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1

457941200715568
Ano: 2021Banca: ADM&TECOrganização: Prefeitura de Flores - PEDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Parnasianismo Literário | Movimentos Literários | Realismo Literário | Metrificação | Poemas de Forma Fixa | Estilística
Analise as afirmativas a seguir:


I. A exaltação à pátria, à natureza exuberante, a exaltação do ideal nacional e do amor idealizado são características da primeira geração do Romantismo no Brasil.

II. A literatura é necessariamente uma cópia do mundo real e limita-se a um puro exercício de linguagem, com o uso recorrente de figuras de linguagem. Assim, se tomada como uma maneira particular de compor o conhecimento, é necessário reconhecer que sua relação com o real é obrigatoriamente direta.

III. A poesia parnasiana preocupa-se com a forma e a objetividade, com seus sonetos alexandrinos perfeitos. O Parnasianismo é a manifestação poética do Realismo, dizem alguns estudiosos da literatura brasileira, embora ideologicamente não mantenha todos os pontos de contato com os romancistas realistas e naturalistas.


Marque a alternativa CORRETA:
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2

457941200353078
Ano: 2014Banca: IOBVOrganização: Prefeitura de Ituporanga - SCDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Poemas de Forma Fixa | Estilística

“Canto do Piaga” – Gonçalves Dias.

Não sabeis o que o monstro procura?

Não sabeis a que vem, o que quer?

Vem matar vossos bravos guerreiros,

Vem roubar-vos a filha, a mulher!


Fragmento extraído de Norma Goldstein, “Versos, sons, ritmos”. 13ª edição. São Paulo, 2001, pág. 28-29.


Neste fragmento de “Canto do Piaga” todos os versos obedecem ao mesmo esquema rítmico. Neste caso temos versos de: 

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3

457941200012288
Ano: 2023Banca: AMEOSCOrganização: Prefeitura de Santa Helena - SCDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estilística | Poemas de Forma Fixa
Em um poema, quando a última sílaba tônica de um verso coincide com a última sílaba tônica do verso seguinte, ocorre o fenômeno da: 
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4

457941201141032
Ano: 2021Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Metrificação | Poemas de Forma Fixa | Estilística

Soneto à maneira de Camões


Esperança e desespero de alimento

Me servem neste dia em que te espero

E já não sei se quero ou se não quero

Tão longe de razões é meu tormento.


Mas como usar amor de entendimento?

Daquilo que te peço desespero

Ainda que mo dês - pois o que eu quero

Ninguém o dá senão por um momento.


Mas como és belo, amor, de não durares,

De ser tão breve e fundo o teu engano,

E de eu te possuir sem tu te dares.


Amor perfeito dado a um ser humano:

Também morre o florir de mil pomares

E se quebram as ondas no oceano.



ANDRESEN, Sophia de Mello Breyner. Soneto à maneira de Camões. In: COSTA E SILVA, Alberto da;

BUENO, Alexei. Antologia da poesia portuguesa contemporânea: um panorama. Rio de Janeiro:

Lacerda, 1999.

No que se refere a recursos métricos e retóricos empregados no poema de Sophia de Mello Breyner Andresen, bem como à sua relação com o contexto histórico da produção camoniana, indicado por Saraiva e Lopes (2004), leia as afirmações abaixo e marque V, para as verdadeiras, e F, para as falsas.

( ) A escolha por compor estrofes isométricas em decassílabo heroico está associada ao petrarquismo que marcou o século XVI português, homenageando a introdução da medida nova realizada por Camões.
( ) A disposição das ideias nas estrofes assemelha-se à estruturação em tese e antítese, seguidas de conclusão e desfecho, empreendendo um exercício de engenho similar ao da poesia camoniana.
( ) O uso de figuras de linguagem como a antítese e o paradoxo em mais de uma estrofe do poema é compatível com uma feição estilística própria do Maneirismo, tendência da qual Camões é um poeta representativo.

A sequência correta, de cima para baixo, é
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5

457941200584463
Ano: 2021Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Icapuí - CEDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Modernismo Brasileiro | Poemas de Forma Fixa | Estilística
A lenda do rei capenga

Em certo reino um rei havia
De nobre estirpe secular
Que começou, um belo dia,
Do pé direito capengar.

Um calo enorme era o motivo
Que dava ao rei um tal cacoete:
Calo feroz, duro, agressivo,
Plantado sobre o real joanete.

Mas essa causa assim plebeia
Ficava mal de publicar;
E toda a corte teve a ideia
De andar coxeando, a capengar.

Príncipes, duques e marqueses,
Viscondes, condes e barões
Andavam, coxos e corteses,
Com mil mesuras a capengar.

Desde a nobreza solarenga
Ao camponês da rude grei,
Tudo no reino era capenga
Para “engrossar” o velho rei.

E o rei sorria, satisfeito,
Por ser benquisto e popular;
Não era mais nenhum defeito,
Naquele reino, o capengar.

Mas eis que, um dia, um tipo surge,
Em passo firme, andando bem
O povo, unânime, se insurge,
E a corte a fúria não contém.

Possessa, diz toda a cidade:
‒ Castigo dê –se -lhe, exemplar!
Crime é de lesa-majestade
Viver, aqui, sem capengar.

É preso o infame; e logo o júri
Se reúne ali dos cidadãos,
Para que o crime, enfim, se apure,
E o vil, da lei, caia nas mãos.

E clama o júri: ‒ o reino insulta!
O nosso rei tenta aviltar!
E ruge e freme a turbamulta,
De um lado a outro, a capengar.

