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457941200540664
Ano: 2018Banca: MS CONCURSOSOrganização: Câmara de Itaguara - MGDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro
Urupês, Cidades Mortas e Negrinha, livros de contos, centralizam a experiência regionalista do autor e constituem o melhor que arquitetou como ficcionista.
O universo dos contos desses livros é sempre o mesmo: as “itaocas”, cidadezinhas do Vale do Paraíba Paulista, com suas casas de tapera, ruas mal iluminadas, políticos corruptos, patriotadas, ignorância e miséria. Sua vivência de promotor público e fazendeiro nessas “cidades mortas”, arruinadas após o fastígio do café, orienta a fidelidade à paisagem regional e reforça a ironia com que critica o caipira, o capiau, personificado nos “jecas-tatus”, nos “urupês” (parasitas que vegetam no oco da madeira), nos “piolhos da terra”.
Referimo-nos a:
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2

457941200042218
Ano: 2020Banca: GSA CONCURSOSOrganização: Prefeitura de Abelardo Luz - SCDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Romantismo Literário | Movimentos Literários

Texto para a questão:


CAÇADA

           Em pé, no meio do espaço que formava a grande abóbada de árvores, encostado a um velho tronco decepado pelo raio, via-se um índio na flor da idade. Uma simples túnica de algodão, a que os indígenas chamavam aimará, apertada à cintura por uma faixa de penas escarlates, caía-lhe dos ombros até ao meio da perna, e desenhava o talhe delgado e esbelto como um junco selvagem. Sobre a alvura diáfana do algodão, a sua pele, cor de cobre, brilhava com reflexos dourados; os cabelos pretos cortados rentes, a tez lisa, os olhos grandes com os cantos exteriores erguidos para a fronte; a pupila negra, móbil, cintilante; a boca forte mas bem modelada e guarnecida de dentes alvos, davam ao rosto pouco oval a beleza inculta da graça, da força e da inteligência. 

           Tinha a cabeça cingida por uma fita de couro, à qual se prendiam do lado esquerdo duas plumas matizadas, que descrevendo uma longa espiral, vinham roçar com as pontas negras o pescoço flexível.

           Era de alta estatura; tinha as mãos delicadas; a perna ágil e nervosa, ornada com uma axorca de frutos amarelos, apoiava-se sobre um pé pequeno, mas firme no andar e veloz na corrida. Segurava o arco e as flechas com a mão direita calda, e com a esquerda mantinha verticalmente diante de si um longo forcado de pau enegrecido pelo fogo.

           [...]

           Ali por entre a folhagem, distinguiam-se as ondulações felinas de um dorso negro, brilhante, marchetado de pardo; às vezes viam-se brilhar na sombra dois raios vítreos e pálidos, que semelhavam os reflexos de alguma cristalização de rocha, ferida pela luz do sol.

           Era uma onça enorme; de garras apoiadas sobre um grosso ramo de árvore, e pés suspensos no galho superior, encolhia o corpo, preparando o salto gigantesco.

           Batia os flancos com a larga cauda, e movia a cabeça monstruosa, como procurando uma aberta entre a folhagem para arremessar o pulo; uma espécie de riso sardônico e feroz contraía-lhe as negras mandíbulas, e mostrava a linha de dentes amarelos; as ventas dilatadas aspiravam fortemente e pareciam deleitar-se já com o odor do sangue da vítima.

           O índio, sorrindo e indolentemente encostado ao tronco seco, não perdia um só desses movimentos, e esperava o inimigo com a calma e serenidade do homem que contempla uma cena agradável: apenas a fixidade do olhar revelava um pensamento de defesa.

           Assim, durante um curto instante, a fera e o selvagem mediram-se mutuamente, com os olhos nos olhos um do outro; depois o tigre agachou-se, e ia formar o salto, quando a cavalgata apareceu na entrada da clareira.

