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Leia o texto para responder à questão.
Quando o efêmero dura
Uma das mais fabulosas tecnologias humanas é a escrita. Ela nos permitiu ampliar a memória para horizontes inimagináveis. Não fosse por ela, jamais teríamos atingido os níveis de acúmulo, transmissão e integração de conhecimento que logramos obter e, provavelmente, não diferiríamos muito de nossos ancestrais do Neolítico.
Uma tecnologia tão poderosa não poderia passar sem deixar marcas. De início, poucos dominavam as letras, de modo que saber ler e escrever se tornou uma distinção de classe social. À medida que surgiram tecnologias mais eficientes de reprodução (prensa) e o ensino público se popularizou, o alfabetismo se tornou quase universal.
No nível comportamental, havia uma divisão bastante clara entre a comunicação formal, calculada, destinada a durar (escrita), e aquela mais íntima, vaga (oral), que, justamente por não deixar traços, podia operar como uma sonda da sociabilidade, testando relacionamentos, fofocando, às vezes até zombando e insultando. O ex-presidente Temer apropriadamente matou a charada ao proclamar: “verba volant, scripta manent” (as palavras faladas voam, as palavras escritas permanecem).
O problema é que as tecnologias não pararam de evoluir, dando lugar a computadores, celulares, aplicativos de mensagem, redes sociais etc. As pessoas vêm cada vez mais usando a escrita para comunicar-se no registro informal, que contava com o caráter efêmero da fala. Pior, a reprodutibilidade e transmissão de diálogos privados se tornaram potencialmente infinitas, sem falar do hackeamento.
O resultado é uma explosão de curtos-circuitos sociais, nos quais mensagens concebidas para circular entre poucos ganham ampla difusão. Às vezes a divulgação é de interesse público, mas, em outros casos, ela só azeda amizades, compromete namoros ou intoxica o ambiente de trabalho. Vejo com certa preocupação a redução dos espaços de experimentação social, onde é lícito falar bobagem.
(Hélio Schwartsman. https://www1.folha.uol.com.br/colunas/helioschwartsman/2019 /11/quando-o-efemero-dura.shtml Adaptado.)
HÁBITOS SAUDÁVEIS E QUALIDADE DE VIDA
Para um indivíduo ter uma boa qualidade de vida, é fundamental a busca de hábitos saudáveis. Esses, não devem ser feitos esporadicamente, mas sim com frequência (para toda vida). A adoção desses hábitos saudáveis tem por objetivos a manutenção da saúde física e psicológica, aumentando a qualidade de vida.
PRINCIPAIS HÁBITOS SAUDÁVEIS:
- Alimentação balanceada, nutritiva e de acordo com as necessidades de cada organismo;
- Prática regular de atividades físicas; - Atividades ao ar livre e contato com a natureza;
- Não ter vícios (álcool, cigarro e outras drogas);
- Buscar se envolver em atividades sociais prazerosas e construtivas;
- Controlar e, na medida do possível, evitar o estresse;
- Valorizar a convivência social positiva;
- Estimular o cérebro com atividades intelectuais (leitura, teatro etc.);
- Buscar ajuda de profissionais da saúde quando apresentar doenças ou problemas psicológicos.
http://www.todabiologia.com/saude/habitos_saudaveis.htm
Com base na leitura do texto, assinale a alternativa correta.
Em banco de dados, diversos elementos são relevantes, desde o processo de modelagem, passando pelo processo de mapeamento, até a implementação. No entanto, apesar de muitos profissionais conhecerem de forma prática o uso de banco de dados, especialmente a linguagem SQL, esses profissionais desconhecem o aspecto teórico. Dessa forma, considere as definições a seguir.
I. Processo para analisar os esquemas de relação de dados tomando como referência as dependências funcionais e as chaves primárias, de modo a minimizar redundâncias e anomalias de inserção, exclusão e atualização.
II. Baseia-se no conceito de dependência transitiva, ou seja, considerando uma relação R qualquer, cada atributo não principal A em R for total e funcionalmente dependente da chave primária de R e não haver nenhum atributo não principal de R transitivamente dependente da chave primária.
III. Trata-se de um conceito baseado na em dependência funcional total, ou seja, considerando uma relação R qualquer, cada atributo não principal A em R é total e funcionalmente dependente da chave primária de R.
IV. Trata-se de um conceito que possibilita que o domínio de atributos seja apenas de valores atômicos. Os atributos multivalorados não são aprovados, ou seja, reprova relações como valores de atributo dentro de tuplas.
A partir dos elementos apresentados anteriormente, assinale a
alternativa que contempla a associação correta:
Leia um trecho do romance “A Madona de Cedro”, de Antonio Callado, para responder à questão.
No primeiro dia no Rio de Janeiro, Delfino Montiel quase se afogou. Ele tinha aprendido a nadar menino ainda no rio das Velhas, na fazenda de seu tio Dilermando. Mas a corrente dos rios é honesta e determinada, vai reta e sempre se disciplina pelas margens. O mar... Ora, quem vai entender o mar? Delfino largou-se para o mar no mesmo dia em que chegara ao Rio. Atravessou a areia e foi entrando no mar numa espécie de exaltação. Queria chorar com aquela frescura de água azul, queria abraçar e beijar o mar. A primeira onda que lhe veio ao encontro, Delfino a recebeu de braços abertos. Ela o derrubou numa cascata de areia e espuma. Ele bebeu água, muita, mas estava embriagado de mar.
Só quando já se achava sentado na areia, arquejante, entre uma súcia de curiosos, é que Delfino compreendeu que quase tinha morrido afogado. Um dos que o havia salvo era um rapagão simpático que lhe perguntou:
– Você donde é que veio, patrício, de Cabrobó1 ou Caixa Prego2?
