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1

457941201319725
Ano: 2016Banca: FUNRIOOrganização: Prefeitura de Mesquita - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Reescrita Textual | Análise Textual | Estrutura Textual
Charles Baudelaire disse certa vez que “O truque mais esperto do Diabo é convencer-nos de que ele não existe”. O modo de reescrever-se essa frase que mostra correção gramatical e respeito ao sentido original é:
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2

457941201285176
Ano: 2016Banca: FUNRIOOrganização: Prefeitura de Mesquita - RJDisciplina: Educação Física e EsportesTemas: Diretrizes Curriculares de Educação Física | Educação Física Escolar
Aslutas e as ginásticas pertencemaomesmo bloco de conteúdo dos esportes e jogos, porém os Parâmetros Curriculares Nacionais (PCNs, 1998) de Educação Física ressaltam como específico dessas práticas, EXCETO:
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3

457941201823794
Ano: 2016Banca: FUNRIOOrganização: Prefeitura de Mesquita - RJDisciplina: Cultura Geral e AtualidadesTemas: Introdução à América Latina
“A ocupação econômica das terras americanas constitui um episódio da expansão comercial da Europa”.
(FURTADO, C. Formação Econômica do Brasil. 34ª ed.
São Paulo: Companhia das Letras, 2007)

“Embora numa forma mais complexa, o sistema colonial da América Latina, continua, em essência, o mesmo do passado”.
(PRADO JÚNIOR, C. História Econômica do Brasil.
16ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1973).

Sobre as origens e permanências da questão agrária na América Latina, NÃO é correto afirmar que:
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4

457941201108821
Ano: 2016Banca: FUNRIOOrganização: Prefeitura de Mesquita - RJDisciplina: Educação Física e EsportesTemas: Anatomia e Fisiologia Humana
O Sistema Muscular do corpo humano é definido como:
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5

457941201140262
Ano: 2012Banca: BIO-RIOOrganização: Prefeitura de Mesquita - RJDisciplina: Gestão de Arquivos e DocumentosTemas: Definições Arquivísticas | Gerenciamento Eletrônico de Documentos (GED) | Automação e Microfilmagem | Fundamentos Arquivísticos
As novas tecnologias trouxeram desafios para a Arquivologia; destaca-se o gerenciamento eletrônico de documentos, a fim de garantir o seu valor de prova. Uma das características do documento arquivístico é:
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6

457941201368922
Ano: 2016Banca: FUNRIOOrganização: Prefeitura de Mesquita - RJDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Equações Logarítmicas | Teoria das Funções
A solução da equação e0,5x - 1= 8/ e0,5x +1 é:
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7

457941200409433
Ano: 2016Banca: FUNRIOOrganização: Prefeitura de Mesquita - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia
A frase em que a classe gramatical da palavra “a” está identificada corretamente é:
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8

457941200770831
Ano: 2016Banca: FUNRIOOrganização: Prefeitura de Mesquita - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Reescrita Textual | Análise Textual | Estrutura Textual
Em todas as frases abaixo foram sublinhados dois segmentos; a troca de posição entre esses segmentos altera o significado original no seguinte caso:
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9

457941200285269
Ano: 2012Banca: BIO-RIOOrganização: Prefeitura de Mesquita - RJDisciplina: Gestão de Arquivos e DocumentosTemas: Gestão de Documentos: Arquivos Correntes e Intermediários | Classificação Documental | Avaliação Documental | Políticas Arquivísticas | Teoria Arquivística | Fundamentos Arquivísticos | Destinação de Documentos | Gestão de Arquivos
Alguns problemas verificados, ainda hoje, no cenário arquivístico brasileiro são apontados, pela bibliografia corrente da área, como um problema de falta de gerenciamento informacional. Indique nas opções abaixo, um destes elementos.
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10

457941200856035
Ano: 2012Banca: BIO-RIOOrganização: Prefeitura de Mesquita - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Advérbios | Morfologia | Preposições | Conjunções
TEXTO 1:

                                          Será que sou bobo?

