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1

457941200149157
Ano: 2022Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de Ipuiuna - MGDisciplina: Geografia e História RegionalTemas: História e Geografia de Minas Gerais
“Chuva forte deixa rastro de destruição em Minas Gerais..."

“Rios da Bacia do Muriaé, Doce e Velhas causam transbordamento em três municípios e atingem cota de alerta em outras seis cidades de MG e RJ.”

https://www.cprm.gov.br/publique/Noticias/Rios -
Serviço Geológico do Brasil - 24/01/2020


"São Paulo revive mesmas enchentes há 91 anos" 63% dos pontos alagados nesta semana estão na área de ocorrências históricas como a de 1929, expondo inação.

Disponível em
https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2020/02/15


A ação antrópica (causada pelo homem) sobre o meio ambiente em virtude da ocupação do solo altera as condições ambientais naturais. Nas estações do ano (primavera e verão), a população das grandes cidades sofre com as enchentes e os deslizamentos de terra provocados por chuvas torrenciais. Há relatos históricos em períodos de cheias em áreas urbanas desde a década de 1920, com o crescimento desordenado das cidades e a ocupação nas áreas de várzeas e planícies de inundação que aliado as fortes chuvas há o aumento das chances de transbordamento das margens dos rios, intensificando os alagamentos com registros de mortes e/ou perdas materiais.


Assinale a alternativa que descreve corretamente a causa da ocorrência de enchentes em áreas de várzea e planícies de inundação em áreas urbanas. 
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2

457941202023955
Ano: 2022Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de Ipuiuna - MGDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Razões e Proporções | Aritmética
Na aula de Matemática, a professora Lídia propôs o seguinte desafio aos estudantes: "Há três números: x, y e 67, diretamente proporcionais aos números 38, 130 e 134, respectivamente. Quanto vale x+y?" 
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3

457941201892871
Ano: 2022Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de Ipuiuna - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia dos Pronomes

Pandemia nos faz questionar noção de individualidade
Verlaine Freitas*

    “Quem sou eu em meio ao oceano de pessoas do país e do mundo?” “O que representam bilhões de pessoas do planeta para mim, um mero indivíduo?”
     Essas perguntas, que nos rondam ocasionalmente como meras fantasias existenciais – sem respostas e sem desdobramentos práticos, meros índices das incertezas quanto ao sentido da existência individual e coletiva em um mundo cada vez mais individualista, repentinamente ganharam uma concretude avassaladora.
    A pandemia de COVID-19 nos mostra a densidade urgente, visceral e corpórea do tecido societário, expondo à luz do dia como falácias inadmissíveis os discursos baseados no mero esforço próprio, nas opções individuais, no interesse centrado na maximização do lucro em detrimento do bem-estar coletivo.
   [...]
  Vivemos atualmente um chamamento à concretude radical da negatividade do mundo, muito além da experimentada nas figuras dos vilões nos filmes, nas derrotas esportivas e nas notícias de guerras do outro lado do mundo.
   Ela deverá forjar uma nova consciência do significado dessa vida “em piloto automático”, com este vaivém constante, seguindo o eterno princípio da maior vantagem para si. Tal como toda interrupção do trânsito com objetos de desejo constrange a uma posição crítica sobre o significado deste vínculo, agora também seremos levados a nos perguntar sobre esta colonização expansiva do mundo, cuja marcha inexorável levou a natureza a nos questionar: “Quais seus limites? Qual a racionalidade social disso tudo? Quais os custos ambientais e de vidas humanas vocês estão dispostos a pagar para manter a ilusão de um individualismo exacerbado?”.     
   Naturalmente, o aprendizado dessa experiência negativa será muito diverso, pois alguns grupos sociais lucram com esta crise, outros aferram-se a leituras religiosas fundamentalistas baseando-se no conceito de castigo divino, e alguns tenderão a se fechar mais ainda em seu mundo, isolando-se de toda e qualquer responsabilização social.
    Espero, porém, que a maior parte da sociedade tenha uma visão crítica progressista, cobrando de si e dos outros um comprometimento maior com o bemestar social, percebendo o quanto a vida em sociedade significa, por si, uma dimensão inexpugnável e inelidível da vida individual no sentido mais próprio do termo.
   O isolamento social a que hoje nos vemos forçados pode ser lido como uma metáfora do quanto a negligência para com os serviços públicos de saúde significa o desprezo para com a vida de cada uma e cada um de nós em termos singulares.
  Os filósofos da Escola de Frankfurt, Theodor Adorno e Max Horkheimer, haviam concebido a destruição avassaladora da Segunda Guerra Mundial como um retorno violento da natureza recalcada, reprimida e mutilada. Tal como, segundo a psicanálise, desejos recalcados retornam sob a forma de sofrimento neurótico, todo o complexo natural pareceu retornar, furioso, nas centenas de bombas despejados sobre as metrópoles.
   Agora vemos, mais uma vez, porém de forma menos metafórica, a natureza cobrando um alto preço pelo esquecimento de que somos seres vivos, aliás muito frágeis, muito mais fracos que outros, invisíveis aos nossos olhos, mas muito mais poderosos que nós humanos, demasiadamente humanos.

