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457941201936895
Ano: 2023Banca: FCCOrganização: TRT - 15ª Região (SP)Disciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos

Atenção: Para responder às questões de números 1 a 7, leia o trecho do conto “Sol nascente”


Ainda hoje, quando lanço o olhar ao mar, imagino a vida de meus avós como ilhas distantes, cercadas pela vastidão de um oceano de histórias (muitas delas guardadas na linha de um horizonte que não pode mais ser lido). No alto do Morro de São Sebastião, contemplo o sol nascente e me inspiro a iniciar estas linhas. Talvez elas não contenham toda a verdade, talvez haja imprecisões e deslizes históricos, mas foi assim que eu as recebi, pela boca dos que sobreviveram.

leiri-san inspecionava as conversas dos navios que nasciam no estaleiro que dirigia com disciplina. Há décadas os japoneses iniciaram a colonização da ilha de Taiwan, tomada da China após a guerra sino-japonesa. Para lá a família leiri emigrou para prosperar. Chiyoko, filha do patriarca leiri, cresceu entre finas bonecas de porcelana, tendo os melhores instrutores, tornando-se de pianista a carateca. Sempre ávida por conhecimento, aprendeu com seu tio diversos procedimentos, tais como a realização de partos e, sobretudo, a quiropraxia. Chiyoko se transformou em uma mulher extraordinária, nadando em alto-mar e, apesar de sua compleição esguia, aveniurando-se até a praticar sumô. Após aprender tantas coisas, não poderia ter se tomado outra coisa a não ser professora.

Naquele dia, apesar da triste guerra, Chiyoko estava feliz. Era o dia do aniversário de seu pai. Não importava a ela que seu otosan estivesse em um leito de hospital nem que o medo rondasse cada esquina. Ela tinha conseguido, a grande custo, algumas iguarias que seu pai gostava de comer. Era para comemorar a data, para celebrar a vida. E seus passos eram alegres quando a sirene tocou. E era alegre o dia quando as bombas caíram.

O hospital em que seu pai estava foi atingido. A vida naufragou. [...] Por ter aprendido tantas coisas com o tio médico, Chiyoko auxiliava os feridos durante a guerra, que estava para ser perdida.


(Adaptado de: KONDO, André. Origens. Editora do Brasil, 2019. Edição Eletrônica)

No texto, verifica-se emprego de antítese, que intensifica o contraste entre as ideias expostas, no seguinte segmento:

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2

457941201008866
Ano: 2019Banca: Instituto ExcelênciaOrganização: Prefeitura de Lucélia - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos
Em alguns casos, como de ambiguidade, é permitido o uso de preposição em objetos diretos. A oração “Assim chamavam os índios as crianças” seria um caso de sentido ambíguo, caso a oração estivesse isolada e fora de contexto. Entretanto, é possível interpretar, a partir da leitura, que os “índios chamavam as crianças assim”. Assinale a alternativa que solucionaria o problema da ambiguidade, mantendo o sentido transmitido pelo texto.
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3

457941200132474
Ano: 2015Banca: OBJETIVAOrganização: Prefeitura de Agudo - RSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Desvios Linguísticos | Análise Textual
Assinalar a alternativa que NÃO apresenta o vício de linguagem denominado Cacofonia:
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4

457941202059752
Ano: 2023Banca: CPCONOrganização: Prefeitura de Caturité - PBDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Funções Morfossintáticas do Pronome SE | Morfossintaxe da Palavra 'QUE' | Análise Sintática | Análise Textual | Desvios Linguísticos | Sintaxe | Estrutura Textual

Atente aos enunciados abaixo e responda ao que se pede.

I- Os relatos que ouvi são graves e exigem respostas imediatas do Governo, que tem se comportado de maneira omissa em relação às questões que dizem respeito aos direitos humanos.

II- É isto que te desejo: paz, saúde e harmonia. isto

III- Faze tais coisas, pois isto pode te agradar.

IV- Quando tudo parece perdido, eis que me vem a salvação.

