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457941200921647
Ano: 2019Banca: AMAUCOrganização: Prefeitura de Irani - SCDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: Ensino de Língua Estrangeira | Temas Pedagógicos
O processo de ensino de LE é indiscutivelmente mais complexo do que a Língua Materna (doravante LM). Isso acontece, principalmente, em função da falta de intimidade do aluno com o idioma estrangeiro. Trabalhos com a LI que façam uso de músicas - que são representações culturais e que devem ser analisadas pelo professor com antecedência, antes de propor atividades -, podem ser um recurso interessante e motivador para o alunado. As letras das músicas são textos mais atrativos para serem estudados, por contarem com ritmo e chamar mais a atenção que os demais.

Assinale a alternativa que não é verdadeira.
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2

457941201265483
Ano: 2023Banca: AMAUCOrganização: Prefeitura de Irani - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Sintática | Sintaxe

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'Odeio a palavra inclusão. Já estou aqui, não quero que me incluam em lugar nenhum'


Julia Risso fala com clareza e pausadamente. Sua voz demonstra seus anos de treinamento antes de se tornar locutora.

Ela diz que sempre se desvia do assunto durante as conversas e escolhe com cuidado cada uma de suas frases. E está convencida de que odeia a palavra 'inclusão'; ela prefere a palavra 'socializar'.

Risso tem 28 anos de idade, nasceu com uma má formação genética na coluna que a transformou em uma pessoa baixinha, como ela diz, com ternura.

Ela mora em San Miguel del Monte, a cerca de 110 km da capital argentina, Buenos Aires. Lá, trabalha como professora de teatro.

A jovem se autodefine como ativista deficiente. Ela apresenta o podcast Les otres, está prestes a publicar um livro de ficção autobiográfico e, no mês de abril, apresentou uma palestra na 47ª Feira Internacional do Livro de Buenos Aires sobre como romper as barreiras sociais que aprofundam a desigualdade.

Acho que sou uma pessoa incapacitada pela sociedade. Não sou eu que tenho deficiência. Incapacitam-me quando instalam um banheiro e eu não entro ou o vaso sanitário é alto para mim. Ou quando vou ao supermercado, a gôndola mede 1,80 metro e a erva-mate que eu gosto está em cima de tudo.

E a sociedade não incapacita somente a mim, mas também a uma pessoa mais alta que não consegue levantar seus braços ou outra que carrega uma criança e não alcança alguma coisa.

Sou uma mulher, sou branca e também sou deficiente. De qualquer forma, acredito que o mais difícil é que a sociedade entenda que o problema, na verdade, são os outros, não somos nós.

Para falar de forma mais teórica, o modelo social da deficiência entende que a deficiência é uma construção social, não é um tema individual, não é um problema que exige que se cure uma pessoa.

O entorno é que precisa se adaptar para que essa pessoa possa viver com a maior autonomia possível. Mesmo assim, acho que este conceito não encerra a discussão sobre a ideologia da normalidade.

Uma mulher de 42 anos me escreveu no Instagram para contar que tentava ter um filho ou uma filha e seu médico advertiu que, se decidisse ter um bebê, ele poderia ter risco de nascer com deficiência. Ela se assustou muito.

E eu disse: "Que forma de assustar uma pessoa que decide ter um filho, e o medo seja que ele tenha deficiência!" Depois achei que o médico talvez tivesse razão... mas, logo lembrei que minha mãe me teve com 32 anos, não tinha mais de 40.

Quem tem risco de ter deficiência? Até certo ponto, todos nós temos risco. Talvez todos nós cheguemos a ser velhos e, se isso acontecer, o corpo se deteriore. Existem pessoas que, do nada, têm uma doença incapacitante e passam a usar cadeira de rodas. A vida tem uma porção de circunstâncias que fazem você ficar deficiente em algum momento.