*Verlaine Freitas é professor da UFMG e pesquisador do CNPq

Disponível em:<https://www.em.com.br/app/noticia/cultura/2020/ 03/28/interna_cultura,1133266/pandemia-nos-faz-questionar-nocao-de-individualidade-diz-filosofo-da.shtml>
Assinale a alternativa em que o pronome grifado não corresponde ao termo ou à expressão destacados em negrito.
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4

457941201592892
Ano: 2022Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de Ipuiuna - MGDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Teoria das Funções
Atos, um estudante de exatas, precisava calcular a derivada de uma função f(x) de grau 2, cujos coeficientes "a", "b" e "c" eram, respectivamente, iguais a 1, 0 e 0. Corretamente, Atos encontrou o valor
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5

457941201933270
Ano: 2022Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de Ipuiuna - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual

Pandemia nos faz questionar noção de individualidade
Verlaine Freitas*

    “Quem sou eu em meio ao oceano de pessoas do país e do mundo?” “O que representam bilhões de pessoas do planeta para mim, um mero indivíduo?”
     Essas perguntas, que nos rondam ocasionalmente como meras fantasias existenciais – sem respostas e sem desdobramentos práticos, meros índices das incertezas quanto ao sentido da existência individual e coletiva em um mundo cada vez mais individualista, repentinamente ganharam uma concretude avassaladora.
    A pandemia de COVID-19 nos mostra a densidade urgente, visceral e corpórea do tecido societário, expondo à luz do dia como falácias inadmissíveis os discursos baseados no mero esforço próprio, nas opções individuais, no interesse centrado na maximização do lucro em detrimento do bem-estar coletivo.
   [...]
  Vivemos atualmente um chamamento à concretude radical da negatividade do mundo, muito além da experimentada nas figuras dos vilões nos filmes, nas derrotas esportivas e nas notícias de guerras do outro lado do mundo.
   Ela deverá forjar uma nova consciência do significado dessa vida “em piloto automático”, com este vaivém constante, seguindo o eterno princípio da maior vantagem para si. Tal como toda interrupção do trânsito com objetos de desejo constrange a uma posição crítica sobre o significado deste vínculo, agora também seremos levados a nos perguntar sobre esta colonização expansiva do mundo, cuja marcha inexorável levou a natureza a nos questionar: “Quais seus limites? Qual a racionalidade social disso tudo? Quais os custos ambientais e de vidas humanas vocês estão dispostos a pagar para manter a ilusão de um individualismo exacerbado?”.     
   Naturalmente, o aprendizado dessa experiência negativa será muito diverso, pois alguns grupos sociais lucram com esta crise, outros aferram-se a leituras religiosas fundamentalistas baseando-se no conceito de castigo divino, e alguns tenderão a se fechar mais ainda em seu mundo, isolando-se de toda e qualquer responsabilização social.
    Espero, porém, que a maior parte da sociedade tenha uma visão crítica progressista, cobrando de si e dos outros um comprometimento maior com o bemestar social, percebendo o quanto a vida em sociedade significa, por si, uma dimensão inexpugnável e inelidível da vida individual no sentido mais próprio do termo.
   O isolamento social a que hoje nos vemos forçados pode ser lido como uma metáfora do quanto a negligência para com os serviços públicos de saúde significa o desprezo para com a vida de cada uma e cada um de nós em termos singulares.
  Os filósofos da Escola de Frankfurt, Theodor Adorno e Max Horkheimer, haviam concebido a destruição avassaladora da Segunda Guerra Mundial como um retorno violento da natureza recalcada, reprimida e mutilada. Tal como, segundo a psicanálise, desejos recalcados retornam sob a forma de sofrimento neurótico, todo o complexo natural pareceu retornar, furioso, nas centenas de bombas despejados sobre as metrópoles.
   Agora vemos, mais uma vez, porém de forma menos metafórica, a natureza cobrando um alto preço pelo esquecimento de que somos seres vivos, aliás muito frágeis, muito mais fracos que outros, invisíveis aos nossos olhos, mas muito mais poderosos que nós humanos, demasiadamente humanos.

