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1

457941200378660
Ano: 2015Banca: IBFCOrganização: HMDCCDisciplina: Direito SanitárioTemas: Diretrizes do Conselho Nacional de Saúde
A 8ª Conferência Nacional de Saúde (CNS), em 1986, foi um marco da Reforma Sanitária Brasileira, na construção do Sistema Único de Saúde. As propostas da 8ª CNS não foram realizadas imediatamente, pois, ainda havia a discussão acerca do financiamento e sobre a operacionalização do novo sistema de saúde. Dessa forma, em 1987, criou-se, através de uma proposta do INAMPS/MPAS (Ministério da Previdência e Assistência Social), um sistema que se apresentou como base na construção do SUS. Trata-se:
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2

457941201767029
Ano: 2014Banca: IBFCOrganização: HMDCCDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Doenças Infecciosas e Parasitárias
A Paracoccidioidomicose (PCM) é uma micose sistêmica endêmica no Brasil, provocada pelo fungo dimórfico Paracoccidioides brasiliensis. A infecção ocorre principalmente em áreas rurais e consiste em um problema de Saúde Pública, por seu alto potencial incapacitante e pela quantidade de mortes prematuras que provoca, quando não diagnosticada e tratada devidamente. A respeito da Paracoccidioidomicose, analise as afirmativas e assinale a alternativa correta.

I. Apresenta múltiplos aspectos clínicos, pela possibilidade do Paracoccidioides brasiliensis localizar-se em qualquer parte do organismo, e por sua disseminação por contiguidade e pelas vias linfáticas e sanguínea.

II. A contaminação ocorre somente por inalação através das vias aéreas.

III. Na forma tegumentar ou cutâneo-mucosa da Paracoccidioidomicose, as lesões podem ocorrer em qualquer região, nas bochechas, no palato, assoalho da boca ou língua, mas preferencialmente acomete as gengivas.

IV. Como tratamento na terapia da Paracoccidioidomicose são utilizados sulfas, anfotericina B e imidazólicos. 
 
Estão corretas:
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3

457941200270410
Ano: 2014Banca: IBFCOrganização: HMDCCDisciplina: Medicina: Clínica e Saúde PúblicaTemas: Ginecologia e Obstetrícia
A respeito do atraso puberal, analise as alternativas e assinale a alternativa CORRETA.
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4

457941201624523
Ano: 2014Banca: IBFCOrganização: HMDCCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Conjunções | Morfologia
Nem anjo nem demônio
 
Desde que a TV surgiu, nos anos 40, fala-se do seu poder de causar dependência. Os educadores dos anos 60 bradaram palavras acusando-a de “chupeta eletrônica”. Os militantes políticos creditavam a ela a alienação dos povos. Era um demônio que precisava ser destruído. Continuou a existir, e quem cresceu vendo desenhos animados, enlatados americanos e novelas globais não foi mais imbecilizado – ao menos não por esse motivo. Ponto para a televisão, que provou também ser informativa, educativa e (por que não?) um ótimo entretenimento. Com exceção da qualidade da programação dos canais abertos, tudo melhorou. Mas começaram as preocupações em relação aos telespectadores que não conseguem dormir sem o barulho eletrônico ao fundo. Ou aos que deixam de ler, sair com amigos e até de namorar para dedicar todo o tempo livre a ela, ainda que seja pulando de um programa para o outro. “Nada nem ninguém me faz sair da frente da TV quando volto do trabalho”, afirma a administradora de empresa Vânia Sganzerla. 
 
Muitos telespectadores assumem esse comportamento. Tanto que um grupo de estudiosos da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, por meio de experimentos e pesquisas, concluiu que a velha história do vício na TV não é só uma metáfora. “Todo comportamento compulsivo ao qual a pessoa se apega para buscar alívio, se fugir do controle, pode ser caracterizado como dependência”, explica Robert Kubey, diretor do Centro de Estudos da Mídia da Universidade de Rutgers. 
 
