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1

457941200166640
Ano: 2019Banca: IF-SCOrganização: IF-SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Dia a Dia e Dia-a-Dia

Determinadas palavras são frequentes na redação oficial. Conforme as regras do Acordo Ortográfico que entrou em vigor em 2009, assinale a opção CORRETA que contém apenas palavras grafadas conforme o Acordo.


I. abaixo-assinado, Advocacia-Geral da União, antihigiênico, capitão de mar e guerra, capitão-tenente, vice-coordenador.

II. contra-almirante, co-obrigação, coocupante, decreto-lei, diretor-adjunto, diretor-executivo, diretor-geral, sócio-gerente.

III. diretor-presidente, editor-assistente, editor-chefe, ex-diretor, general de brigada, general de exército, segundo-secretário.

IV. matéria-prima, ouvidor-geral, papel-moeda, pós-graduação, pós-operatório, pré-escolar, pré-natal, pré-vestibular; Secretaria-Geral.

V. primeira-dama, primeiro-ministro, primeiro-secretário, pró-ativo, Procurador-Geral, relator-geral, salário-família, Secretaria-Executiva, tenente-coronel.


Assinale a alternativa CORRETA:


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2

457941201283301
Ano: 2016Banca: Instituto Coelho NetoOrganização: Prefeitura de Santo Amaro do Maranhão - MADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Ortografia | Uso de Dia a Dia e Dia-a-Dia | Dificuldades da Língua Padrão

Assinale a opção em que todas as palavras estão grafadas de acordo com a reforma ortográfica.

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3

457941200084594
Ano: 2016Banca: FUNDATECOrganização: CRQ 9º Região - PRDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso de Dia a Dia e Dia-a-Dia | Dificuldades da Língua Padrão

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.



Contar mentirinhas vicia o cérebro, revela estudo


Por Felipe Germano Bruno Garattoni

01 Mentir não faz o nariz crescer – mas pode ............, de outra forma, com o seu corpo. De

02 acordo com um novo estudo realizado pela Universidade de Londres, contar mentirinhas leves

03 provoca alterações físicas no cérebro, que se torna mais propenso __ optar por mentiras em

04 momentos importantes.

05 Quando contam alguma mentira, as pessoas geralmente se sentem um pouco mal. Essa

06 reação é provocada pela amígdala, uma região cerebral que também é ligada __ sensações de

07 medo, e funciona como uma espécie de freio natural, limitando a quantidade de mentiras que as

08 pessoas contam. Mas os cientistas descobriram que, se você contar uma sequência de pequenas

09 mentiras, sem muita importância (na linha ‘o seu penteado ficou ótimo’ ou ‘não vi o email’), esse

10 freio vai ficando mais fraco.

11 Para calcular isso, os pesquisadores reuniram 80 voluntários e escanearam o cérebro deles

12 enquanto eles jogavam um jogo. A brincadeira consistia em adivinhar quantas moedas havia em

13 um pote e transmitir, por meio de um computador, a estimativa a outra pessoa. O jogo tinha

14 várias modalidades. Numa delas, você era estimulado a dar uma ‘mentidinha’, superestimando a

15 quantidade de moedas do pote, ............ isso fazia você ganhar mais pontos, e a outra pessoa

16 menos. Conforme o jogo avançava, os voluntários eram estimulados a mentir cada vez mais – e a

17 atividade na amígdala se tornava cada vez menor. Era como se o cérebro estivesse se adaptando

18 ao ato de mentir.

19 “A amígdala limita a ................ do quanto mentimos”, diz a psicóloga Tali Sharot, líder do

20 estudo. “Mas essa resposta vai diminuindo conforme as mentiras ficam maiores. Isso pode levar a

21 uma reação em cadeia, em que pequenos atos de desonestidade acabam levando a mentiras

22 maiores”, acredita.

23 Para os pesquisadores, a capacidade que o cérebro tem de se acostumar não se aplica

24 apenas __ mentiras. “Nós só testamos a desonestidade das pessoas nesse experimento, mas o

25 mesmo princípio talvez seja aplicável a outras ações, como se expor __ riscos ou ter

26 comportamentos violentos”, afirma o cientista Neil Garrett, coautor do estudo.


(http://super.abril.com.br/comportamento/contar-mentirinhas-vicia-o-cerebro-revela-estudo/– Adaptação)

De acordo com as regras de ortografia e contexto de ocorrência, as lacunas pontilhadas das linhas 01, 15 e 19 ficam, correta e respectivamente, preenchidas por:

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4

457941201571840
Ano: 2016Banca: IDECANOrganização: Prefeitura de Apiacá - ESDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Dia a Dia e Dia-a-Dia

Assinale a afirmativa que apresenta ERRO de grafia.

