Logo
QuestõesDisciplinasBancasDashboardSimuladosCadernoRaio-XBlog
Logo Questionei

Links Úteis

  • Início
  • Questões
  • Disciplinas
  • Simulados

Legal

  • Termos de Uso
  • Termos de Adesão
  • Política de Privacidade

Disciplinas

  • Matemática
  • Informática
  • Português
  • Raciocínio Lógico
  • Direito Administrativo

Bancas

  • FGV
  • CESPE
  • VUNESP
  • FCC
  • CESGRANRIO

© 2026 Questionei. Todos os direitos reservados.

Feito com ❤️ para educação

Logoquestionei.com
  1. Início/
  2. Questões

Questões

Explore as questões disponíveis e prepare-se para seus estudos!

Filtros

Disciplina
Tema
Cargo
Dificuldade
Banca
Ano
Organização

Excluir questões:

Filtrar por:

Seus filtros aparecerão aqui.

10 por página

1

457941201537793
Ano: 2021Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Rimas | Ritmo e Estrofes | Gêneros Literários | Classificação dos Gêneros Literários | Gênero Lírico | Metrificação | Poemas de Forma Fixa | Estilística

Texto 1 


Comigo me desavim,

Sou posto em todo perigo;

Não posso viver comigo

Nem posso fugir de mim.


Com dor da gente fugia,

Antes que esta assim crescesse:

Agora já fugiria

De mim, se de mim pudesse.


Que meio espero ou que fim

Do vão trabalho que sigo,

Pois que trago a mim comigo

Tamanho imigo de mim?


SÁ DE MIRANDA, Francisco de. Trova. In: MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos

textos. 33. ed. São Paulo: Cultrix, 2012.


Texto 2 


Minha senhora de mim



Comigo me desavim

minha senhora

de mim


sem ser dor ou ser cansaço

nem o corpo que disfarço


Comigo me desavim

minha senhora

de mim


nunca dizendo comigo

o amigo nos meus braços


Comigo me desavim

minha senhora

de mim


recusando o que é desfeito

no interior do meu peito


HORTA, Maria Teresa. Cem poemas (antologia pessoal): 22 inéditos.

Rio de Janeiro: 7Letras, 2006.

Com base no que expõe Norma Goldstein (2006), uma análise adequada dos recursos métricos, rítmicos e rímicos observáveis nos textos 1 e 2 está presente na seguinte afirmação: 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

2

457941201663893
Ano: 2010Banca: UEMOrganização: UEMDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Metrificação | Estilística
Leia o poema e assinale o que for correto.

Pastores, que levais ao monte o gado,
Vede lá como andais por essa serra;
Que para dar contágio a toda terra,
Basta ver-se o meu rosto magoado:

Eu ando (vós me vedes) tão pesado;
E a pastora infiel, que me faz guerra,
É a mesma, que em seu semblante encerra
A causa de um martírio tão cansado.

Se a quereis conhecer, vinde comigo,
Vereis a formosura, que eu adoro;
Mas não; tanto não sou vosso inimigo:

Deixai, não a vejais; eu vo-lo imploro;
Que se seguir quiserdes, o que eu sigo,
Chorareis, ó pastores, o que eu choro.
(COSTA, Cláudio Manuel. Poemas escolhidos)
Trata-se de um soneto, tipo de composição poética com quatro estrofes, sendo as primeiras com quatro versos e as duas últimas com três versos. É composto por versos decassílabos com rimas ABBA, nas duas primeiras estrofes, e CDC e DCD, nas duas últimas. Na poesia, a metrificação, o ritmo, as rimas, entre outros recursos, buscam realçar a musicalidade poética.
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

3

457941200736151
Ano: 2011Banca: UEPAOrganização: UEPADisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Rimas | Metrificação | Estilística
Leia atentamente o poema abaixo, de Herbert Emanuel, e responda o que se pede.