Os efeitos da televisão sobre o sono variam muito. “Quando tenho um dia estressante, agitado, não durmo sem ela”, comenta Maurício Valim, diretor de programas especiais da TV Cultura e criador do site Tudo sobre TV. Outros, como Martin Jaccard, sonorizador de ambientes, reconhecem que demoram a pegar no sono após uma overdose televisiva. “Sinto uma certa irritação, até raiva, por não ter lido um bom livro, namorado ou ouvido uma música, mas ainda assim não me arrependo de ver tanta TV, não. Gosto demais.” É uma das mais prosaicas facetas desse tipo de dependência, segundo a pesquisa do Centro de estudos da Mídia. As pessoas admitem que deveriam maneirar, mas não se incomodam a ponto de querer mudar o hábito. Sinal de que tanto mal assim também não faz. 
 
(SCAVONE, Míriam. Revista Claudia. São Paulo: Abril, abr. 2002. P.16-7) 
  
As orações organizam-se em diferentes níveis em um texto gerando estruturas mais ou menos complexas. Observe a seguinte frase e, em seguida, assinale o comentário correto: 
 
“As pessoas admitem que deveriam maneirar, mas não se incomodam a ponto de querer mudar o hábito.“ (3º §)
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5

457941200210011
Ano: 2015Banca: IBFCOrganização: HMDCCDisciplina: Psicologia GeralTemas: Treinamento e Desenvolvimento Organizacional | Psicologia Organizacional
Uma empresa do setor editorial resolveu investir em educação, criando uma universidade corporativa de serviços. Essa decisão foi baseada na premissa de que a universidade corporativa cresce em importância, nos dias atuais, em função de alguns aspectos. Assinale a alternativa que apresenta tais aspectos.
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6

457941201242551
Ano: 2015Banca: IBFCOrganização: HMDCCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Compreensão e Interpretação Textual

Texto I

Nem anjo nem demônio

Desde que a TV surgiu, nos anos 40, fala-se do seu poder de causar dependência. Os educadores dos anos 60 bradaram palavras acusando-a de “chupeta eletrônica”. Os militantes políticos creditavam a ela a alienação dos povos. Era um demônio que precisava ser destruído. Continuou a existir, e quem cresceu vendo desenhos animados, enlatados americanos e novelas globais não foi mais imbecilizado – ao menos não por esse motivo. Ponto para a televisão, que provou também ser informativa, educativa e (por que não?) um ótimo entretenimento. Com exceção da qualidade da programação dos canais abertos, tudo melhorou. Mas começaram as preocupações em relação aos telespectadores que não conseguem dormir sem o barulho eletrônico ao fundo. Ou aos que deixam de ler, sair com amigos e até de namorar para dedicar todo o tempo livre a ela, ainda que seja pulando de um programa para o outro. “Nada nem ninguém me faz sair da frente da TV quando volto do trabalho”, afirma a administradora de empresa Vânia Sganzerla.

Muitos telespectadores assumem esse comportamento. Tanto que um grupo de estudiosos da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, por meio de experimentos e pesquisas, concluiu que a velha história do vício na TV não é só uma metáfora. “Todo comportamento compulsivo ao qual a pessoa se apega para buscar alívio, se fugir do controle, pode ser caracterizado como dependência”, explica Robert Kubey, diretor do Centro de Estudos da Mídia da Universidade de Rutgers. 

Os efeitos da televisão sobre o sono variam muito. “Quando tenho um dia estressante, agitado, não durmo sem ela”, comenta Maurício Valim, diretor de programas especiais da TV Cultura e criador do site Tudo sobre TV. Outros, como Martin Jaccard, sonorizador de ambientes, reconhecem que demoram a pegar no sono após uma overdose televisiva. “Sinto uma certa irritação, até raiva, por não ter lido um bom livro, namorado ou ouvido uma música, mas ainda assim não me arrependo de ver tanta TV, não. Gosto demais.” É uma das mais prosaicas facetas desse tipo de dependência, segundo a pesquisa do Centro de estudos da Mídia. As pessoas admitem que deveriam maneirar, mas não se incomodam a ponto de querer mudar o hábito. Sinal de que tanto mal assim também não faz.