          Então o animal, lançando ao redor um olhar injetado de sangue, eriçou o pelo, e ficou imóvel no mesmo lugar, hesitando se devia arriscar o ataque. O guarani. São Paulo: Ática, 1995.

O fragmento lido faz parte da obra “O guarani” de autoria de:
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3

457941201705415
Ano: 2018Banca: UnichristusOrganização: Unichristus Disciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Parnasianismo Literário | Movimentos Literários

Torce, aprimora, alteia, lima
A frase, e enfim,
No verso de ouro engasta a rima
Como um rubim
Quero que a estrofe cristalina,
Dobrada ao jeito
Do ourives, sai da oficina
...........................................
Assim procedo. Minha pena
Segue esta norma,
Por te servir, Deusa serena,
Serena forma.

BOSI, Alfredo. História Concisa da Literatura Brasileira.
40a ed. Cultrix, São Paulo. p. 227.


Nesse fragmento, de Olavo Bilac, observa-se que o poeta parnasiano define a palavra como algo que não se identifica com a substância das coisas, mas veste-a de forma magnífica. Nesse fragmento, fica evidente uma das características da poesia parnasiana, no caso,
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4

457941200508682
Ano: 2018Banca: VUNESPOrganização: PM-SPDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Romantismo Literário

Leia as duas primeiras estrofes do poema “Minha terra!”, de Gonçalves Dias, para responder à questão.


                    Quanto é grato em terra estranha,

                    Sob um céu menos querido,

                    Entre feições estrangeiras,

                    Ver um rosto conhecido;


                    Ouvir a pátria linguagem

                    Do berço balbuciada,

                    Recordar sabidos casos

                    Saudosos – da terra amada!

                             (Poesia lírica e indianista. São Paulo, Ática, 2003, p. 108)

Condizente com a primeira fase da poesia romântica no Brasil, verifica-se, no poema,
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5

457941201619090
Ano: 2014Banca: COPEVE-UFALOrganização: UFALDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Movimentos Literários

Consolo na praia


Vamos, não chores.

A infância está perdida.

A mocidade está perdida.

Mas a vida não se perdeu.

O primeiro amor passou.

O segundo amor passou.

O terceiro amor passou.

Mas o coração continua.

Perdeste o melhor amigo.

Não tentaste qualquer viagem.

Não possuis carro, navio, terra.

Mas tens um cão.

Algumas palavras duras,

em voz mansa, te golpearam.

Nunca, nunca cicatrizam.

Mas, e o humour

A injustiça não se resolve.

A sombra do mundo errado

murmuraste um protesto tímido.

Mas virão outros.

Tudo somado, devias

precipitar-te, de vez, nas águas.

Estás nu na areia, no vento…

Dorme, meu filho.


ANDRADE, Carlos Drummond de. Antologia poética. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. p. 43.


Levando em conta as características próprias da poesia de Carlos Drummond de Andrade, a relação de pertença de sua obra ao movimento modernista estabelecida pela crítica e considerando o poema apresentado, é possível afirmar:

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6

457941201291354
Ano: 2020Banca: CEPERJOrganização: CEDERJDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro
Texto III

A pátria que quisera ter era um mito; era um fantasma criado por ele no silêncio do seu gabinete. Nem a física, nem a moral, nem a intelectual, nem a política que julgava existir, havia. A que existia de fato, era a do Tenente Antonino, a do doutor Campos, a do homem do Itamarati.

Disponível em: https:// docente.ifn.edu.br/franciscoarruda/
disciplinas/admam3am/triste-fim-de-policarpo-quaresma/view.
Acesso 15/11/2020.

No trecho da obra "Triste Fim de Policarpo Quaresma”, a reflexão acerca da noção de pátria propõe uma:
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7

457941200841725
Ano: 2023Banca: NC-UFPROrganização: CBM-PRDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Concretismo | Modernismo Brasileiro
Quarto de despejo, de Carolina Maria de Jesus, apresenta o relato de sua vida na favela, na forma de um diário. Considerando o trecho seguinte e a integridade do livro, assinale a alternativa correta. 