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5

457941201792758
Ano: 2016Banca: OBJETIVAOrganização: Prefeitura de Fortaleza dos Valos - RSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Dia a Dia e Dia-a-Dia | Ortografia

Com base na norma ortográfica atualmente em vigor, assinalar a alternativa em que ambas as palavras estão escritas CORRETAMENTE:

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6

457941200129469
Ano: 2016Banca: BIO-RIOOrganização: ELETROBRAS-ELETRONUCLEARDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Dia a Dia e Dia-a-Dia | Análise Textual

TEXTO

A INTERNET NOS DEIXA ESTÚPIDOS

Eduardo Szklarz, Superinteressante, maio/2015

- Como a internet piora a inteligência dos jovens?

Eu me refiro principalmente a quatro elementos: curiosidade intelectual, conhecimento histórico, consciência cívica e hábitos de leitura. Os jovens têm lido cada vez menos nos EUA. E estou dizendo livros, jornais e revistas, que ainda são o principal e o mais importante acesso ao conhecimento.

- Mas a web não pode ser útil para o conhecimento?

Poderia, mas os garotos não se importam com essas coisas. Eles não visitam um site de um grande museu para ver as pinturas. Preferem visitar seu perfil pessoal na internet ou fazer upload das fotos da última festa, ou escrever em seu blog como odeiam a escola. Segundo o Instituto Nielsen Media Research, 9 entre os 10 sites mais populares entre os adolescentes são redes de relacionamento. É isso que as ferramentas significam para eles: um meio social.

Há uma série de palavras do texto grafadas em inglês; isso mostra que:

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7

457941201429541
Ano: 2018Banca: FUNDATECOrganização: Prefeitura de Porto Xavier - RSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Dia a Dia e Dia-a-Dia

Instrução: As questões de números 01 a 10 referem-se ao texto abaixo. Os destaques ao longo do texto estão citados nas questões.

Todo mundo tem pelo menos um esqueleto escondido no armário


  1. Quando o suposto “defeito” fica na parte de fora da gente, aprendemos a disfarçá-lo;
  2. com cortes de cabelo, maquiagem, roupas que nos favoreçam, filtros fotográficos e o que mais
  3. estiver ao nosso alcance para que possamos exibir ao mundo uma imagem mais aceita e
  4. “curtível”. Já quando a incongruência vem de dentro, do nosso caráter ou do nosso DNA
  5. afetivo, aí a coisa fica um pouquinho mais complicada. Para nossas distorções internas não ___
  6. filtro, roupa de grife ou tratamento estético que dê jeito. O mais estranho é que, talvez, seja
  7. exatamente essa maior dificuldade encontrada o que nos torna tão especialistas em camuflar
  8. nossas partes internas mais densas, pesadas, estranhas e rejeitadas. Por exemplo, já reparou
  9. como todo mundo se sente vítima da inveja, mas ninguém assume ser invejoso? Essa conta
  10. simplesmente não fecha; sobra “x”, sobra incógnitas, sobra dividendos e zeros depois da
  11. vírgula. E a explicação para essa transgressão matemática é muito simples: a nossa
  12. configuração interna não é exata, não flutua segundo a orientação dos maravilhosos (e
  13. assustadores) algoritmos, não há fórmula racional possível para equalizar nossas demandas
  14. emocionais, nossas batalhas diárias contra nosso mais terrível inimigo: a falta de
  15. autoconhecimento.
  16. Somos completos estranhos para nós mesmos. Essa personagem que acorda conosco
  17. dentro de nós apenas imagina quem seja essa outra personagem que a gente vê no espelho, e
  18. vice-versa. Somos pelo menos dois tentando fazer dar certo um casamento indissolúvel. O fato
  19. é que passamos a vida julgando os outros, querendo os outros, desejando os outros, rejeitando
  20. os outros, perseguindo os outros e descartando os outros, para tentar escapar do nosso
  21. intransferível destino: somos completamente incapazes de sentir por nós mesmos todas essas
  22. complexas paixões de aproximação e desapego. Então, para não termos de encarar de frente
  23. esse desafio enorme que é desencavarmos esse fóssil humano de nós mesmos, soterrado sob
  24. inúmeras camadas de poeira, pedra e lágrimas, seguimos fingindo que está tudo bem.
  25. Arranjamos jeitos de doer menos, nos cercamos de crenças – religiosas ou não – para nos
  26. acalmar a angústia diante da nossa indisfarçável imperfeição. Seguimos recitando pequenas
  27. ladainhas, invocando algum deus ou sábio, a fim de explicar ou abençoar nossas pretensões à
  28. uma suposta santidade ou – ainda mais ambiciosos – a fim de alcançar uma coisa chamada
  29. “paz interior”.
  30. É, companheiro, só a gente mesmo para entender o quão complexo, custoso e
  31. desafiador é carregar-nos todo santo dia para cima e para baixo. E haja academia, terapia,
  32. creme hidratante, plástica capilar, fruta orgânica e receitas sem carboidrato para caber em tão
  33. descabida expectativa. Quem sabe não esteja na hora de visitarmos aquele porão esquecido,
  34. frio e escurinho. Abrir aquele armário secreto, trancado a sete chaves e dar uma boa olhada
  35. naquele esqueletinho que padece ali, abandonado e sem afeto. Imagine cada um de nós
  36. andando por aí com seu podre revelado… Talvez, de início se instalasse o caos. Sim, _______
  37. desacostumamos demais da verdade. Porque, no começo, insistiríamos em afirmar que o
  38. esqueleto do outro é muito mais temível do que o nosso. Entretanto, passado um tempo…
  39. acabaríamos compreendendo que não há uma variedade assim tão grande de defeitos. Nossos
  40. horrores internos são, na verdade, muito mais parecidos do que a nossa vitrine inventada e
  41. mantida com tanto custo. Reveladas nossas entranhas esquisitas, acabaríamos tirando um peso
  42. enorme do peito e das costas e descobriríamos que nossas faltas, assim como nossos excessos,
  43. são apenas casquinhas de feridas que ainda não aprendemos a curar.