(SCAVONE, Míriam. Revista Claudia. São Paulo: Abril,

abr. 2002. P.16-7) 

A oposição revelada no título tem sua justificativa no texto. Assinale a opção que MELHOR revela essa ideia:
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7

457941200774651
Ano: 2015Banca: IBFCOrganização: HMDCCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual

Texto I

Nem anjo nem demônio

Desde que a TV surgiu, nos anos 40, fala-se do seu poder de causar dependência. Os educadores dos anos 60 bradaram palavras acusando-a de “chupeta eletrônica”. Os militantes políticos creditavam a ela a alienação dos povos. Era um demônio que precisava ser destruído. Continuou a existir, e quem cresceu vendo desenhos animados, enlatados americanos e novelas globais não foi mais imbecilizado – ao menos não por esse motivo. Ponto para a televisão, que provou também ser informativa, educativa e (por que não?) um ótimo entretenimento. Com exceção da qualidade da programação dos canais abertos, tudo melhorou. Mas começaram as preocupações em relação aos telespectadores que não conseguem dormir sem o barulho eletrônico ao fundo. Ou aos que deixam de ler, sair com amigos e até de namorar para dedicar todo o tempo livre a ela, ainda que seja pulando de um programa para o outro. “Nada nem ninguém me faz sair da frente da TV quando volto do trabalho”, afirma a administradora de empresa Vânia Sganzerla.

Muitos telespectadores assumem esse comportamento. Tanto que um grupo de estudiosos da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, por meio de experimentos e pesquisas, concluiu que a velha história do vício na TV não é só uma metáfora. “Todo comportamento compulsivo ao qual a pessoa se apega para buscar alívio, se fugir do controle, pode ser caracterizado como dependência”, explica Robert Kubey, diretor do Centro de Estudos da Mídia da Universidade de Rutgers. 

Os efeitos da televisão sobre o sono variam muito. “Quando tenho um dia estressante, agitado, não durmo sem ela”, comenta Maurício Valim, diretor de programas especiais da TV Cultura e criador do site Tudo sobre TV. Outros, como Martin Jaccard, sonorizador de ambientes, reconhecem que demoram a pegar no sono após uma overdose televisiva. “Sinto uma certa irritação, até raiva, por não ter lido um bom livro, namorado ou ouvido uma música, mas ainda assim não me arrependo de ver tanta TV, não. Gosto demais.” É uma das mais prosaicas facetas desse tipo de dependência, segundo a pesquisa do Centro de estudos da Mídia. As pessoas admitem que deveriam maneirar, mas não se incomodam a ponto de querer mudar o hábito. Sinal de que tanto mal assim também não faz.

(SCAVONE, Míriam. Revista Claudia. São Paulo: Abril,

abr. 2002. P.16-7) 

Considerando o contexto, com o trecho “por meio de experimentos e pesquisas, concluiu que a velha história do vício na TV não é só uma metáfora.” (2º §), pode-se entender que: 
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8

457941200320810
Ano: 2015Banca: IBFCOrganização: HMDCCDisciplina: BiblioteconomiaTemas: Normas Internacionais e Padrões | Citação Bibliográfica | Legislação e Normas em Biblioteconomia
Assinale a alternativa cuja referência segue corretamente as instruções da norma ABNT NBR 6023 para artigos de periódicos:
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9

457941200391031
Ano: 2014Banca: IBFCOrganização: HMDCCDisciplina: Enfermagem: Teoria e PráticaTemas: Análises Clínicas
A punção de LCR (Líquido cefalorraquidiano.
consiste na introdução de uma agulha, com mandril, no interior do espaço subaracnoide do canal medular. Sobre este exame, leia as frases abaixo e a seguir assinale a alternativa que corresponde a resposta CORRETA.

I. Uma das finalidades do exame é determinar a pressão do LCR.

II. Deve-se colocar o paciente em decúbito lateral, com o dorso junto à borda da cama, adotando a posição fetal.

III. O enfermeiro inicia a realização da infiltração anestésica local, e posteriormente o médico fará a introdução do trocarte, a medição da pressão do LCR e a obtenção da amostra.

IV. Uma das complicações da punção de LCR é a paraplegia e parada respiratória.

Estão CORRETAS as frases:
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10

457941201416631
Ano: 2015Banca: IBFCOrganização: HMDCCDisciplina: Psicologia GeralTemas: Psicologia da Saúde | Legislação e Normas do Conselho Federal de Psicologia | Psicologia e Políticas Públicas de Saúde | Normativas do Conselho Federal de Psicologia | Psicopatologia Geral | Movimento Antimanicomial | Transtornos Relacionados a Substâncias | Políticas Públicas no Sistema Único de Saúde
Sobre o álcool, o Conselho Federal de Psicologia preconiza a necessidade de:
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