Logo
QuestõesDisciplinasBancasDashboardSimuladosCadernoRaio-XBlog
Logo Questionei

Links Úteis

  • Início
  • Questões
  • Disciplinas
  • Simulados

Legal

  • Termos de Uso
  • Termos de Adesão
  • Política de Privacidade

Disciplinas

  • Matemática
  • Informática
  • Português
  • Raciocínio Lógico
  • Direito Administrativo

Bancas

  • FGV
  • CESPE
  • VUNESP
  • FCC
  • CESGRANRIO

© 2026 Questionei. Todos os direitos reservados.

Feito com ❤️ para educação

Logoquestionei.com
  1. Início/
  2. Questões

Questões

Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!

Filtros

Disciplina
Tema
Cargo
Dificuldade
Banca
Ano
Organização

Excluir questões:

Filtrar por:

Seus filtros aparecerão aqui.

10 por página

1

457941201956257
Ano: 2024Banca: ICECEOrganização: Prefeitura de Aratuba - CEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Análise Textual
QUEM PECOU NÃO PEQUE MAIS – RACHEL DE QUEIROZ

    O mais difícil há de ser a escolha do que é bem e do que é mal; cada um tem que consultar a própria consciência e ver a qualidade do seu erro, onde foi que traiu o espírito ou traiu a carne, pois a carne também tem suas leis e a sua ética. Aquele que peca de gula, por exemplo, peca contra a carne. E aquele que mente, é claro que peca contra o espírito. E quem diz que ama sem amar, simulando os gestos do amor sem sentir, peca ao mesmo tempo contra a carne e contra o espírito, porque aí são o corpo e alma os ofensores – ou os ofendidos. Disse acima que pecam os que mentem, mas há os que mentem e não pecam. Sua mentira não é jocosa, nem oficiosa, nem perniciosa – e são só essas três as qualidades de mentiras padronizadas pelo catecismo. Digamos que é mentira poética ou mentira artística, embora os mentirosos dessas mentiras não as ponham no papel impresso, nem na tela, nem no mármore. Dispersam as invenções pelas conversas de café, de salão e de esquina. São homens de coração piedoso e imaginação ardente, e se compadecem e buscam evasão desta feiura de mundo em que vivemos; criam por isso um jardim de mentiras e convidam os seus amigos a colher flores naquele jardim. Falam de riquezas que nunca tiveram, de amores que nunca sentiram, viagens que nunca viajaram. Inventam terras que não existem, façanhas jamais executadas por heróis que ainda não nasceram; ou se encarnam eles próprios nesse herói nonato, fardam-se de pirata ou de cavaleiro, embarcam na galera aventurosa ou cavalgam o negro corcel. Para esses mentirosos não há pecado, naturalmente. E talvez no seu céu encontrem realizadas todas as esplêndidas mentiras com que sonharam e fizeram os outros sonhar. Pecam, sim, os que mentem para colher proveito, os que levantam falso testemunho, os que se gabam por vaidade ou por impostoria. Quantos aos que bebem, pecam os que bebem para encher a tripa. Mas não os que bebem na ânsia de encher um coração vazio ou para saciar a alma ressequida. Desses sei de certeza que têm igualmente no céu o seu lugar reservado – um recanto plantado de girassóis e lírios que cheiram a lança-perfume. E lá os bêbedos gozam da bem-venturança, sem ressaca nem aspirina, declamando poemas, fazendo confidências, chorando mágoas alcoólicas, debruçados sobre o alvo ombro de seu anjo da guarda. Pecam os cobiçosos, os que se afadigam atrás de dinheiro e poder. Mas não sei se fará parte dessa mesma feia ambição o desejo de possuir a terra, de agarrar-se à terra. Porque a terra é o nosso princípio e o nosso fim, e possuí-la ser dono dela, ter de seu um pedaço de chão, é um pouco como voltar ao ventre de nossa mãe, ou aumentar aquele chão à nossa carne e ao nosso sangue. Direi que é quase como o mistério do amor, esse aumento de uma outra coisa viva ao nosso ser vivo, é uma outra maneira de nos prolongarmos, de continuarmos, nos reproduzindo em plantas e em bichos, como nos reproduzimos em filhos. Não, nada com a terra pode ser pecado. Enfim, pecam sem remissão os mesquinhos, os covardes – quero dizer, os covardes que usam a fraqueza dos outros para exercício da sua crueldade. Pois aqui também cabe uma ressalva: os medrosos não pecam, antes pecam os bravos porque são arrogantes. O medo é o mais antigo e fiel companheiro do homem e é o medo que nos faz conhecer nossas limitações e nos torna humildes. E não há outra virtude que mais agrade ao céu do que a humildade, nem outro pecado mais desagradável do que a soberba. (...) No fim de tudo, a verdade positiva é que só o homem, lá dentro do seu coração, sabe quando pecou. Ele é que cria o seu bem e o seu mal; e muitas vezes peca fazendo bem, porque o tem como mal e, sendo a sua intenção de malícia, pode ter toda a aparência de bem, que não será.