V- Vi uma foto sua no ônibus 524.

Marque a alternativa CORRETA.

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5

457941201843273
Ano: 2018Banca: CPCONOrganização: Câmara de Portalegre - RNDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos

TEXTO 03

Na pobreza e na riqueza


No trecho que segue, apela-se para um valor como forma de argumentar: “Ele é pobre e sofreu muito na vida; se ele diz que a situação econômica do país é boa, temos de levar em conta seu ponto de vista”.

Nesse caso, temos o que se chama argumentum ad lazarum (argumento em que se apela para a pobreza). O ponto de vista de alguém deve ser considerado, porque ele é pobre. É o argumento em que a veracidade da tese que se defende está fundada na pobreza de quem anuncia. Isso significa que o valor em que se baseia esse argumento é de que os pobres são mais sábios, mais sensatos e mais virtuosos do que os ricos.

O nome desse raciocínio vem da parábola do pobre Lázaro (Lucas 16: 19-31) que narra a história do mendigo, de nome Lázaro, que coberto de chagas, ficava à porta de um homem rico, querendo matar a fome com as migalhas que caíam de sua mesa. Ambos morreram e o pobre foi levado “ao seio de Abraão”, enquanto o rico padecia muitos tormentos na montanha dos mortos. Este pede a Abraão que permita que Lázaro molhe a ponta de um dedo para refrescar-lhe a língua [...].

FIORIN, José Luiz. Revista Língua Portuguesa. São Paulo: Ed. Segmento. Abril. / 2015, p. 20.

O título do texto se apresenta sob a forma de

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6

457941200794940
Ano: 2014Banca: FUNCABOrganização: SEPLAG-MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Reescrita Textual | Análise Textual | Desvios Linguísticos

Leia o texto abaixo e responda às questões propostas.

O recente interesse na regulamentação da astrologia como profissão oferece a oportunidade de refletir sobre questões que vão desde as raízes históricas da ciência até a percepção, infelizmente muito popular, de seu dogmatismo. Preocupa-me, e imagino que a muitos dos colegas cientistas, a rotulação do cientista como um sujeito inflexível, bitolado, que só sabe pensar dentro dos preceitos da ciência. Ela vem justamente do desconhecimento sobre como funciona a ciência. Talvez esteja aqui a raiz de tanta confusão e desentendimento.

Longe dos cientistas achar que a ciência é o único modo de conhecer o mundo e as pessoas, ou que a ciência está sempre certa. Muito ao contrário, seria absurdo não dar lugar às artes, aos mitos e às religiões como instrumentos complementares de conhecimento, expressões de como o mundo é visto por pessoas e culturas muito diversas entre si.

Um mundo sem esse tipo de conhecimento não científico seria um mundo menor e, na minha opinião, insuportável. O que existe é uma distinção entre as várias formas de conhecimento, distinção baseada no método pertinente a cada uma delas. A confusão começa quando uma tenta entrar no território da outra, e os métodos passam a ser usados fora de seus contextos.

Portanto, é (ou deveria ser) inútil criticar a astrologia por ela não ser ciência, pois ela não é. Ela é uma outra forma de conhecimento. [...]

Essa caracterização da astrologia como não ciência não é devida ao dogmatismo dos cientistas. É importante lembrar que, para a ciência progredir, dúvida e erro são fundamentais. Teorias não nascem prontas, mas são refinadas com o passar do tempo, a partir da comparação constante com dados. Erros são consertados, e, aos poucos, chega-se a um resultado aceito pela comunidade científica.

A ciência pode ser apresentada como um modelo de democracia: não existe o dono da verdade, ao menos a longo prazo. (Modismos, claro, existem sempre.) Todos podem ter uma opinião, que será sujeita ao escrutínio dos colegas e provada ou não. E isso tudo ocorre independentemente de raça, religião ou ideologia. Portanto, se cientistas vão contra alguma coisa, eles não vão como donos da verdade, mas com o mesmo ceticismo que caracteriza a sua atitude com relação aos próprios colegas. Por outro lado, eles devem ir dispostos a mudar de opinião, caso as provas sejam irrefutáveis.


