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A atuação da “ouvidoria”, também conhecida como “ombudsman”, objetiva sugerir melhorias nos processos de trabalho da organização por meio da análise das críticas recebidas. Tal atividade se aproxima da teoria de Edward Bernays ao preconizar que as Relações Públicas são:
A Lei Maria da Penha entrou em vigor em 22 de setembro de 2006. O nome da lei é uma homenagem a Maria da Penha Maia, que após sofrer seis anos de violências cometidas pelo marido, tornou-se paraplégica, tendo sobrevivido inclusive a uma tentativa de afogamento e eletrocução. O marido foi condenado a dois anos em regime fechado. A Lei Maria da Penha aumentou o rigor da punição para agressões contra a mulher nos âmbitos doméstico e familiar: alterou o Código Penal de modo a possibilitar que agressores sejam presos em flagrante (ou tenham prisão preventiva decretada), aumentou o tempo máximo de detenção de um para três anos, e estabeleceu medidas como a saída do agressor do domicílio e a proibição de sua proximidade com a mulher e os filhos. Com a Lei Maria da Penha, a violência doméstica passou a ser tipificada como uma forma de violação aos direitos humanos, e os crimes a ela relacionados passaram a ser julgados em Varas Criminais.
Para casos em que homens sofrem agressões por parte de mulheres, é correto dizer que a Lei Maria da Penha:
Um dos desafios mais importantes para a atividade de Relações Públicas é a correta identificação dos seus públicos-alvo, que serão motivo de toda uma estratégia comunicacional. Cada tipo de público tem uma denominação. Os prestadores de serviço de uma organização pública são denominados público:
Os anos 1980 foram, para o Brasil, um período de intensas lutas pela democracia e pela conquista de direitos sociais. A promulgação da Constituição Federal de 1988 instituiu vários desses direitos na materialização jurídico-formal da Seguridade Social. Entretanto, apesar dessa conquista, a Seguridade Social terminou se caracterizando como:
Donald Winnicott sempre priorizou o interesse pelas relações entre as crianças e o ambiente que as cerca. Essa preocupação evidencia-se na relevância que ocupam, em sua teoria, as primeiras relações de dependência do bebê com a mãe. Uma de suas principais contribuições conceituais corresponde à área intermediária de experiência entre o erotismo oral e a verdadeira relação de objeto, juntamente com o uso dado a objetos que não fazem parte do corpo do bebê, embora ainda não sejam reconhecidos como pertencentes à realidade externa. Tal conceito é chamado: