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457941200125394
Ano: 2022Banca: Instituto ConsulplanOrganização: SEED-PRDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Consciência e Limites do Conhecimento
Talvez a maior contradição da atual civilização tecnológica esteja na capacidade de produzir riquezas sem, no entanto, distribuí-las ao conjunto da humanidade. O acesso à tecnologia e a seus frutos é o grande desafio do século XXI para mais da metade da população mundial, que nem sequer chegou ao estágio da Revolução Industrial. Esse processo de artificialização da matéria está levando a percepção humana a distanciar-se fisicamente da natureza. O ser humano vai perdendo, assim, contato com a dimensão primitiva da natureza, passando a vivê-la e a representá-la como natureza “construída” e modificada. Durante o século XIX, a escola positivista (liderada na França por Auguste Comte), herdeira da concepção cartesiana de ciência, acreditava que, com o progresso técnico, os homens seriam necessariamente mais racionais em todos os campos de atividade: na política, na ética, nos negócios, nas relações entre as nações, na construção da paz etc. Desde então, as avaliações sobre o papel da tecnologia oscilam entre uma postura ingênua, em que se acredita piamente nos benefícios do progresso, e uma postura cética, que considera a técnica nociva à humanidade.

(A IMPORTÂNCIA DA CIÊNCIA PARA A SOCIEDADE | Oliveira | Infarma –
Ciências Farmacêuticas. Adaptado.)

Ao longo do século XX coexistiram discursos muito variados sobre a natureza da ciência e do método científico e de suas influências na sociedade. Estabelecido nas primeiras décadas, o positivismo lógico foi progressivamente suplantado, especialmente da segunda metade do século em diante, primeiramente por conta das críticas de Popper. Se seguiram perspectivas epistemológicas historicamente orientadas, como as de Paul Karl Feyerabend, filósofo da ciência e autor de alguns dos mais notáveis e polêmicos argumentos sobre o tema, que afirmava, a entre outros fatores:
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457941200676253
Ano: 2011Banca: VUNESPOrganização: UNESPDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Introdução à Filosofia | Epistemologia | Consciência e Limites do Conhecimento
Parece notícia velha, mas a ciência e o ensino da ciência continuam sob ataque. No portal www.brasilescola.com há um texto de Rainer Sousa, da Equipe Brasil Escola, que discute a origem do homem. No final, o texto diz: “sendo um tema polê- mico e inacabado, a origem do homem ainda será uma questão capaz de se desdobrar em outros debates. Cabe a cada um adotar, por critérios pessoais, a corrente explicativa que lhe parece plausível". “Critérios pessoais" para decidir sobre a origem do homem? A religião como “corrente explicativa" sobre um tema científico, amplamente discutido e comprovado, dos fósseis à análise genética? Como é possível essa afirma- ção de um educador, em pleno século 21, num portal que leva o nome do nosso país e se dedica ao ensino?

                                                                      (Marcelo Gleiser. Folha de S.Paulo, 13.02.2011. Adaptado.)

O pensamento de Marcelo Gleiser é expresso por meio de uma

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457941200168412
Ano: 2022Banca: Instituto ConsulplanOrganização: SEED-PRDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Consciência e Limites do Conhecimento
O método científico, que levou à dominação cada vez mais eficaz da natureza, passou, assim, a fornecer tanto os conceitos puros quanto os instrumentos para a dominação cada vez mais eficaz do homem pelo homem através da dominação da natureza. Hoje a dominação se perpetua e se estende não apenas através da tecnologia, mas enquanto tecnologia, e esta garante a formidável legitimação do poder político em expansão que absorve todas as esferas da cultura. 
(MARCUSE, H. Apud. HABERMAS, J. Técnica e ciência enquanto
ideologia, p. 315-16.)

Marcuse viveu para assistir e sentir os efeitos de muitos fatores que teorizou. Fez vários discursos engajados nos Estados Unidos e na Europa durante os anos 70. Segundo ele:
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4

457941200121924
Ano: 2022Banca: IADESOrganização: SEDUC-GODisciplina: FilosofiaTemas: Fundamentos da Filosofia | Temas da Filosofia Contemporânea | Consciência e Limites do Conhecimento | Epistemologia | Introdução à Filosofia | O Sujeito na Modernidade

É preciso partir de dados indubitáveis para, com base neles, construir depois o edifício filosófico. Em suma, procuram-se evidências estáveis para colocar como fundamento da filosofia: “sem evidência não há ciência”, dirá Husserl nas Pesquisas lógicas. Os limites da evidência apodítica representam os limites de nosso saber. Assim, é preciso buscar coisas manifestas, fenômenos tão evidentes que não possam ser negados.

-

REALE, G.; ANTISSIERI, D. História da filosofia, 6: de Nietzsche à Escola

de Frankfurt. São Paulo: Paulus, 2005, com adaptações.

-

Com base nessas informações e na fenomenologia de Husserl, assinale a alternativa correta.

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5

457941201801483
Ano: 2010Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEDU-ESDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Introdução à Filosofia | Epistemologia | Origem da Racionalidade | Consciência e Limites do Conhecimento | Relação entre Linguagem e Pensamento | Fundamentos da Filosofia
Texto associado
As crianças pré-verbais conseguem aprender algo acerca do mundo, como conseguem também os cachorros e os chimpanzés. Como a todos eles falta uma linguagem natural, o vocabulário em que são interiormente formuladas as hipóteses não é uma tal linguagem. Tem de ser uma outra espécie de linguagem: a linguagem de pensamento. (...) Os relatos de primeira pessoa são importantes fontes de conhecimento quando o objeto de conhecimento é a própria pessoa que o faz. Quando, porém, o objeto é impessoal (como, por exemplo, a natureza das estrelas ou os hábitos alimentares do musaranho de rabo curto), o relato de uma intuição não corresponde a nenhum critério significativo de prova.
P. Moser, D. Mulder, J. Trout. A teoria do
conhecimento: uma introdução temática

A partir do texto acima e com relação a conhecimento e linguagem, julgue o item a seguir.
A linguagem de pensamento deve corresponder à existência de alguma estrutura inata de conhecimento na mente de crianças e alguns animais, pois esses não possuem uma linguagem natural.
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6

457941200067479
Ano: 2016Banca: FCCOrganização: SEDU-ESDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Consciência e Limites do Conhecimento
“[...] dizem respeito a valores, sentimentos, intenções, decisões e ações referidas ao bem e ao mal, ao desejo de felicidade e ao exercício da liberdade; são constitutivos de nossa existência intersubjetiva, isto é, de nossas relações com outros sujeitos morais”. O que é dito aqui por Chauí, corresponde às ideias de
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7

457941201537811
Ano: 2023Banca: FUNDATECOrganização: Prefeitura de Porto Alegre - RSDisciplina: FilosofiaTemas: Introdução à Filosofia | Consciência e Limites do Conhecimento | Epistemologia | O Sujeito na Modernidade
No debate sobre a teoria do conhecimento, existe um entendimento de que o conhecimento é a relação que se estabelece entre sujeito, consciência ou um ser conhecido. Nesse sentido, pode-se afirmar que o mito, o senso comum, as ciências e a própria Filosofia são:
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8

457941200984655
Ano: 2019Banca: UEGOrganização: UEGDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Consciência e Limites do Conhecimento
A filosofia existencialista foi uma das mais populares no século XX e teve várias correntes. O mais destacado pensador existencialista foi Jean-Paul Sartre. Esse filósofo teve duas fases em seu pensamento. Na primeira fase, ele argumentou que o indivíduo está condenado a ser livre e apelar para os determinismos seria usar de má-fé. Na segunda fase, ele modera esse pensamento e passa a destacar a questão da situação, dos grupos sociais, das classes sociais. Nessa segunda fase, ele assevera que
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457941200293459
Ano: 2022Banca: FEPESEOrganização: Prefeitura de São José - SCDisciplina: FilosofiaTemas: Temas da Filosofia Contemporânea | Concepções do Sujeito na Filosofia Moderna | Teoria Política | Consciência e Limites do Conhecimento | O Sujeito na Modernidade | Maquiavel: O Príncipe
Analise as afirmativas abaixo:

1. A filosofia moderna é marcada, de modo especial, por processos exacerbados de mensuração e experimentação em detrimento da reflexão e da abstração.

2. O debate filosófico no início da Idade Moderna é marcado pela discussão entre racionalistas, como Descartes, e empiristas, como Bacon.

3. A filosofia moderna representa um modelo de ruptura ou de uma guinada em relação aos modelos e padrões filosóficos da Idade Média.

4. Entre os representantes da filosofia moderna destacaram-se pensadores como Spinoza, Leibniz, Hobbs, Locke, Newton e Hume.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas. 
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10

457941200016578
Ano: 2023Banca: FUNDATECOrganização: IF Farroupilha - RSDisciplina: FilosofiaTemas: Introdução à Filosofia | O Sujeito na Modernidade | Fundamentos da Filosofia | Epistemologia | Consciência e Limites do Conhecimento
Gaston Bachelard, filósofo francês do século XIX, dedicou-se à filosofia da descoberta científica. Para ele, o historiador da ciência deve considerar ideias como fatos, enquanto o epistemólogo deve encarar fatos como ideias em um sistema de pensamento. No ensino elementar, Bachelard (2002) destaca a importância de extrair o abstrato do concreto, utilizando experiências para ilustrar teorias. Ele alerta que fenômenos interessantes podem envolver afetividade, prejudicando a objetividade científica. A ciência busca delinear e ordenar fenômenos, encontrando um equilíbrio entre concreto e abstrato, matemática e experiência, leis e fatos. Para isso, Bachelard valoriza experiências que fogem do comum, levando a contradições e discussões que resultam na criação de leis. Para Bachelard, o espírito científico proíbe que tenhamos uma opinião sobre:
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