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Homem, 40 anos, com história de dispneia progressiva há cerca de seis meses. Etilista crônico. Em uso de Furosemida 80 mg ao dia, Enalapril 40 mg ao dia, Carvedilol 12,5 mg ao dia.
Exame físico: FC= 96 bpm; arrítmico; TA= 140/80 mmHg.
MVBD com creptos em 1/3 inferior de ambos HTx.
Apresentava sopro sistólico em foco mitral grau III.
Extremidades: edema +++ em MMII.
Ecocardiograma transtorácico: Diâmetro diastólico= 63 mm; Diâmetro sistólico= 54 mm; FE= 27%;
Valva mitral com aspecto morfológico normal, apresentando falha de coaptação dos folhetos e insuficiência importante.
Holter 24h: extrassístoles ventriculares frequentes, taquicardia ventricular não sustentada.
Considerando esse caso clínico, a melhor conduta para esse paciente é aumentar a dose
As Reformas Sanitária e Psiquiátrica no Brasil apontam um novo caminho na perspectiva do cuidado das pessoas com sofrimento psíquico, a exemplo da constituição dos Centros de Atenção Psicossocial (CAPS), assim como uma nova postura da família que as abriga e cuida, considerando o aumento da proximidade e do convívio, não só no contexto familiar, mas também com a comunidade em que vivem.
Sobre o cuidado às pessoas com sofrimento psíquico, é correto afirmar que
Paciente 50 anos, portador cardiopatia reumática, em uso Varfarina Sódica, é levado à Policlínica com relato de ter acordado apresentando alteração visual e incoordenação da marcha. À avaliação inicial, evidencia disartria grave, hemianopasia homônima direita completa, hemihipoestesia à direita, e ataxia da marcha, NIHSS 8. É realizada tomografia computadorizada de crânio sem evidências de lesão isquêmica ou hemorrágica aguda. Após a liberação da regulação para transferência do paciente para a unidade de terapia intensiva do Hospital Geral, o paciente apresenta vômito, seguido de broncoaspiração, e posterior insuficiência respiratória. Antes de se conseguir proceder com a entubação orotraqueal, o paciente evolui para parada cardiorrespiratória em atividade elétrica sem pulso, sendo iniciadas e mantidas as manobras de ressuscitação cardiorrespiratória por 30 minutos, sem retorno à circulação espontânea, sendo então constatado o óbito.
Ao preencher a declaração de óbito, a causa básica do óbito deve constar como