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Considerando as mudanças na arquitetura financeira internacional e a atuação do G20 como principal foro de cooperação financeira global, julgue (C ou E) o item que se segue.
Em várias reuniões do G20 foram apontadas falhas graves
de regulamentação e supervisão, além dos riscos
irresponsavelmente assumidos por parte de bancos e outras
instituições financeiras, que acabaram criando fragilidades
que contribuíram para o agravamento da crise econômica
de 2008. Um ponto ausente nessas pautas foi a necessidade
de reforma das agências de classificação de risco, pois elas
têm subestimado os impactos que uma classificação
equivocada de riscos podem provocar no mercado e nas
economias sob suas análises.
Virtualmente, todos os grandes países estabeleceram um banco central como “emprestador de última instância” para reduzir a probabilidade de que uma falta de liquidez se torne uma crise de solvência. A prática levou à questão do papel de um “emprestador internacional de última instância” que pudesse auxiliar os países a estabilizar o valor das suas moedas e reduzir a probabilidade de sua forte desvalorização em consequência da falta de liquidez, que, por sua vez, poderia causar um grande número de falências.
Charles Kindleberger. Manias, pânicos e crises. 6.ª ed. São Paulo: Saraiva.
Tendo como referência inicial esse fragmento de texto, julgue (C ou E) o item a seguir, pertinentes às funções e competências de um banco central.
Julgue o item a seguir, a respeito do Sistema Financeiro Internacional.
O Clube de Paris é um fórum permanente vinculado ao Fundo
Monetário Internacional e dedica-se a buscar soluções
coordenadas e sustentáveis para países com dificuldades em
honrar suas obrigações creditícias junto a credores oficiais.