3 de fevereiro (1959) Tenho de dizer que não escrevi nos dias que decorreram porque eu fiquei doente. Vou recapitular o que ocorreu comigo nestes dias (...) A Fernanda veio e perguntou-me se eu sei onde está o cigano. É a mesma coisa que ela perguntar-me onde é a casa do vento.
Disse que ele é muito bonito e que ela ia lá comprar pimenta só para vê-lo.
Durante os dias que eu estive doente o senhor Manoel não me deixou sem dinheiro.

JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. São Paulo: Ática, 2014. p. 159.
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8

457941202076249
Ano: 2020Banca: ADM&TECOrganização: Prefeitura de Gravatá - PEDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Arcadismo Literário | Movimentos Literários | Realismo Literário | Romantismo Literário
Analise as afirmativas a seguir:

I. No Realismo, é nítida a preferência pelo espaço urbano, pois a burguesia fixou-se principalmente nas cidades, onde residem os elementos a serem combatidos, já que a obra literária é vista como instrumento de denúncia dos desequilíbrios sociais. Nesse movimento literário, há uma preocupação em retratar pessoas da época, encarando o presente histórico, os conflitos do homem da época, os dramas cotidianos e os problemas concretos.

II. O subjetivismo é uma das características do Romantismo. Ele representa um dos traços fundamentais dessa estética (o “culto da natureza”). O artista traz à tona a sua paixão pelo mundo natural, pela vida no campo, pelo bucolismo e por uma vida repleta de amigos e felicidade. Não há mais a preocupação com modelos clássicos e universalizantes, pois a literatura passa a valorizar a ciência, a razão e a vida no campo.

III. Os autores do Arcadismo brasileiro, além de se utilizarem dos artifícios típicos da estética neoclássica (imitação de autores gregos e latinos, uso da mitologia pagã etc.), já expressavam em suas poesias alguns elementos que seriam depois explorados pelos barrocos, como, por exemplo: o elogio da vida em natureza, livre das agitações sociais e mundanas; a ampla utilização de termos e palavras indígenas nas poesias; a valorização das culturas regionais brasileiras e o elogio às novas correntes ideológicas que surgiam na época.

Marque a alternativa CORRETA:
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9

457941201072043
Ano: 2014Banca: COPEVE-UFALOrganização: UFALDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Barroco Literário

A Nosso Senhor Jesus Christo com actos de

arrependimento e suspiros de amor


Ofendi-vos, Meu Deus, bem é verdade,

É verdade, meu Deus, que hei delinquido,

Delinquido vos tenho, e ofendido,

Ofendido vos tem minha maldade.


Maldade, que encaminha à vaidade,

Vaidade, que todo me há vencido;

Vencido quero ver-me, e arrependido,

Arrependido a tanta enormidade.


Arrependido estou de coração,

De coração vos busco, dai-me os braços,

Abraços, que me rendem vossa luz.


Luz, que claro me mostra a salvação,

A salvação pretendo em tais abraços,

Misericórdia, Amor, Jesus, Jesus.

Disponível em: <http://pt.wikisource.org/wiki/Ofendi-vos,_Meu_Deus,_bem_%C3%A9_verdade>


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10

457941201491423
Ano: 2024Banca: NTCSOrganização: Prefeitura de Mucajaí - RRDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Barroco Literário
Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho foi um importante escultor, entalhador e arquiteto brasileiro no período colonial. Ele é considerado um dos maiores representantes da arte barroca no Brasil. Sobre a arte barroca no Brasil colonial podemos afirmar que:


I – Estilo barroco valoriza os detalhes;

II – Estilo barroco tem como característica a obscuridade, complexidade e sensualismo;

III – Estilo barroco tem preferencia pelas curvas e contornos e determinadas figuras geométricas;

IV – Estilo barroco não se importa com a iluminação e jogo de luzes;


Julgue as afirmativas e assinale a alternativa que apresenta somente os itens corretos:
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