Quem tem medo de ser deficiente não deve nascer, pois a condição humana é frágil. Existe um medo de que discriminem esse filho ou filha. Penso no meu pai, que tinha pavor de que me tratassem mal, que me enganassem. Antes me aborrecia, mas agora entendo o que ele sentia. Minha mãe precisou educar não só a mim, mas também ao meu pai e a todos os demais para que percebessem que estavam criando uma menina autônoma.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz4nved839eo. Adaptado.

Sou uma mulher, sou branca e também sou deficiente. De qualquer forma, acredito que o mais difícil é que a sociedade entenda que o problema, na verdade, são os outros, não somos nós.

O número de ORAÇÕES presentes na frase é de:
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3

457941200549249
Ano: 2023Banca: AMAUCOrganização: Prefeitura de Irani - SCDisciplina: Língua InglesaTemas: Compreensão de Texto

O texto seguinte servirá de base para responder a questão.


(1º§) Arthritis and osteoporosis are long-term conditions that affect your bones. Arthritis causes swelling and inflammation. Osteoporosis develops as a result of decreased bone mass and density, and can lead to fractures.

(2º§) Jane Atkinson looks at ways to keep your bones and joints healthy. Regular, low-impact exercise can help in the battle against joint pain. Nuffield Health has launched a free joint pain programme to help sufferers lead a more independent life - and you don't even need to be a paying member of the gym to join up. As well as exercises, it offers lifestyle tips and uses relaxation techniques to try to help with pain so those affected can sleep.

(3º§) The programme, which lasts six months, has proven results. Of those who completed it, 69 per cent say they have improvements in mobility, pain, general fitness levels and overall quality of life. Among participants who were in such pain they couldn't work, 30 per cent were able to return after week 12. Working out what supplements you need and how much you need is not always easy.

(4º§) Osteo Complete is a bone health complex that includes calcium, vitamin D3, zinc, boron and copper. These elements work together to help maintain your musculoskeletal system, which supports the body and its movements. Vitamin D3 is crucial for the absorption of calcium. The minerals magnesium and zinc contribute to normal protein synthesis, while copper helps maintain connective tissues.

(5º§) These very tasty vanilla-flavoured tablets are a good alternative for people who do not like swallowing pills as you can chew them. 240 chewable tablets, £18.95, healthspan.co.uk.

(6º§) The world has gone mad for collagen. There are different types, but for bone health the best is Type I. It provides structure to your skin, bones, tendons and ligaments. The change is not instant. Take it regularly and it could take a year to achieve the full results, but if you are persistent it does work. I like Correxiko Marine Collagen Type I. It comes from the skin of deep-sea fish, caught off the coast of Canada.

(7º§) It is an unflavoured powder that you bung in water or a coffee. Lisa Snowdon says her menopausal and age-related aches and pains have gone since she started using it. £39.95 for a 42-day supply, correxiko.com.


(adapted) https://www.thesun.co.uk/health/22499522/we-test-p ills-collagen-products-keep-bones-healthy/ (adapted) ts-keeeppboneeshealthy/ k/health/22499522/we-test-pills-collagen-products-keep-bones-healthy/
Based on the information provided in paragraph 6, what can be inferred about the effectiveness of taking Correxiko Marine Collagen Type I for bone health? Select the CORRECT alternative.
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4

457941201472000
Ano: 2023Banca: AMAUCOrganização: Prefeitura de Irani - SCDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários
Literatura é uma área de conhecimento de suma importância para a formação e desenvolvimento humano, não somente pela gratuidade e entretenimento que a ficção proporciona, mas por possibilitar aos leitores refletirem sobre si e sobre o mundo, porque vivenciam situações que são da ficção, mas que tem inspiração na condição humana. (...) O ensino da literatura forma uma visão crítica acerca da história, do homem e do mundo. O ensino de literatura em sala de aula permite viagens imaginárias, abstração, deleite, possibilitando lidar com o inapreensível, com a crítica apontada nos textos literários de diversas épocas e de diversos autores, sem precisar fazer deslocamentos físicos, para desfrutar das potencialidades inerentes à arte literária e as possibilidades de seus efeitos junto aos discentes / interlocutores. (...)