Será necessário definir a astrologia? Afinal, qualquer definição necessariamente limita. Se popularidade é medida de importância, existem muito mais astrólogos do que astrônomos. Isso porque a astrologia lida com questões de relevância imediata na vida de cada um, tendo um papel emocional que a astronomia jamais poderia (ou deveria) suprir.

A astrologia está conosco há 4.000 anos e não irá embora. E nem acho que deveria. Ela faz parte da história das ideias, foi fundamental no desenvolvimento da astronomia e é testemunha da necessidade coletiva de conhecer melhor a nós mesmos e os que nos cercam. De minha parte, acho que viver com a dúvida pode ser muito mais difícil, mas é muito mais gratificante. Se erramos por não saber, ao menos aprendemos com os nossos erros e, com isso, crescemos como indivíduos. Afinal, nós somos produtos de nossas escolhas, inspiradas ou não pelos astros.

(GLEISER, Marcelo. Folha de São Paulo, 22 set. 2002)

A instrução de reescrita que, uma vez observada, altera o sentido de: “Talvez esteja aqui a raiz de tanta confusão e desentendimento.” (§ 1) encontra-se proposta em:

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7

457941201432094
Ano: 2022Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: TCE-RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos

Texto CB1A2-I


    O uso da palavra está, necessariamente, ligado à questão da eficácia. Visando a uma multidão indistinta, a um grupo definido ou a um auditório privilegiado, o discurso procura sempre produzir um impacto sobre seu público. Esforça-se, frequentemente, para fazê-lo aderir a uma tese: ele tem, então, uma visada argumentativa. Mas o discurso também pode, mais modestamente, procurar modificar a orientação dos modos de ver e de sentir: nesse caso, ele tem uma dimensão argumentativa. Como o uso da palavra se dota do poder de influenciar seu auditório? Por quais meios verbais, por quais estratégias programadas ou espontâneas ele assegura a sua força?

    Essas questões, das quais se percebe facilmente a importância na prática social, estão no centro de uma disciplina cujas raízes remontam à Antiguidade: a retórica. Para os antigos, a retórica era uma teoria da fala eficaz e também uma aprendizagem ao longo da qual os homens da cidade se iniciavam na arte de persuadir. Com o passar do tempo, entretanto, ela tornou-se, progressivamente, uma arte do bem dizer, reduzindo-se a um arsenal de figuras. Voltada para os ornamentos do discurso, a retórica chegou a se esquecer de sua vocação primeira: imprimir ao verbo a capacidade de provocar a convicção. É a esse objetivo que retornam, atualmente, as reflexões que se desenvolvem na era da democracia e da comunicação.


Ruth Amosy. A argumentação no discurso.

São Paulo: Editora Contexto, 2018, p. 7 (com adaptações). 

Julgue o item subsequente, relativo aos aspectos linguísticos do texto CB1A2-I. 


No segundo período do primeiro parágrafo, a eliminação do vocábulo “a”, em todas as suas ocorrências, não prejudicaria a correção gramatical do texto, mas implicaria mudança de sentido.  

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8

457941200527296
Ano: 2024Banca: FUNATECOrganização: Câmara de Alexânia - GO Disciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos

“Meu pai viu um Da Vinci em sua última visita”. Nesta frase, temos a seguinte figura de linguagem:

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9

457941200976725
Ano: 2025Banca: AMEOSCOrganização: Prefeitura de Belmonte - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos

Leia com atenção as afirmativas abaixo:


I. Salvo algumas excessões, todos cumpriram devidamente o código de ética.


II. As servidoras público devem seguir as diretrizes éticas com rigor.


III. É fundamental agir com ética moral no serviço público.


IV. O chefe estará entrando em contato com os servidores para discutir os novos procedimentos.


V. Os gestores devem assistir aos servidores com mais atenção às suas necessidades.



Em quais das afirmativas lidas há o emprego do vício de linguagem conhecido como solecismo? 