Mas fala o réu: ‒ Por Jesus Cristo,
Não me mandeis para as galés!
Se ando direito é só por isto:
Eu sou capenga dos dois pés.

 Bastos Tigre
O autor do texto filia-se à Escola Literária
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6

457941201985511
Ano: 2021Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Gêneros Literários | Classificação dos Gêneros Literários | Gênero Lírico | Poemas de Forma Fixa | Estilística

Texto 1 


Comigo me desavim,

Sou posto em todo perigo;

Não posso viver comigo

Nem posso fugir de mim.


Com dor da gente fugia,

Antes que esta assim crescesse:

Agora já fugiria

De mim, se de mim pudesse.


Que meio espero ou que fim

Do vão trabalho que sigo,

Pois que trago a mim comigo

Tamanho imigo de mim?


SÁ DE MIRANDA, Francisco de. Trova. In: MOISÉS, Massaud. A literatura portuguesa através dos

textos. 33. ed. São Paulo: Cultrix, 2012.


Texto 2 


Minha senhora de mim



Comigo me desavim

minha senhora

de mim


sem ser dor ou ser cansaço

nem o corpo que disfarço


Comigo me desavim

minha senhora

de mim


nunca dizendo comigo

o amigo nos meus braços


Comigo me desavim

minha senhora

de mim


recusando o que é desfeito

no interior do meu peito


HORTA, Maria Teresa. Cem poemas (antologia pessoal): 22 inéditos.

Rio de Janeiro: 7Letras, 2006.

Em Minha senhora de mim, Maria Teresa Horta efetua uma releitura da tradição medieval portuguesa, dialogando diretamente com o poema de Francisco de Sá de Miranda, em cuja elaboração ainda se percebem elementos que antecedem as tendências estéticas do século XVI. 

Sobre a relação temática entre os textos, considere as seguintes afirmações:

I. O desacordo interior se mantém como cerne dos dois poemas, mas assume nuances diferentes: enquanto no texto 1, o conflito é representado de modo mais geral - e, portanto, pretensamente universalizante -, no texto 2, a indicação dos aspectos a que se associa a tensão o torna mais particular.
II. A situação exposta nos dois poemas mostra-se, ao mesmo tempo, pessoal e social, representando a condição dual inerente ao ser humano − dividido entre aparência e essência, entre corpo material e alma −, para metaforizar o embate de formas antitéticas de se conceber a existência.
III. O sujeito poético de cada texto adota atitude equivalente em face da contenda interna, considerando-a danosa a seu equilíbrio emocional por não encontrar meios para atenuá-la ou solucioná-la, dada a impossibilidade de esquivar-se de um enfrentamento direto ou de negar o que o aflige.

Está(ão) correta(s) a(s) afirmativa(s)
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7

457941200690680
Ano: 2021Banca: CEV-URCAOrganização: Prefeitura de Crato - CEDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estilística | Poemas de Forma Fixa

O QUE MAIS DÓI


O que mais dói não é sofrer saudade

Do amor querido que se encontra ausente

Nem a lembrança que o coração sente

Dos belos sonhos da primeira idade.


Não é também a dura crueldade

Do falso amigo, quando engana a gente,

Nem os martírios de uma dor latente,

Quando a moléstia o nosso corpo invade.


O que mais dói e o peito nos oprime,

E nos revolta mais que o próprio crime,

Não é perder da posição um grau.


É ver os votos de um país inteiro,

Desde o praciano ao camponês roceiro,

Pra eleger um presidente mau.


(PATATIVA DO ASSARÉ)

A forma poética usada por Patativa no poema "O que mais dói" é chamada de:
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8

457941200980904
Ano: 2016Banca: IOBVOrganização: Prefeitura de Chapecó - SCDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Ritmo e Estrofes | Estilística | Poemas de Forma Fixa
Quanto aos versos, o soneto é um poema de forma fixa, somando 14 ao todo. De que forma era feita a distribuição das estrofes no soneto clássico, predominante no Brasil?
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9

457941201803368
Ano: 2021Banca: UFGDOrganização: UFGDDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Poemas de Forma Fixa | Estilística
O FAZEDOR DE AMANHECER

Manoel de Barros

Sou leso em tratagens com máquina.
Tenho desapetite para inventar coisas prestáveis.
Em toda a minha vida só engenhei
Três máquinas
Como sejam:
Uma pequena manivela para pegar no sono.
Um fazedor de amanhecer para usamentos de poetas
E um platinado de mandioca para o fordeco de meu irmão.
Cheguei de ganhar um prêmio das indústrias automobilísticas pelo Platinado de Mandioca.
Fui aclamado de idiota pela maioria das autoridades na entrega do prêmio.
Pelo que fiquei um tanto soberbo.
E a glória entronizou-se para sempre em minha existência.

Disponível em: https://poesiaspreferidas.wordpress.com/2015/04/20/ofazedor-de-amanhecer-manoel-de-barros. Acesso em: 10 ago. 2020.

Com base na leitura do poema, é correto afirmar que
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10

457941201981277
Ano: 2012Banca: QuadrixOrganização: CRP 18ª Região MTDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Poemas de Forma Fixa | Estilística

As questões 1 e 2 baseiam-se no poema abaixo:


Célula


A alma é um absoluto fora-da-lei

assaltante contumaz do corpo

com pé-de-caba-fantasmático

que entra-e-sai, a alma é ah!

instantâneo em qualquer disfarce:

aparência de água, ar

insinuação de mercúrio

cara enluvada por meia de náilon

capuz sem furos, avessa e celofane

sombra que a luz seca, vice-versa.

Armando Freitas Filho

A respeito do poema acima, é correto afirmar que:

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