                                                                                Walcyr Carrasco

      Ando perdido em uma selva de palavras. Existem termos destinados a dar a impressão de que algo não é exatamente o que é. Ou para botar verniz sobre uma atividade banal. Já estão, sim, incorporados no vocabulário. Servem para dar uma impressão enganosa. E também para ajudar as pessoas a parecer inteligentes e chiques porque parecem difíceis. Resolvi desvendar algumas dessas armadilhas verbais.

      Seminovo — Já não se fala em carro usado, mas em seminovo. Vendedores adorarn. O termo sugere que o carro não é tão velho assim, mesmo que se trate de uma Brasília sem motor. Ou que o câmbio saia na mão do comprador logo depois da primeira curva. E pura técnica de vendas. Vou guardá- lo para elogiar uma amiga que fez plástica. Talvez ela adore ouvir que está “seminova". Mas talvez...

      Sale — É a boa e velha liquidação. As lojas dos shoppings devem achar liquidação muito chula. Anunciam em inglês. Sale quer dizer que o estoque encalhou. A grife está liquidando, sim! Não se envergonhe de pedir mais descontos. Pode ser que não seja chique, mas aproveite.

      Loft — Quando o loft surgiu, nos Estados Unidos, era uma moradia instalada em antigos galpões industriais. Sempre enorme e sem paredes divisórias. Vejo anúncios de lofts a torto e a direito. A maioria corresponde a um antigo conjugado. Só não tem paredes, para lembrar seu similar americano. É preciso ser compreensivo. Qualquer um prefere dizer que está morando em um loft a dizer em uma quitinete de luxo.

      Cult — Não aguento mais ouvir falar que alguma porcaria é cult. O cult é o brega que ganhou status. O negócio é o seguinte: um bando de intelectuais adora assistir a filmes de terceira, programas de televisão populares e afins. Mas um intelectual não pode revelar que gosta de algo considerado brega. Então diz que é cult. Assim, se pode divertir com bobagens, como qualquer ser humano normal, sem deixar de parecer inteligente. Como conceito, próximo do cult está o trash. E o lixo elogiado. Trash é muito usado para filmes de terror. Um candidato a intelectual jamais confessa que não perde um episódio da série Sexta-Feira 13, por exemplo. Ergue o nariz e diz que é trash. Depois, agarra um saquinho de pipoca, senta na primeira fila e grita a cada vez que o Jason ergue o machado.

      Workshop — E uma espécie de curso intensivo. Existem os bons. Mas o termo se presta a muita empulhação. Pois, ao contrário dos cursos, no workshop ninguém tem a obrigação de aprender alguma coisa específica. Basta participar. Muitas vezes botam um sujeito famoso para dar palestras durante dois dias seguidos. Há alunos que chegam a roncar na sala. Depois fazem bonito dizendo que participaram de um workshop com fulano ou beltrano. A palavra é imponente, não é?

      Releitura — Ninguém, no meio artístico ou gastronômico, consegue sobreviver sem usar essa palavra. Está em moda. Fala-se em releitura de tudo: de músicas, de receitas, de livros. Em culinária, releitura serve para falar de alguém que achou uma receita antiga e lhe deu um toque pessoal. Críticos culinários e donos de restaurantes badalados adoram falar em cardápios com releitura disso e daquilo. Ora, um cozinheiro não bota seu tempero até na feijoada? Isso é releitura? Então minha avó fazia releitura e não sabia, coitada. O caso fica mais complicado em outras áreas. Fazer uma releitura de uma história não é disfarçar falta de ideia? Claro que existem casos e casos. Mas que releitura serve para disfarçar cópia e plágio, serve. Seria mais honesto dizer “adaptado de..." ou “inspirado em...", como faziam antes.

      Daria para escrever um livro inteiro a respeito. Fico arrepiado quando alguém vem com uma conversa abarrotada de termos como esses. Parece que vão me passar a perna. Ou a culpa é minha, e não sou capaz de entender a profundidade da conversa. Nessas horas, fico pensando: será que sou bobo? Ou tem gente esperta demais?

(CARRASCO, Walcyr. In: SILVA, Carmem Lucia da & SILVA, Nilson Joaquim da. (orgs.) Lições de Gramática para quem gosta de Literatura. São Paulo: Panda Books, 2007. p. 77-79.)
Assinale a alternativa em que todas as palavras destacadas são invariáveis:
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