio do discurso e sugeriu que ela lesse determinado artigo para "entender melhor" o assunto. O artigo que ele indicou, entretanto, tinha sido escrito pela própria palestrante.
"Espere aí por um segundo, amigo. Sou Stanton. Eu sou a autora do artigo que você acabou de mencionar", ela disse naquele momento da palestra. Ela e outros cientistas da conferência riram da situação, mas ela ficou desconfortável com o acontecido.
Fonte: https://revistagalileu.globo.com/