*Verlaine Freitas é professor da UFMG e pesquisador do CNPq

Disponível em:<https://www.em.com.br/app/noticia/cultura/2020/ 03/28/interna_cultura,1133266/pandemia-nos-faz-questionar-nocao-de-individualidade-diz-filosofo-da.shtml>
Ao longo do texto, o autor se vale das oposições para discorrer sobre o assunto. Assinale a alternativa que não relaciona adequadamente o trecho à oposição por ele representada. 
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6

457941200260348
Ano: 2022Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de Ipuiuna - MGDisciplina: Direito ConstitucionalTemas: Estrutura Político-Administrativa do Estado | Estrutura dos Municípios

Para evitar projetos de lei e atos inconstitucionais, faz-se necessário dominar o artigo 29 da Constituição de 1988, atualizada e consolidada, conhecimento útil para responder a questão, a seguir.


O candidato Jamelão tem uma proposta de lei com fito de aumentar o número de vereadores no município hipotético de Rio Puro. Ocorre que o município tem cerca de 8 mil habitantes. Argumenta que o município já tem quase 12 mil habitantes. Nesse aspecto, a Constituição de 1988, atualizada e consolidada, apresenta o seguinte limite máximo de vereadores para municípios de 8 e 12 mil habitantes, respectivamente:

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7

457941201368556
Ano: 2022Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de Ipuiuna - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual

