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Em relação à “Mangaratiba dos Engenhos”, avalie se as afirmativas a seguir são falsas (F) ou verdadeiras (V):
✓ Somente o “Engenho de Itacuruçá” fez parte do chamado“Primeiro ciclo do açúcar da economia brasileira”. Quando esse ciclo produtivo começou a entrar em decadência, no século XVII, logo após a expulsão dos holandeses do Brasil,Salvador Correia de Sá e Benevides trocou seu engenho e todas suas fazendas em Mangaratiba, com o Engenho Fumaça de Irajá.
✓ Durante o século XVIII, o ouro substituiu o açúcar como principal produto brasileiro. Nesse período, denominado como“O século do ouro”,todas as atenções das autoridades governamentais da colônia estavam direcionadas a dar segurança e proteção à saída desse precioso metal e ao combate da pirataria que invadia todo o litoral da região.
✓ Os engenhos do Rio de Janeiro aumentaram a produção de aguardente que servia para estabelecer o comércio de escravos entre os portos de desembarques e a áreas mineradoras, absorvedoras de mão de obra escrava. A aguardente se transformou num valioso produto que servia de base de troca com Sobas (chefes tribais africanos)para obtenção de escravos capturados nas lutas tribais na África e negociados com traficantes portugueses.
✓ Mangaratiba passou a fazer parte ativa desse processo.Grandes engenhos de açúcar e aguardentes foram estabelecidos em terras mangaratibenses, como da Marambaia, do Sahy, de Itacurubitiba, etc. Outros menores também movimentavam sua produção com poucos escravos em Jacareí, na Ingaíba, no Saco de Mangaratiba,na Ilha Guaíba e nas demais localidades.
As afirmativas são respectivamente:
Avalie se são bases conceituais da Educação em Saúde:
I – participação.
II – mobilização social.
III – agir educativo.
Assinale a alternativa correta:
No quadro a seguir, em cada linha, o número exibido na terceira coluna foi obtido a partir dos da primeira e segunda linhas usando-se uma mesma regra.
3 | 5 | 64 |
9 | 1 | 100 |
2 | 2 | 16 |
4 | ? | 121 |
Se a mesma regra foi usada na quarta linha, então a interrogação substitui o seguinte número:
Texto 7
Cultura visual e texto literário: variações
No início dos anos noventa, num programa matinal da TV Globo dirigido ao público infantil, crianças entravam em disputa por um objeto qualquer, e a que apresentava o pior desempenho recebia, ou melhor, era castigada com um livro. O exemplo dispensa comentários ao estigmatizar a leitura como algo penoso e impertinente, enquanto fortalece uma reserva de mercado para a televisão entre os pixotes. Parece também concordar com a Bíblia, onde se lê no Eclesiastes 12.12: “E de se fazerem livros não há fim. E muita devoção a eles é fadiga para a carne”. E dá sua contribuição à velha guerra dos meios - o cinema acabaria com o teatro, a televisão liquidaria o teatro e o cinema, o CD Rom aposentaria o livro etc. - profecias com as quais os fatos se divertem, pois, na verdade, os veículos se reacomodam uns em relação aos outros, suas linguagens se entre mesclam na mais ora criativa, ora espúria intersemio-se. Pensemos no videogame, que é quadrinho, televisão, arte gráfica, computação, e não exterminou, aparentemente, sequer uma cantiga de roda até agora!
O que o exemplo não explicita, porém, é seu desejo de impor uma temporalidade vazia. Para o entretenimento é preciso que o tempo passe sem ser notado, sem resistência, macio como o fluir gozoso do consumo. Assiste-se ao Domingão do Faustão para matar o tempo, mas lê-se Grande sertão: veredas para saborear melhor o tempo, enriquecendo-o com outros tempos. É inegável: o entretenimento dessensibiliza, ao passo que a boa literatura sobre-sensibiliza nossa inerência ao tempo, apondo-lhe pelo prazer uma nova qualidade.
SANTOS, Jair Ferreira dos. Breve, o pós-humano: ensaios
contemporâneos. 2a. ed. Rio de Janeiro: Editora Francisco Alves, 2003.