– De Congonhas do Campo, respondeu Delfino ingenuamente.
Muita gente riu em torno dele.
– Pois, se você ainda quer rever Congonhas, trate o mar com mais desconfiança.
Enquanto o rapaz se afastava, Delfino notou principalmente o riso de uma menina de cabelos cor de mel. Ele a notou porque a menina não queria exatamente rir, com pena dele que estava, mas sua companheira ria tão à vontade que ela não podia deixar de acompanhá-la.
Com os olhos fitos nela, Delfino a foi acompanhando com a vista enquanto a menina entrava no mar. Viu logo que era uma amiga íntima do mar. Viu-a furar uma primeira onda, ligeira e exata como uma agulha mergulhando na dobra azul de um pano. Quando ela se levantou do mergulho, o cabelo cor de mel estava preto e grudado ao pescoço, preto-esverdeado, como se ela tivesse voltado mais marinha do fundo do mar.
(Record/Altaya. Adaptado)
1Cabrobó é uma cidade pernambucana no sertão do São Francisco.
2Caixa Prego significa lugar muito distante, longínquo.
3 MOTIVOS CIENTÍFICOS PARA VOCÊ CONTINUAR SOLTEIRO
Carol Castro, 23 de maio de 2014
Ter companhia para ver um filme de conchinha numa noite chuvosa é bom. Marcar um jantar romântico também. Namorar tem suas vantagens. E desvantagens também. Se você anda considerando engatar num namoro é bom repensar: a ciência apresenta três motivos para fazer você ficar solteiro por mais tempo.
NAMORAR FAZ VOCÊ ENGORDAR:
Dizem que se o casal engordar junto é sinal de felicidade. Mas, em geral, segundo uma pesquisa de uma farmácia online britânica, não é o que acontece. Eles entrevistaram homens e mulheres que namoravam há mais de um ano e checaram se eles haviam ganhado peso. As mulheres ganhavam, em média, 3 quilos nos primeiros 12 meses de amor. Já os homens tendiam a emagrecer.
PERDER DOIS BONS AMIGOS:
Essa dói. Pesquisadores da Universidade de Oxford perguntaram a 540 pessoas sobre o círculo de amigos mais próximos – e como isso mudou depois do início do namoro. A maioria deles havia se distanciado de dois grandes amigos. Parece pouco, mas não é. Segundo a pesquisa, a gente tem só cinco amigões de verdade. Então, perder dois deles é coisa para caramba. A culpa é mesmo da paixão: você troca as baladas pelo cinema, o bar com os amigos pela noite de conchinha. E assim os amigos ficam em segundo plano.
E PODE TE DEIXAR DOENTE:
Mas só se rolar muita briga. Um estudo americano contou com a participação de 37 casais e descobriu que o sistema imunológico dos briguentos era pior. Os voluntários doaram amostras de sangue e tiveram de deixar um dispositivo a vácuo criar machucados bem pequenos, de 8 milímetros, no antebraço. Na sequência, os casais sentaram e passaram um tempo conversando. Os pesquisadores anotaram quais eram as duplas mais esquentadinhas – e que mais se irritavam um com o outro. E perceberam que essa turma precisava de mais tempo para curar os machucados. A culpa pode ser da faltade ocitocina. Durante um abraço ou troca de carinhos, a quantidade desse hormônio aumenta no corpo. E ela parece estar relacionada também ao fortalecimento do sistema de defesa do organismo. Ou seja, os mais briguentos passam menos tempo se amando e produzem menos ocitocina.
E aí, vale a pena namorar?
http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/
DECLARAÇÕES DE AMOR NO FACEBOOK TORNAM VOCÊ CHATO
Carol Castro, 27 de junho de 2014
É o que diz uma pesquisa americana. Benjamin Lee, professor de psicologia do Harverford College, e sua equipe entrevistaram 200 usuários de Facebook para saber como estava o namoro deles. Os voluntários também permitiram acesso ao perfil deles na rede. Em seguida, uma equipe de pesquisadores avaliou essas páginas e julgou a felicidade do casal. E perceberam o óbvio: quanto mais fotos juntos e declarações de amor, mais feliz e unido o casal parece (e, segundo as entrevistas, esse pessoal estava mesmo mais satisfeito com o relacionamento).
Num segundo momento, os pesquisadores criaram páginas falsas na rede social, cheias de atualizações e fotos, e pediram a 100 voluntários para avaliar o conteúdo dos perfis. E, ok, mais uma vez eles julgaram os casais melosos como os mais felizes. MAS também acharam o perfil desse pessoal muito mais chato… principalmente daqueles que postavam MUITAS selfies a dois, cheios de <3 e declarações.
Era de se esperar, não? Excesso de qualquer coisa sempre enche o saco.
http://super.abril.com.br/blogs/cienciamaluca/
Observe as formas verbais em destaque no trecho abaixo.
“Em seguida, uma equipe de pesquisadores avaliou essas páginas e julgou a felicidade do casal”.
Assinale a alternativa que contém a adequada análise da concordância* que se estabelece entre as mesmas e o(s) seu(s) subordinante(s).
* Ao falarmos sobre a concordância verbal, estamos nos referindo à relação de dependência estabelecida entre um termo e outro mediante um contexto oracional. Desta feita, os agentes principais desse processo são representados pelo sujeito, que no caso funciona como subordinante; e o verbo, o qual desempenha a função de subordinado.
http://www.brasilescola.com/gramatica/concordancia-verbal.htm