Da Impossibilidade

um pouco mais e eu me arrisco
a esta palavra felina, arisca
mas a mão trêmula de medo
como um gato escaldado em segredo

hesita em escrever neste branco véu
ou página-noiva a pedir-me provas
de que realmente a mereço
com um gesto de afeto ou apreço

e assim eu me fico:
se continuo ou se risco
se admito o fracasso

ou se me lanço onde não chego
pois sonhar é possível
diz o otimismo mais cego

(Nada ou quase uma arte, 2. ed., Editora Spia Vídeos e Produções, Macapá: 2009, p.1)

Quanto aos elementos estruturais e linguísticos do poema, é correto afirmar que:
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

4

457941201278588
Ano: 2011Banca: CEPS-UFPAOrganização: UFPADisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Metrificação | Estilística
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades,
Muda-se o ser, muda-se a confiança;
Todo o Mundo é composto de mudança,
Tomando sempre novas qualidades.

Continuamente vemos novidades,
Diferentes em tudo da esperança;
Do mal ficam as mágoas na lembrança,
E do bem, se algum houve, as saudades.

O tempo cobre o chão de verde manto.
Que já coberto foi de neve fria,
E em mim converte em choro o doce canto.

E, afora este mudar-se cada dia,
Outra mudança faz de amor espanto,
Que não se muda já como soía*.
(*) Soía: costumava


(Soneto, Luís Vaz de Camões. In: Literatura Comentada)


Com base no poema acima e nas características da poesia lírica de Camões, assinale a alternativa correta.
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

5

457941201444257
Ano: 2015Banca: VUNESPOrganização: UNIFESPDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Metrificação | Estilística
Leia o soneto do poeta Luís Vaz de Camões (1525?-1580) para responder à questão.

Sete anos de pastor Jacob servia
Labão, pai de Raquel, serrana bela;
mas não servia ao pai, servia a ela,
e a ela só por prêmio pretendia.

Os dias, na esperança de um só dia,
passava, contentando-se com vê-la;
porém o pai, usando de cautela,
em lugar de Raquel lhe dava Lia.

Vendo o triste pastor que com enganos
lhe fora assi negada a sua pastora,
como se a não tivera merecida,

começa de servir outros sete anos,
dizendo: “Mais servira, se não fora
para tão longo amor tão curta a vida”.

(Luís Vaz de Camões. Sonetos, 2001.)
Do ponto de vista formal, o tipo de verso e o esquema de rimas que caracterizam este soneto camoniano são, respectivamente,
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

6

457941201331955
Ano: 2011Banca: CPCONOrganização: UEPBDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Metrificação | Estilística
Vejam-se as seguintes expressões e/ou ditos extraídos d’As velhas, de Lourdes Ramalho: igual cantiga de perua – de pior a pior; quem se abaixa demais... aparece; o futuro a Deus pertence; pernas pra que te quero; duro com duro não dá bom muro; todo penso é torto; o pouco com Deus é muito, o muito sem Deus é nada; falou do mau – prepare o pau; cobrir o sol com a peneira.

Sobre a ocorrência desses ditos ou expressões, podemos afirmar:


I - Os ditos e expressões acima demonstram uma pobreza vocabular por parte da dramaturga porque, longe de sair do esquema de apropriação vocabular regional ou local e de se valer de uma dinâmica de maior projeção linguístico-cultural, repete, através dos ditos e expressões, ideias já cimentadas no cancioneiro popular.

II - A apropriação, pela dramaturga, de ditos e expressões do cotidiano popular dá um maior movimento e leveza às falas das personagens, de modo a criar, no leitor (ou no expectador), uma identificação não só com a variante linguística do homem comum, mas, e sobretudo, com a dinâmica do falar popular, através das imagens recorrentes e atualizadas nas expressões citadas.

III - A recorrência, na peça, de expressões/ditos populares ratifica o papel regional ou local da representação literária, embora os conflitos internos das personagens e a dinâmica sociocultural em que elas estão inseridas apontem para questões humanas universais.


Está(ão) correta(s):
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

7

457941201141032
Ano: 2021Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Metrificação | Poemas de Forma Fixa | Estilística

Soneto à maneira de Camões


Esperança e desespero de alimento

Me servem neste dia em que te espero

E já não sei se quero ou se não quero

Tão longe de razões é meu tormento.


Mas como usar amor de entendimento?