Na frase, “Ele é que cria o seu bem e o seu mal; e muitas vezes peca fazendo bem, porque o tem como mal e (...)”. O termo em destaque pode ser substituído, sem perder o sentido do contexto, por:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

2

457941201936105
Ano: 2024Banca: ICECEOrganização: Prefeitura de Aratuba - CEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Ortografia | Parônimos e Homônimos

Complete as frases abaixo de acordo com o uso correto dos homônimos: 


I. ________ minha mãe para ir ao shopping.

II. O musicista ________ muito bem.

III. O moço ________ o som.

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

3

457941201143783
Ano: 2024Banca: ICECEOrganização: Prefeitura de Aratuba - CEDisciplina: Direito PenalTemas: Preconceito de Raça ou Cor - Lei nº 7.716/1989 | Legislação Penal Especial
A Lei Federal 14.532/2023 alterou a Lei Federal 7.716/89 para incluir o artigo 2º-A, tipificando a injúria contra pessoa por motivo de discriminação ou preconceito com pena de:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

4

457941201764758
Ano: 2024Banca: ICECEOrganização: Prefeitura de Aratuba - CEDisciplina: Direito AmbientalTemas: Responsabilidade Ambiental | Lei de Crimes Ambientais - Lei nº 9.605/1998

Com base na Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal n.º 9.605/1998), julgue os itens que se seguem.


I. A responsabilidade das pessoas jurídicas afasta a responsabilização das pessoas físicas, autoras, coautoras ou partícipes do mesmo fato.


II. Aquele que concorre, de qualquer forma, para a prática dos crimes ambientais, incide nas penas a estes cominadas, na medida da sua culpabilidade.


Assinale a opção correta.

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

5

457941200547713
Ano: 2024Banca: ICECEOrganização: Prefeitura de Aratuba - CEDisciplina: Informática BásicaTemas: Sistemas Operacionais | Microsoft Windows | Atalhos de Teclado

O sistema operacional Windows é conhecido por sua variedade de atalhos de teclado que podem melhorar a eficiência e produtividade do usuário. Um desses atalhos é o Ctrl+Shift+N, que é especialmente útil ao navegar na web ou gerenciar arquivos e pastas. Este atalho desempenha uma função específica que pode simplificar certas tarefas do usuário.


Quando um usuário pressiona as teclas Ctrl+Shift+N simultaneamente na área de trabalho do ambiente Windows, o que acontece?

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

6

457941200813771
Ano: 2024Banca: ICECEOrganização: Prefeitura de Aratuba - CEDisciplina: Legislação Municipal (Ceará)Temas: Legislação Municipal de Aratuba | Lei nº 701/2023 - Guarda Municipal de Aratuba

De acordo com a Lei Municipal nº 701/2023 de Aratuba - CE, analise as informações a seguir, no que diz respeito aos requisitos básicos para preencher o cargo de Guarda Municipal:


I. Ter idade máxima de 35 anos incompletos.


II. Ensino Superior Completo.


III. Ser brasileiro nato ou naturalizado.


Marque a alternativa CORRETA:

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

7

457941201474966
Ano: 2024Banca: ICECEOrganização: Prefeitura de Aratuba - CEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso do Hífen | Ortografia
Assinale a alternativa em que o uso do hífen está correto de acordo com o uso gramatical atualizado. 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

8

457941202068287
Ano: 2024Banca: ICECEOrganização: Prefeitura de Aratuba - CEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual
ASSALTOS INSÓLITOS – Affonso Romana de Sant’Anna 