Texto especialmente adaptado para esta prova. Disponível em https://www.contioutra.com/todo-mundo-tem-pelo-menos-um-esqueleto-escondido-no-armario/. Acesso em 9 set. 2018.

O termo “autoconhecimento” (l. 15) não é hifenizado. Qual das palavras a seguir está grafada INCORRETAMENTE por necessitar de hífen, levando-se em conta a vigência do Novo Acordo Ortográfico?

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8

457941201639670
Ano: 2019Banca: Instituto ConsulplanOrganização: Prefeitura de Pitangueiras - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Dia a Dia e Dia-a-Dia | Análise Textual

A arte de ser feliz


Houve um tempo em que a minha janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Ora, nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. Eu era criança, achava essa ilusão maravilhosa e sentia-me completamente feliz.

Houve um tempo em que a minha janela dava para um canal. No canal oscilava um barco. Um barco carregado de flores. Para onde iam aquelas flores? Quem as comprava? Em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinham criado? E que pessoas iam sorrir de alegria ao recebê-las? Eu não era mais criança, porém a minha alma ficava completamente feliz.

Houve um tempo em que minha janela se abria para um terreiro, onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu participava do auditório, imaginava os assuntos e suas peripécias e me sentia completamente feliz.

Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma regra: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava para as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros e meu coração ficava completamente feliz.

Às vezes abro a janela e encontro o jasmineiro em flor. Outras vezes encontro nuvens espessas. Avisto crianças que vão para a escola. Pardais que pulam pelo muro. Gatos que abrem e fecham os olhos, sonhando com pardais. Borboletas brancas, duas a duas, como refletidas no espelho do ar. Marimbondos: quase sempre me parecem personagens de Lope de Vega. Às vezes, um galo canta. Às vezes, um avião passa. Tudo está certo, no seu lugar, cumprindo o seu destino. E eu me sinto completamente feliz.

Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem, outros que só existem diante das minhas janelas e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.


(Cecília Meireles. Escolha o seu sonho. Rio de Janeiro.)

Considerando a gramática normativa da Língua Portuguesa, assinale a afirmativa que apresenta ERRO.

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9

457941201714164
Ano: 2015Banca: IESESOrganização: CRC-SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Morfologia Verbal | Dificuldades da Língua Padrão | Uso de Dia a Dia e Dia-a-Dia | Classificação Verbal

Leia o texto a seguir para responder as próximas 7 (sete) questões.


A IMPORTÂNCIA DO CACOETE NA EVOLUÇÃO LINGUÍSTICA


Por Aldo Bizzochi. Adaptado de:

http://revistalingua.uol.com.br/textos/blog-abizzocchi/a-importancia-docacoete-na-evolucao-linguistica-337681-1.asp Acesso em 30 mar 2015.