Daquilo que te peço desespero

Ainda que mo dês - pois o que eu quero

Ninguém o dá senão por um momento.


Mas como és belo, amor, de não durares,

De ser tão breve e fundo o teu engano,

E de eu te possuir sem tu te dares.


Amor perfeito dado a um ser humano:

Também morre o florir de mil pomares

E se quebram as ondas no oceano.



ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner. Soneto à maneira de Camões. In: COSTA E SILVA, Alberto da;

BUENO, Alexei. Antologia da poesia portuguesa contemporânea: um panorama. Rio de Janeiro:

Lacerda, 1999.

No que se refere a recursos métricos e retóricos empregados no poema de Sophia de Mello Breyner Andresen, bem como à sua relação com o contexto histórico da produção camoniana, indicado por Saraiva e Lopes (2004), leia as afirmações abaixo e marque V, para as verdadeiras, e F, para as falsas.

( ) A escolha por compor estrofes isométricas em decassílabo heroico está associada ao petrarquismo que marcou o século XVI português, homenageando a introdução da medida nova realizada por Camões.
( ) A disposição das ideias nas estrofes assemelha-se à estruturação em tese e antítese, seguidas de conclusão e desfecho, empreendendo um exercício de engenho similar ao da poesia camoniana.
( ) O uso de figuras de linguagem como a antítese e o paradoxo em mais de uma estrofe do poema é compatível com uma feição estilística própria do Maneirismo, tendência da qual Camões é um poeta representativo.

A sequência correta, de cima para baixo, é
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

8

457941200410216
Ano: 2012Banca: QuadrixOrganização: CRP 18ª Região MTDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estilística | Metrificação

Leia o poema abaixo para responder às questões 1 e 2.


Mãos dadas


Não serei o poeta de um mundo caduco.

Também não cantarei o mundo futuro.

Estou preso à vida e olho meus companheiros

Estão taciturnos mas nutrem grandes esperanças.

Entre eles, considere a enorme realidade.

O presente é tão grande, não nos afastemos.

Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas.

Não serei o cantor de uma mulher, de uma história.

Não direi suspiros ao anoitecer, a paisagem vista na janela.

Não distribuirei entorpecentes ou cartas de suicida.

Não fugirei para ilhas nem serei raptado por serafins.

O tempo é a minha matéria, o tempo presente, os homens

presentes,

a vida presente.

Carlos Drummond de Andrade

A respeito do poema acima, pode-se afirmar que:

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

9

457941200600476
Ano: 2018Banca: MS CONCURSOSOrganização: Câmara de Itaguara - MGDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Metrificação | Estilística
Quanto à versificação, atribua (V) para verdadeiro ou (F) para falso aos itens e assinale a alternativa correta:  

( ) Em poemas, as palavras podem ser utilizadas em sentido figurado, também chamado sentido conotativo. 

(  ) Metro é a extensão da linha poética, o número sílabas do verso. 

(  ) Versificação é a arte de fazer versos. 

(  ) Verso é o nome da linha do poema. Assim, cada linha constitui um verso. 

(  ) Ritmo é a música do verso. Para que um verso tenha ritmo, usam-se sílabas fracas, com intervalos regulares. A sequência rigorosa dessas sílabas é que dá ao verso música, harmonia e beleza. 

( ) Rima é a identidade ou semelhança de sons, a partir da vogal tônica, entre duas ou mais palavras. 
Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão

10

457941201064852
Ano: 2022Banca: Instituto ConsulplanOrganização: SEED-PRDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Metrificação | Estilística
A aranha passa a vida
tecendo cortinados
com o fio que fia
de seu cuspe privado.

Jamais para velar-se:
e por isso são ralos.
Para enredar os outros
é que usa os enredados.

(João Cabral de Melo Neto.)

Em relação à métrica dos versos anteriores observa-se que de acordo com a contagem das sílabas poéticas é possível afirmar que; marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) Em todos os versos, a sílaba final não é contada.
( ) Em todos os versos, a última palavra é paroxítona.
( ) O número de sílabas poéticas nem sempre está relacionado a questões de tonicidade.

A sequência está correta em

Gabarito comentado
Anotações
Marcar para revisão
Logoquestionei.com