Pandemia nos faz questionar noção de individualidade
Verlaine Freitas*

    “Quem sou eu em meio ao oceano de pessoas do país e do mundo?” “O que representam bilhões de pessoas do planeta para mim, um mero indivíduo?”
     Essas perguntas, que nos rondam ocasionalmente como meras fantasias existenciais – sem respostas e sem desdobramentos práticos, meros índices das incertezas quanto ao sentido da existência individual e coletiva em um mundo cada vez mais individualista, repentinamente ganharam uma concretude avassaladora.
    A pandemia de COVID-19 nos mostra a densidade urgente, visceral e corpórea do tecido societário, expondo à luz do dia como falácias inadmissíveis os discursos baseados no mero esforço próprio, nas opções individuais, no interesse centrado na maximização do lucro em detrimento do bem-estar coletivo.
   [...]
  Vivemos atualmente um chamamento à concretude radical da negatividade do mundo, muito além da experimentada nas figuras dos vilões nos filmes, nas derrotas esportivas e nas notícias de guerras do outro lado do mundo.
   Ela deverá forjar uma nova consciência do significado dessa vida “em piloto automático”, com este vaivém constante, seguindo o eterno princípio da maior vantagem para si. Tal como toda interrupção do trânsito com objetos de desejo constrange a uma posição crítica sobre o significado deste vínculo, agora também seremos levados a nos perguntar sobre esta colonização expansiva do mundo, cuja marcha inexorável levou a natureza a nos questionar: “Quais seus limites? Qual a racionalidade social disso tudo? Quais os custos ambientais e de vidas humanas vocês estão dispostos a pagar para manter a ilusão de um individualismo exacerbado?”.     
   Naturalmente, o aprendizado dessa experiência negativa será muito diverso, pois alguns grupos sociais lucram com esta crise, outros aferram-se a leituras religiosas fundamentalistas baseando-se no conceito de castigo divino, e alguns tenderão a se fechar mais ainda em seu mundo, isolando-se de toda e qualquer responsabilização social.
    Espero, porém, que a maior parte da sociedade tenha uma visão crítica progressista, cobrando de si e dos outros um comprometimento maior com o bemestar social, percebendo o quanto a vida em sociedade significa, por si, uma dimensão inexpugnável e inelidível da vida individual no sentido mais próprio do termo.
   O isolamento social a que hoje nos vemos forçados pode ser lido como uma metáfora do quanto a negligência para com os serviços públicos de saúde significa o desprezo para com a vida de cada uma e cada um de nós em termos singulares.
  Os filósofos da Escola de Frankfurt, Theodor Adorno e Max Horkheimer, haviam concebido a destruição avassaladora da Segunda Guerra Mundial como um retorno violento da natureza recalcada, reprimida e mutilada. Tal como, segundo a psicanálise, desejos recalcados retornam sob a forma de sofrimento neurótico, todo o complexo natural pareceu retornar, furioso, nas centenas de bombas despejados sobre as metrópoles.
   Agora vemos, mais uma vez, porém de forma menos metafórica, a natureza cobrando um alto preço pelo esquecimento de que somos seres vivos, aliás muito frágeis, muito mais fracos que outros, invisíveis aos nossos olhos, mas muito mais poderosos que nós humanos, demasiadamente humanos.

*Verlaine Freitas é professor da UFMG e pesquisador do CNPq

Disponível em:<https://www.em.com.br/app/noticia/cultura/2020/ 03/28/interna_cultura,1133266/pandemia-nos-faz-questionar-nocao-de-individualidade-diz-filosofo-da.shtml>
Após a leitura do texto, é correto afirmar que o autor 
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8

457941200550806
Ano: 2022Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de Ipuiuna - MGDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Aritmética
Júlio, um estudante de Arquitetura, quer coletar certo número de tampinhas de refrigerantes para fazer uma experiência no chão de sua sala de aula. Basicamente, ele quer montar 100 fileiras com tampinhas, sendo a 1ª fileira com uma tampinha, a 2ª fileira com duas tampinhas, a 3ª fileira com três tampinhas e assim, sucessivamente, até a 100ª fileira. Sua ideia é construir um formato triangular com tampinhas no chão da sala, para provar uma teoria. Para isso, Júlio precisará de
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9

457941201902040
Ano: 2022Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de Ipuiuna - MGDisciplina: Matemática: Fundamentos e AplicaçõesTemas: Aritmética
Na aula de Ciências, Otávio precisou calcular a soma das frações 1/10 e 1/15. Como resultado, ele encontrou uma fração simplificada cujo numerador era igual a 1 e cujo denominador era igual a:
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10

457941200005052
Ano: 2022Banca: UnilavrasOrganização: Câmara de Ipuiuna - MGDisciplina: Direito ConstitucionalTemas: Estrutura Político-Administrativa do Estado | Estrutura dos Municípios
Avalie as seguintes ações:

I. legislar sobre assuntos de interesse local;

II. promover a proteção do patrimônio históricocultural local;

III. criar, organizar e suprimir distritos.

São competências dos municípios, art. 30 da Constituição Federal de 1988, atualizada e consolidada:


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