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As instituições que levam a educação 5.0 consigo são capazes de desenvolver nos seus alunos, além dos conhecimentos técnicos, competências que incluem:
I. Fluidez na comunicação.
II. Tolerância às adversidades.
III. Trabalho colaborativo.
Quais estão corretas?
Por que uma boa relação entre professor e aluno pode fazer a diferença na Educação?
O professor precisa de condições adequadas para exercer sua função. Além de uma infraestrutura básica, ele deve combinar sua metodologia ao perfil da turma e, consequentemente, dos alunos, atendendo às suas necessidades específicas. Entretanto, nem sempre o magnetismo do professor e o interesse de seus estudantes estão alinhados.
Um grande exemplo dessa desarmonia é que o docente brasileiro é um dos que mais tempo de aula utiliza para sanar problemas relacionados à convivência em classe, amargando, assim, difíceis relações interpessoais com os estudantes. Tal diagnóstico aparece em estudos como a Pesquisa Internacional sobre Ensino e Aprendizagem (TALIS), da Organização para Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE), e da Conselho de Classe, da Fundação Lemann, datados de 2013 e 2015, respectivamente.
Segundo as pesquisas, os conflitos não apenas são um fator deteriorante para a saúde do docente, mas também impedem a escola de cumprir sua missão: que todos os alunos aprendam. Situações desse tipo significam, para os professores experientes, repetir a frustração de ter de lidar com uma aparentemente insolúvel indisciplina. Já para os professores iniciantes, trazem o medo de não se fazer ouvir e a ansiedade de não ter sido preparado para a realidade da escola.
As duas pesquisas revelam, além da sobrecarga dos docentes, uma provável omissão das instituições na criação de um planejamento transversal que trabalhe as relações interpessoais - o que pode ocorrer, por exemplo, por meio de campanhas de boa convivência e valorização das diferenças no ambiente escolar.
Ainda que um trabalho institucional seja feito, os professores invariavelmente terão de lidar com alguns problemas de convivência em classe. Porém, tais circunstâncias não precisam tomar a dimensão de conflitos crônicos que impeçam ou impactem negativamente a aprendizagem da turma.
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RICARDO FALZETTA, Por que uma boa relação entre professor e aluno pode fazer a diferença na Educação?, Jornal OGlobo 7 fevereiro 2017.
Assinale a alternativa que endossa a ideia transmitida pela reportagem:
(...) “Eles tendem a ser julgados pela quantidade e pela qualidade do conhecimento que já trazem de casa, além de várias ‘heranças’, como a postura corporal e a habilidade de falar em público.”
Disponível em: https://novaescola.org.br/conteudo/1826/pierre-bourdieu-o-investigador-da-desigualdade. Acesso em: 26/12/19
Considerando-se o sentido do recorte de texto acima e o pensamento do sociólogo francês Pierre Bourdieu
sobre a função social da escola, considera-se que esta