A maior parte das inovações linguísticas surge da fala informal e não da fala ou da escrita formais. Exceto por neologismos técnicos, que em geral nascem em textos acadêmicos impressos, é sempre a fala popular que institui novas pronúncias (e, no limite, conduz à mutação fonética), novas construções sintáticas (por exemplo, a tendência à próclise é uma criação da fala brasileira) e novas palavras.

Por isso mesmo, é nos períodos costumeiramente chamados "de barbárie", em que não há ensino formal da língua, e quase todos os falantes são ágrafos, que as mudanças linguísticas ocorrem mais depressa. Não foi por outra razão que a língua da Lusitânia passou, durante a Alta Idade Média (séculos 5 a 11 d.C.), isto é, em apenas seis séculos, do latim vulgar ao ibero-romance e deste ao galego-português, ou português arcaico. Em compensação, a partir do estabelecimento do Estado português e da institucionalização da educação, sobretudo a partir do século 16, a língua mudou relativamente pouco. Isso significa que o português de Camões está mais próximo do atual que daquele das cantigas trovadorescas.

Um dos muitos fatores que contribuem para a mudança linguística é, por incrível que pareça, o cacoete. Na fala cotidiana, em que temos de pensar e falar ao mesmo tempo, tendemos a truncar palavras e frases, a repetir elementos, seja por redundância (a fala é, por natureza, muito mais redundante que a escrita, já que o ruído na comunicação também é muito maior) ou por insegurança, e a gaguejar bastante. Também são comuns as "muletas do discurso", certas expressões-chavão que utilizamos a todo momento (como "sei lá", "tipo assim", etc.) para preencher o vazio comunicativo enquanto pensamos ou para nos aliviar do peso de termos de ser criativos o tempo todo.

Muitas características definidoras de certos idiomas, como a negação dupla em francês (jene sais pas), resultam de cacoetes que, de tão disseminados na fala popular, acabaram sendo integrados à norma e hoje fazem parte da gramática da língua. [...].

O que são esses anacolutos que transformam uma oração do tipo sujeito-predicado em uma do tipo tópico-comentário senão cacoetes de fala que se espalham por contágio? Basta assistir no YouTube a entrevistas de 30 ou 40 anos atrás e compará-las com a fala atual das pessoas na TV para observar como a frequência desse tipo de construção aumentou nos últimos anos, mesmo entre pessoas escolarizadas, como repórteres, atores e cantores de MPB.

Redundâncias como as do espanhol (Le di una manzana a la maestra, "Dei uma maçã à professora"), do italiano (Questa mela la mangio io, "Esta maçã quem vai comer sou eu") ou do inglês (At what time do you do your homework?, "A que horas você faz a lição de casa?") nada mais são do que a cristalização e subsequente oficialização de antigos cacoetes que, por terem sido introduzidos, ou pelo menos disseminados, por falantes de uma certa influência social, contaminaram a maioria dos falantes há séculos e, de tão arraigados na fala coloquial, ascenderam à categoria de leis gramaticais, tornando-se, portanto, de uso obrigatório.

“A escrita foi alterada pelas pessoas que falam o idioma.” Transpondo esse trecho para a voz ativa, a forma verbal resultante foi escrita corretamente em qual das alternativas? Assinale-a:

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10

457941200638490
Ano: 2016Banca: ADM&TECOrganização: Câmara de Arcoverde - PEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Dificuldades da Língua Padrão | Análise Sintática | Uso de Dia a Dia e Dia-a-Dia | Análise Textual | Sintaxe

Países subdesenvolvidos e os problemas sociais


Os problemas sociais, assim como a pobreza, têm sofrido um aumento significativo decorrente de vários fatores, no entanto, o principal deles é o crescente processo de globalização que o mundo vem atravessando recentemente.

As questões relacionadas às desigualdades sociais e os problemas derivados desse processo podem ser identificados em todos os países do mundo, mesmo naqueles inseridos no grupo de grandes nações. Todavia, nos países que figuram como subdesenvolvidos, essas questões são mais acentuadas e de fácil percepção. A grande maioria dessas nações é subdesenvolvida devido a fatores históricos decorrentes da colonização europeia a qual, ao longo de séculos, causou a exploração efetiva de tais países. [...]


(Adaptado. Disponível em : http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/paises-su bdesenvolvidos-os-problemas-sociais.htm)

Com base no texto 'Países subdesenvolvidos e os problemas sociais', marque a opção CORRETA

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