(COELHO, N. N. Literatura Infantil: teoria - análise - didática. São Paulo: Ática, 1997.) (Texto adaptado)


Nesse abrangente contexto, julgue as assertivas com V(Verdadeiro) ou F(Falso):

(__)A Literatura é considerada um bem cultural cujo acesso contribui para o desenvolvimento da educação estética, da sensibilidade, da concentração, dos aspectos cognitivos e linguísticos, do exercício da imaginação, além, de favorecer o acesso aos diferentes saberes sobre a cultura de povos e lugares desconhecidos, seja do universo fictício ou do real.

(__)Entre os objetivos do ensino da literatura, podem ser citados: Refletir sobre a leitura literária na escola, tendo como ponto de partida as experiências dos professores/alunos em suas práticas docentes. Desenvolver estratégias para a mediação da leitura do texto literário, tendo em vista a formação de leitores críticos.

(__)O professor de literatura é um locutor intelectual que se insere num contexto sociocultural.

(__)O professor de literatura pode elaborar propostas didáticas de práticas de leituras literárias, contemplando a historiografia de cada obra literária a que se propõe trabalhar.


Marque a alternativa com a opção correta.
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5

457941201157753
Ano: 2023Banca: AMAUCOrganização: Prefeitura de Irani - SCDisciplina: Pedagogia e DidáticaTemas: História da Educação no Brasil | Educação como Processo Histórico
Julgue as sentenças abaixo como Verdadeiras (V) ou Falsas (F):

1.(__)A presença do inglês no Brasil ganhou mais força no século XX, especialmente após a Segunda Guerra Mundial, com o desenvolvimento da economia e a expansão das relações internacionais.

2.(__)Muitas músicas, filmes, séries e livros em inglês são consumidos e apreciados pelos brasileiros, que utilizam a língua como uma forma de entretenimento, expressão artística e conexão com diferentes culturas ao redor do mundo.

3.(__)O uso do inglês no português brasileiro se limita à apropriação de palavras e expressões.


A sequência CORRETA é:
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6

457941200208063
Ano: 2023Banca: AMAUCOrganização: Prefeitura de Irani - SCDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Vacinação | Cronograma de Vacinação
Com base nas vacinas para gestantes, assinale a alternativa CORRETA que corresponde ao intervalo recomendado entre as doses para difteria e tétano (dT).
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7

457941200471062
Ano: 2023Banca: AMAUCOrganização: Prefeitura de Irani - SCDisciplina: Educação Física e EsportesTemas: Esportes
Na modalidade salto em altura, o objetivo dos atletas é saltar por cima da barra sem derrubá-la. Determinada a altura para tentativa do salto, cada atleta tem direito a:

Marque a alternativa CORRETA.
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8

457941200131945
Ano: 2023Banca: AMAUCOrganização: Prefeitura de Irani - SCDisciplina: Educação Física e EsportesTemas: Esportes
A professora Virna propôs um jogo aos seus alunos como forma de aprender o posicionamento dos jogadores em quadra no voleibol. Ao comando da professora, eles deveriam ocupar as devidas posições em consonância com a regra oficial do vôlei. De início, a professora pediu que três alunos ao longo da extensão da rede, formassem a linha de frente ocupando as posições "frente-esquerda", "frente central" e "frente-direita", logo respectivamente ocuparam as posições de número:


Marque a alternativa CORRETA.
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9

457941202016309
Ano: 2023Banca: AMAUCOrganização: Prefeitura de Irani - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Flexão de Tempo Verbal | Flexão de Modo Verbal | Emprego do Infinitivo
Os níveis de taurina 'diminuem' com a idade em diferentes espécies, 'incluindo' os seres humanos.