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10

457941200512667
Ano: 2015Banca: CONSULPLANOrganização: Prefeitura de Ibiraçu - ESDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Desvios Linguísticos

Exigências da vida moderna


Dizem que todos os dias você deve comer uma maçã por causa do ferro.

E uma banana pelo potássio.

E também uma laranja pela vitamina C. Uma xícara de chá verde sem açúcar para prevenir a diabetes.

Todos os dias deve‐se tomar ao menos dois litros de água. E uriná‐los, o que consome o dobro do tempo.

Todos os dias deve‐se tomar um Yakult pelos lactobacilos (que ninguém sabe bem o que é, mas que aos bilhões, ajudam a digestão). Cada dia uma Aspirina, previne infarto. Uma taça de vinho tinto também. Uma de vinho branco estabiliza o sistema nervoso. Um copo de cerveja, para... não lembro bem para o que, mas faz bem. O benefício adicional é que se você tomar tudo isso ao mesmo tempo e tiver um derrame, nem vai perceber.

Todos os dias deve‐se comer fibra. Muita, muitíssima fibra. Fibra suficiente para fazer um pulôver.

Você deve fazer entre quatro e seis refeições leves diariamente. E nunca se esqueça de mastigar pelo menos cem vezes cada garfada. Só para comer, serão cerca de cinco horas do dia...

E não esqueça de escovar os dentes depois de comer. Ou seja, você tem que escovar os dentes depois da maçã, da banana, da laranja, das seis refeições e enquanto tiver dentes, passar fio dental, massagear a gengiva, escovar a língua e bochechar com Plax. Melhor, inclusive, ampliar o banheiro e aproveitar para colocar um equipamento de som, porque entre a água, a fibra e os dentes, você vai passar ali várias horas por dia.

Há que se dormir oito horas por noite e trabalhar outras oito por dia, mais as cinco comendo são vinte e uma. Sobram três, desde que você não pegue trânsito. As estatísticas comprovam que assistimos três horas de TV por dia.

Menos você, porque todos os dias você vai caminhar ao menos meia hora (por experiência própria, após quinze minutos dê meia volta e comece a voltar, ou a meia hora vira uma).

E você deve cuidar das amizades, porque são como uma planta: devem ser regadas diariamente, o que me faz pensar em quem vai cuidar delas quando eu estiver viajando.

Deve‐se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações.

Ah! E o sexo! Todos os dias, tomando o cuidado de não se cair na rotina. Há que ser criativo, inovador para renovar a sedução. Isso leva tempo – e nem estou falando de sexo tântrico.

Também precisa sobrar tempo para varrer, passar, lavar roupa, pratos e espero que você não tenha um bichinho de estimação. Na minha conta são 29 horas por dia.

A única solução que me ocorre é fazer várias dessas coisas ao mesmo tempo! Por exemplo, tomar banho frio com a boca aberta, assim você toma água e escova os dentes. Chame os amigos junto com os seus pais. Beba o vinho, coma a maçã e a banana junto com a sua mulher... na sua cama.

Ainda bem que somos crescidinhos, senão ainda teria um Danoninho e se sobrarem 5 minutos, uma colherada de leite de magnésio.

Agora tenho que ir.

É o meio do dia, e depois da cerveja, do vinho e da maçã, tenho que ir ao banheiro.

E já que vou, levo um jornal... Tchau!

Viva a vida com bom humor!!!


(VERÍSSIMO, Luís Fernando. Exigências da vida moderna. Disponível em http://pensador.uol.com.br/frase/MzI3NDUz/ Acesso em: 01/11/2015. Adaptado.)

“‘Deve‐se estar bem informado também, lendo dois ou três jornais por dia para comparar as informações.’ (13º§) Ah! E o sexo! Todos os dias, tomando o cuidado de não se cair na rotina. Há que ser criativo, inovador para renovar a sedução. Isso leva tempo...” (14º§). O termo “isso” tem valor ______________ e retoma, por coesão textual, o referente ______________________.” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

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