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457941200535346
Ano: 2020Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso dos Conectivos | Sintaxe
NÃO SE COME DINHEIRO
Ailton Krenak

     Quando falo de humanidade não estou falando só Homo sapiens, me refiro a uma imensidão de seres que nós excluímos desde sempre: caçamos a baleia, tiramos barbatanas de tubarão, matamos leão e o penduramos na parede para mostrar que somos mais bravos que ele. Além da matança de todos os outros humanos que nós achamos que não tinham nada, que estavam aí só para nos suprir com roupa, comida, abrigo. Somos a praga do planeta, uma espécie de ameba gigante. Ao longo da história, os humanos, aliás, esse clube exclusivo da humanidade - que está na declaração universal dos direitos humanos e nos protocolos das instituições -, foram devastando tudo ao seu redor. É como se tivessem elegido uma casta, a humanidade, e todos que estão fora dela são as sub-humanidades. Não são só os caiçaras, quilombolas e os povos indígenas, mas toda vida que deliberadamente largamos à margem do caminho. E o caminho é o progresso: essa ideia prospectiva de que estamos indo para algum lugar. Há um horizonte, estamos indo para lá, e vamos largando no percurso tudo o que não interessa; o que sobra, a sub-humanidade - alguns de nós fazemos parte dela.
     É incrível que esse vírus que está aí agora esteja atingindo só as pessoas. Foi uma manobra fantástica do organismo da Terra (...) dizer: "Respirem agora, eu quero ver.” [...] Estamos sendo lembrados de que somos tão vulneráveis que, se cortarem nosso ar poralguns minutos, nós morremos. Não é preciso nenhum sistema bélico complexo para apagar essa tal humanidade: se extingue com a mesma facilidade que os mosquitos de uma sala depois de aplicado um aerossol. Nós não estamos com nada: essa é a declaração da Terra.
     E, se nós não estamos com nada, deveríamos ter contato com a experiência de estar vivos para além dos aparatos tecnológicos que podemos inventar. A ideia da economia, por exemplo, essa coisa invisível a não ser por aquele emblema de cifrão. Pode ser uma ficção afirmar que se a economia não estiver funcionando plenamente nós morremos. Nós poderíamos colocar todos os dirigentes do banco central em um cofre gigante e deixá-los vivendo lá, qual economia deles. Ninguém come dinheiro.
     Hoje de manhã eu vi um indígena norte-americano do conselho dos anciãos do povo lakota falar sobre o coronavírus. É um homem de uns setenta e poucos anos, chamado Wakya Um Manee, também conhecido como Vernon Foster.
(Vernon, que é um típico nome americano, pois quando os colonos chegaram na América, além de proibirem as línguas nativas, mudavam os nomes das pessoas.) Pois, repetindo as palavras de um ancestral, ele dizia: "quando o último peixe estiver nas águas e a última árvore for removida da Terra, só então o homem perceberá que ele não é capaz de comer seu dinheiro”.

KRENAK, Ailton. Não se come dinheiro. In: Avida não é útil.
SP: Companhia das Letras, 2020. Adaptado.
"Ao longo da história, os humanos, aliás, esse clube exclusivo da humanidade...”

O uso do vocábulo aliás marca entre as partes da frase uma relação de:
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2

457941201247450
Ano: 2013Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Engenharia de SoftwareTemas: Linguagem de Modelagem Unificada | Diagrama de Casos de Uso
Na UML, um sistema pode ser descrito por meio de cinco visões independentes. Uma dessas visões descreve o sistema do ponto de vista externo como um conjunto de interações entre o sistema e os agentes externos ao sistema. Essa visão, que é criada inicialmente e direciona o desenvolvimento das outras visões do sistema, é conhecida por Visão de:
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3

457941201850070
Ano: 2020Banca: SELECONOrganização: CEDERJDisciplina: BiologiaTemas: Impactos Ambientais e Conservação

Imagens de satélite mostram que os níveis de poluição do ar diminuíram durante o período de isolamento social provocado pela pandemia de Covid-19, registrando-se acentuada queda nos níveis de dióxido de nitrogênio (NO2) e dióxido de carbono (CO2).


Disponível em:https://www2.ufjf.br/noticias/2020/04/24/pandemia-e-meio-ambiente-impactos-momentaneos-ou-novanormalidade/Acesso em: 25 abr. 2020. Adaptado.