    Assalto não tem graça nenhuma, mas alguns, contados depois, até que são engraçados. É igual a certos incidentes de viagem, que quando acontecem deixam a gente aborrecidíssimo, mas depois, narrados aos amigos num jantar, passam a ter um sabor de anedota. Uma vez me contaram de um cidadão que foi assaltado em sua casa. Até aí, nada demais. Tem gente que é assaltada na rua, no ônibus, no escritório, até dentro de igrejas e hospitais, mas muitos o são na própria casa. O que não diminui o desconforto da situação. Pois lá estava o dito-cujo em sua casa, mas vestido em roupa de trabalho, pois resolvera dar uma pintura na garagem e na cozinha. As crianças haviam saído com a mulher para fazer compras e o marido se entregava a essa terapêutica atividade, quando, da garagem, vê adentrar pelo jardim dois indivíduos suspeitos. Mal teve tempo de tomar uma atitude e já ouvia: - É um assalto, fica quieto senão leva chumbo. Ele já se preparava para toda sorte de tragédias quando um dos ladrões pergunta: Cadê o patrão? Num rasgo de criatividade, respondeu: - Saiu, foi com a família ao mercado, mas já volta. Então, vamos lá dentro, mostre tudo. Fingindo-se, então, de empregado de si mesmo, e ao mesmo tempo para livrar sua cara, começou a dizer: - Se quiserem levar, podem levar tudo, estou me lixando, não gosto desse patrão. Paga mal, é um pão-duro. Por que não levam aquele rádio ali? Olha, se eu fosse vocês levavam aquele som também. Na cozinha tem uma batedeira ótima da patroa. Não querem uns discos? Dinheiro não tem, pois ouvi dizerem que botam tudo no banco, mas ali dentro do armário tem uma porção de caixas de bombons, que o patrão é tarado por bombom. Os ladrões recolheram tudo o que o falso empregado indicou e saíram apressados. Daí a pouco chegavam a mulher e os filhos. Sentado na sala, o marido ria, ria, tanto nervoso quanto aliviado do próprio assalto que ajudara a fazer contra si mesmo. 
    No ônibus irrompe, de repente, um grupo de três pivetes que começam a colher das pessoas dinheiro, brincos, pulseiras e relógios. E tudo, como sempre, muito rápido, mas na hora parece uma eternidade. Aí passam por uma mulata e lhe pedem o dinheiro da bolsa. Ela diz que só tem quinhentos cruzeiros. O ladrão, num rasgo de generosidade, lhe diz: - Pode ficar, você está pior do que eu. Outro assaltante, no entanto, adverte: - Tira os brincos dela. Devem ser de lata - diz o ladrão. Insultada, e colocando-se em brios, a mulata começa a desatarraxar os brincos e diz injuriada: - Olha aqui, são de ouro, ouviu? Ganhei de minha sobrinha que veio de Salvador. E jogou os brincos na sacola do ladrão.
    Uma amiga ia encostando seu carro na esquina da Farme de Amoedo. Um tipo com ar desses que tomam conta de carro na rua começou a ajudar para que ela estacionasse o veículo. O carro no lugar, ela desliga a chave, mas na hora em que ia abrir a porta, percebeu que o guardador do carro dificultava a sua saída. Não era um guardador de carro, era um ladrão. E o pior, usava para o assalto uma arma jamais vista nessas situações. Abriu um jornal cheio de {fezes} e disse: - Se não passar a grana, lambuzo a senhora toda. Ela não teve alternativa. Ainda sentada ao volante abriu a carteira e tirou várias notas e deu ao assaltante, parecendo aos demais que apenas adiantava o pagamento do estacionamento. 
    Lá ia pelo calçadão de Copacabana uma jovem senhora para a sua caminhada matinal. Ia de bermuda, com o seu cachorrinho branco na coleira e com uma bela blusa que havia comprado numa liquidação na véspera. Vai andando, desviando-se de uma bicicleta ou outra, passando por um ginasta ou outro, quando vê caminhando em sua direção duas {pessoas}, que com um jeito íntimo lhe dirigem a palavra: - Bonita blusa, queridinha! Ela já ia sorrir agradecendo o elogio quando as duas {pessoas}, já convertidas em ladrões, mas ainda sorrindo, dizem: - Quer me dar essa blusa? Claro que ela não queria. Mas mostraram-lhe uma arma e tornaram a exigir a blusa. Mas estou sem sutiã, vou ficar nua! ponderou a vítima. Ora, queridinha, vista-se com o seu cachorro. E assim foi. Dada a blusa, a jovem senhora afastou-se abraçada ao seu cãozinho branco e peludo que lhe cobria na luminosa manhã de Copacabana.
O título da crônica apresentada de Affonso Romana de Sant’Anna, “Assaltos insólitos”, relacionado ao descrito na narrativa, significa:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

9

457941200005001
Ano: 2024Banca: ICECEOrganização: Prefeitura de Aratuba - CEDisciplina: Direito AdministrativoTemas: Princípios da Administração Pública | Princípios da Administração Pública: Legalidade, Impessoalidade, Moralidade, Publicidade e Eficiência | Regime Jurídico Administrativo
São princípios básicos da Administração Pública previstos na Constituição Federal, EXCETO: 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

10

457941201222633
Ano: 2024Banca: ICECEOrganização: Prefeitura de Aratuba - CEDisciplina: Ciência PolíticaTemas: Elementos Constitutivos do Estado
A compreensão do conceito de Povo é pré-requisito para compreensão do Estado e consequentemente da Administração Pública. Em relação à noção de Povo, é correto afirmar que:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Logoquestionei.com