Conjugando os verbos destacados no futuro do pretérito do indicativo e no infinitivo impessoal, TEM-SE:
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10

457941201245300
Ano: 2023Banca: AMAUCOrganização: Prefeitura de Irani - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Regência Verbal e Nominal | Termos Essenciais da Oração | Sintaxe | Termos Integrantes: Predicativo do Sujeito e do Objeto

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


'Odeio a palavra inclusão. Já estou aqui, não quero que me incluam em lugar nenhum'


Julia Risso fala com clareza e pausadamente. Sua voz demonstra seus anos de treinamento antes de se tornar locutora.

Ela diz que sempre se desvia do assunto durante as conversas e escolhe com cuidado cada uma de suas frases. E está convencida de que odeia a palavra 'inclusão'; ela prefere a palavra 'socializar'.

Risso tem 28 anos de idade, nasceu com uma má formação genética na coluna que a transformou em uma pessoa baixinha, como ela diz, com ternura.

Ela mora em San Miguel del Monte, a cerca de 110 km da capital argentina, Buenos Aires. Lá, trabalha como professora de teatro.

A jovem se autodefine como ativista deficiente. Ela apresenta o podcast Les otres, está prestes a publicar um livro de ficção autobiográfico e, no mês de abril, apresentou uma palestra na 47ª Feira Internacional do Livro de Buenos Aires sobre como romper as barreiras sociais que aprofundam a desigualdade.

Acho que sou uma pessoa incapacitada pela sociedade. Não sou eu que tenho deficiência. Incapacitam-me quando instalam um banheiro e eu não entro ou o vaso sanitário é alto para mim. Ou quando vou ao supermercado, a gôndola mede 1,80 metro e a erva-mate que eu gosto está em cima de tudo.

E a sociedade não incapacita somente a mim, mas também a uma pessoa mais alta que não consegue levantar seus braços ou outra que carrega uma criança e não alcança alguma coisa.

Sou uma mulher, sou branca e também sou deficiente. De qualquer forma, acredito que o mais difícil é que a sociedade entenda que o problema, na verdade, são os outros, não somos nós.

Para falar de forma mais teórica, o modelo social da deficiência entende que a deficiência é uma construção social, não é um tema individual, não é um problema que exige que se cure uma pessoa.

O entorno é que precisa se adaptar para que essa pessoa possa viver com a maior autonomia possível. Mesmo assim, acho que este conceito não encerra a discussão sobre a ideologia da normalidade.

Uma mulher de 42 anos me escreveu no Instagram para contar que tentava ter um filho ou uma filha e seu médico advertiu que, se decidisse ter um bebê, ele poderia ter risco de nascer com deficiência. Ela se assustou muito.

E eu disse: "Que forma de assustar uma pessoa que decide ter um filho, e o medo seja que ele tenha deficiência!" Depois achei que o médico talvez tivesse razão... mas, logo lembrei que minha mãe me teve com 32 anos, não tinha mais de 40.

Quem tem risco de ter deficiência? Até certo ponto, todos nós temos risco. Talvez todos nós cheguemos a ser velhos e, se isso acontecer, o corpo se deteriore. Existem pessoas que, do nada, têm uma doença incapacitante e passam a usar cadeira de rodas. A vida tem uma porção de circunstâncias que fazem você ficar deficiente em algum momento.

Quem tem medo de ser deficiente não deve nascer, pois a condição humana é frágil. Existe um medo de que discriminem esse filho ou filha. Penso no meu pai, que tinha pavor de que me tratassem mal, que me enganassem. Antes me aborrecia, mas agora entendo o que ele sentia. Minha mãe precisou educar não só a mim, mas também ao meu pai e a todos os demais para que percebessem que estavam criando uma menina autônoma.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz4nved839eo. Adaptado.

Julia Risso fala com clareza e pausadamente. Sintaticamente, é CORRETO afirmar que o:
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