Os principais desequilíbrios ambientais causados pelos gases citados no texto a cima são, respectivamente: 

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4

457941201930124
Ano: 2020Banca: SELECONOrganização: CEDERJDisciplina: Conhecimentos AtuaisTemas: Ciência, Tecnologia e Inovação Contemporâneas

Estamos vivenciando a consolidação de uma nova estrutura econômico-social, profundamente ligada à tecnologia: a sociedade da informação - também denominada “sociedade do conhecimento” por Bernardo Sorj (2003) e “Era da pós-informação” por Nicholas Negroponte (1995).


(Adaptado. Disponível em: http://www.observatoriodaimprensa.com.br/ enoticias/exclusao-digital-e-o-maior-obstaculo/. Acesso em 12/05/2020)


O principal fator que pode contribuir para o domínio da tecnologia, com a maior capacidade de tirar o máximo proveito das potencialidades oferecidas por cada instrumento de comunicação e informação, é: 

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5

457941201360840
Ano: 2020Banca: SELECONOrganização: CEDERJDisciplina: Geografia Geral e HumanaTemas: Fundamentos Demográficos | Demografia

Número de crianças diminui à medida que educação, saúde e emprego aumentam, diz estudo 

De acordo com o estudo, as experiências mostram que o número de crianças diminui se os Estados conseguem desenvolver uma concepção global e eficaz que conduza a progressos nas áreas da educação, saúde e criação de emprego. Mas o objetivo continua sendo a autonomia reprodutiva. "As pessoas devem ser capazes de decidir por si mesmas quantas crianças querem ter", enfatiza Alisa Kaps, do Instituto Berlim para População e Desenvolvimento.


(Adaptado. Disponível em: https://g1.globo.com/mundo/noticia/ 2019/07/14/africaenfrenta-dilema-demografico-com-crescimento-acelerado-da-populacao-massem-desenvolvimento-economico.ghtml. Acesso em 12/05/2020)


ATeoria Demográfica na qual se baseia o estudo é a:

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6

457941200087613
Ano: 2020Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: História Mundial | Segunda Guerra Mundial
O milagre econômico japonês

A recuperação econômica japonesa após a II Guerra Mundial é um fato que merece atenção e análise até os dias de hoje. Além da derrota na guerra, o país perdeu territórios que tinha colonizado, como da Coreia, Manchúria e de parte da China, e ainda teve duas cidades completamente dizimadas com bombas atômicas. Diante dessa realidade, o povo japonês tinha de lidar com a humilhação pública de ter sido derrotado, algo que conta muito para os costumes do país. Assim, era preciso que a economia voltasse rapidamente a crescer.

Fonte: www.coisasdojapao.com (adaptado). Acesso em 2020.

Um dos principais fatores que marcaram a recuperação japonesa após a Segunda Guerra Mundial foi:
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7

457941201358096
Ano: 2013Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso dos Conectivos | Sintaxe
MEIO SÉCULO DEPOIS...
Cristovam Buarque, O Globo, 07/09/2013

    A quase totalidade dos discursos de políticos é irrelevante. São logo esquecidos. Mas, nesta semana, comemora-se em todo o mundo os 50 anos do discurso do dr. Martin Luther King em que ele disse que tinha sonhos: de que seus quatro filhos não sofreriam preconceitos por causa da cor da pele; e de que os filhos dos ex-escravos e os filhos dos ex-donos de escravos seriam capazes de sentar juntos na mesma mesa, como irmãos.
   Meio século depois, nós também temos sonhos.
   Sonhamos que um dia nenhum dos filhos do Brasil será privado de uma educação de qualidade que lhes permita entender a lógica do mundo, deslumbrar-se com suas belezas, indignar-se com suas injustiças, falar e escrever seus idiomas, ter uma profissão que lhes permita usufruir e melhorar o mundo onde vivem.
    Para isso, sonhamos fazer com que a mais pobre criança tenha, desde sua primeira infância, uma escola com a qualidade das melhores do mundo, que um dia os filhos dos trabalhadores estudarão nas escolas dos filhos de seus patrões, os filhos das favelas nas escolas dos filhos dos condomínios e, em consequência, o Brasil terá pontes em lugar de muros entre suas classes e seus espaços urbanos.
      Sonhamos que não está distante o dia em que todos os brasileiros acreditarão que isso é preciso e é possível. Deixarão de considerar o sonho como um delírio de utopista ou demagogia de político. Olharão ao redor e verão que muitos outros países já fizeram esta revolução, que chegará tardia ao Brasil, como nos chegou tardiamente a libertação dos escravos. Lembrarão que até 1863, na terra do dr. King, e, por décadas mais no Brasil, a ideia de que os negros um dia seriam livres do cativeiro era vista como estupidez. E hoje o presidente da República deles é negro.
     Sonhamos também que, acreditando nos seus sonhos, o Brasil se levantará para realizá-los. Porque o sonho não se realiza quando ele é solitário, nem tampouco quando os sonhadores continuam deitados em berço esplêndido. Só quando é de todos e todos se levantam é que ele começa a ser realidade.
Em todas as alternativas abaixo há união de dois segmentos por meio da conjunção E. A frase em que essa conjunção tem valor adversativo e não aditivo é:
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8

457941200251141
Ano: 2013Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Engenharia de SoftwareTemas: Requisitos de Software
Basicamente, no desenvolvimento de sistemas, diversas atividades estão envolvidas, sendo duas delas as seguintes:

I- Inclui a criação de modelos que permitam ao desenvolvedor e ao cliente melhor entenderem os requisitos do software e o projeto que vai satisfazer a esses requisitos.
II- Combina geração de código e os testes necessários para revelar erros de código.


Essas atividades são conhecidas, respectivamente, como:
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9

457941200195160
Ano: 2013Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Semântica Contextual | Análise Textual
                                 OUTRO FRACASSO


                                                                              Veríssimo, O Globo, 08/09/2013


           Estou escrevendo sem saber se já atacaram a Síria. O que dá para saber sem esperar os fatos é que, mais uma vez, as Nações Unidas não tiveram nada a ver com o assunto. A ONU é um monumento aos melhores sentimentos humanos e ao mesmo tempo uma prova de como os bons sentimentos pouco podem, portanto um monumento à inconsequência.
           O fracasso da ONU na sua missão mais importante, que é evitar as guerras, torna as suas mil e uma utilidades supér? uas. Pouca gente sabe tudo que a ONU faz nos campos da saúde, da agricultura, dos direitos humanos etc., como pouca gente sabia que a Liga das Nações, sua precursora, também promovia cooperação técnica entre nações e programas sociais, além de tentar inutilmente manter a paz. O principal ideal que a ONU herdou da Liga foi a do debate substituindo a guerra, e a racionalidade superando as desavenças tribais. Nisso, suas únicas diferenças da Liga das Nações são que uma sobrevive à frustração que liquidou a outra e tem a adesão dos Estados Unidos, que a outra não tinha.
           Apesar de o presidente americano durante a Primeira Guerra Mundial, Woodrow Wilson, ter sido um entusiasta da Liga que acabaria com todas as guerras, o Congresso americano rejeitou a participação dos Estados Unidos na organização, o que matou Wilson de desgosto. O Congresso aprovou a entrada do país na ONU depois da Segunda Guerra, mas a antipatia continuou. O desdém pela ONU ou por qualquer entidade supranacional é uma constante do conservadorismo americano. E, no entanto, a ONU já dura mais que o dobro que durou a Liga das Nações. Ela também é um monumento à perseverança sem nada que a justi? que.
           Talvez se deva adotar a ONU como símbolo justamente dessa nsensata insistência, dessa inconsequência heroica. Com todas as suas contradições e frustrações, ela representa a teimosia da razão em existir num mundo que teima em desmoralizá-la. Pode persistir como uma cidadela do Bem, na falta de palavra menos vaporosa, nem que seja só pra gente ? ngir que acredita neles, na ONU e no Bem, porque a alternativa é a desistência. É aceitar que, ncapaz de vencer o desprezo e a prepotência dos que a desacreditam, a ideia de uma comunidade mundial esteja começando a sua segunda agonia.
           A Liga das Nações durou até 1946, mas agonizou durante 20 sangrentos anos, até morrer de irrelevância. A ONU, depois de mais este fracasso, só terá levado mais tempo para se convencer de sua própria irrelevância.


“...a ONU já dura mais que o dobro que durou a Liga das Nações. Ela também é um monumento à perseverança sem nada que a justifique".

Nesse segmento do texto, o pronome sublinhado fica pouco claro; o modo de, corretamente, explicitar o seu significado é:
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457941201636839
Ano: 2013Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Raciocínio Lógico e QuantitativoTemas: Proposições Logicamente Equivalentes | Equivalência Lógica e Negação de Proposições
Dizer que “Joana é aprovada no concurso público ou Joana para de estudar” é logicamente equivalente a dizer:
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