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457941201421633
Ano: 2019Banca: FEPESEOrganização: Prefeitura de Xaxim - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Sintática | Análise Textual | Orações Coordenadas Sindéticas | Sintaxe | Diversidade Linguística
Leia o diálogo:
Outro dia o coruja estava batendo lata e encontrou um tatu.

— E aí? Eles acertaram o pilão?

— Que nada, o espada abriu o caderno e passou o maior chapéu no piolho!

Agora considere o significado das palavras/expressões no contexto acima: “abrir o caderno”: falar de mais, contar sua vida; “bater lata”: andar com o carro vazio, à procura de passageiro; “chapéu”: golpe, ato de não pagar a corrida de táxi; “coruja”: taxista que trabalha à noite, de madrugada; “espada”: passageiro difícil de enganar; “pilão”: corrida prefixada (o motorista ignora o taxímetro e estipula o preço antes de sair); “piolho”: taxista que assalta o passageiro, até mesmo à mão armada; “tatu”: passageiro inocente, vítima fácil.

Analise as afirmativas abaixo em relação ao texto.

1. O diálogo exemplifica um enunciado típico de um grupo de pessoas e é ininteligível ou sem sentido a quem não participa desse grupo.

2. Temos, no diálogo, uma situação de variação linguística fora do padrão formal da língua e, portanto, não aceito pela sociedade em geral.

3. Observando o significado das palavras no contexto, podemos afirmar que temos, no diálogo, uma variação linguística diastrática, já que surgiu em razão da convivência entre um grupo social.

4. As expressões “o coruja” e “o espada”, no contexto, mudaram a classe gramatical e, em consequência, a função sintática que exercem.

5. A última fala do diálogo caracteriza um período composto por coordenação e a segunda oração é coordenada aditiva.

Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
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2

457941201976364
Ano: 2019Banca: SELECONOrganização: Prefeitura de Cuiabá - MTDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual | Diversidade Linguística

VACINAS, PARA QUE AS QUERO?

   Em um momento em que os menos avisados ​​suspeitam das vacinas, as autoridades em saúde pública e imunologia apresentam dados mostrando que, na realidade, as vacinas precisam, sim, ser inoculadas com mais frequência. Esse é o teor do artigo 'Quanto tempo duram as vacinas ”, assinado por Jon Cohen publicado na prestigiosa revista Science em abril de 2019. Nele, Cohen indaga, entre outros assuntos, por que o efeito protetor das vacinas contra a gripe dura tão pouco (em média, depois de 90 dias, a proteção começa a cair) e em outras, como da varíola e da febre amarela, a ação é bem mais prolongada.
   Alguns especialistas argumentam que certos vírus provocam altas taxas de mutação e geram novos clones, que, por serem diferentes dos originais, não devido às células do sistema imune. Mas, a coisa não é tão simples assim.
   Ao estudar uma caxumba (que ainda afeta os humanos), por exemplo, os epidemiologistas descobriram que uma recorrência da doença acontece com mais frequência em uma faixa regulamentar etária (entre 18 e 29 anos de idade). S ea reinfecção dependesse apenas de mutações, todas as idades escola ser igualmente afetadas. Assim, o enigma perdura.
   No entanto, o consenso entre os imunologistas especializados em vacinas é que, de fato, precisamos de mais exposição aos agentes infecciosos ou às próprias vacinas.Em outras palavras, no caso da reclamação, tomaríamos que tomar doses seguidas da vacina a fim de aumentar seu efeito protetor. Em razão dessas achados, os investigadores chegaram até a criticar a decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS) de recomendar que uma vacina contra a febre amarela devesse ser inoculada apenas uma vez, isto é, seria uma vacina vitalícia.
   A necessidade da exposição constante aos agentes infecciosos vai de encontro à hipótese do biólogo norteamericano Jared Diamond que, em seu livro Armas, germes e aço, defende a ideia de que, ao longo da história, o sucesso dos conquistadores se deveu, em parte, ao fato de eles serem ouvidos cosmopolitas e, dessa maneira, terem adquirido resistência imunológica aos agentes infecciosos da época.Mesmo resistentes, eram portadores deusas agentes, o que manteria a memória imunológica. Já os conquistados, grupos formados por menores, sucumbiriam ao confronto por não serem capazesdese defender tanto dos invasores humanos quanto àqueles microscópicos.
   Embora o avanço nessa área seja promissor, o mecanismo que torna uma vacina mais duradoura ou não segue sem resposta. Como afirma Cohen em seu artigo, "essa é uma pergunta de um milhão de dólares!” (aproximadamente, o valor do prêmio Nobel).
   A despeito disso, ninguém deveria duvidar do poder das vacinas. Muito pelo contrário. A tendência atual no tratamento de doenças crônicas, como o câncer e a artrite reumatoide, é a imunoterapia. Um dia, quem sabe, teremos vacinas contra todos esses males.
Franklin Rumjanek
(Disponível em: http:/cienciahoje.org.br/artigo/vacinas-para-que-as-quero/) 
Em “Mas, a coisa não é tão simples assim” (2º parágrafo), o uso da palavra “coisa” é informal, pelo seguinte motivo:
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3

457941201741876
Ano: 2016Banca: UFMTOrganização: Prefeitura de Rondonópolis - MTDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Tipos Textuais | Compreensão e Interpretação Textual | Categorias Textuais | Análise Textual | Diversidade Linguística | Funções da Linguagem

INSTRUÇÃO: Leia trecho do artigo Saúde, de Ruth de Aquino, e responda à questão.

      Quando brindamos, o primeiro voto é “saúde” – e não por acaso. Só depois vem “paz, amor”. Sem saúde, o resto não é possível. Por que, então, o Brasil é tão cruel com seus doentes? Crises na Saúde não são produzidas de um dia para outro. O caos nos hospitais do Rio de Janeiro é apenas a vitrine de um sistema falido e desumano [...].

      O Estado brasileiro nunca deu assistência médica digna à massa da população. Jamais transformou a Saúde em prioridade. No Brasil profundo, não é novidade a falta de médicos, leitos, remédios e equipamentos. [...]

      Os governos federal, estaduais e municipais empurram com a barriga, há mais tempo do que a nossa memória alcança, os péssimos índices de desenvolvimento humano no Brasil. E aí se incluem também educação, saneamento e transporte. A negligência se explica. Os políticos não usam hospital público, escola pública e transporte público. Eles enriquecem muito no poder. A vida real passa ao largo de quem manda.

                                                                                      (Revista ÉPOCA, ed. 917.)

Em todo esse trecho do artigo, está presente um tom firme de crítica. Sobre essa presença, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) A primeira menção de crítica está na interrogativa Por que, então, o Brasil é tão cruel com seus doentes?, constante do primeiro parágrafo.

( ) Nos três parágrafos, a autora apresenta marcas linguísticas para expressar que a referida crise não acontece no Brasil há pouco tempo.

( ) A ideia de que a referida crise não é atual está no segundo parágrafo apenas, no trecho não é novidade a falta de médicos, leitos, remédios e equipamentos.

( ) No terceiro parágrafo, foi ampliado o alcance da crítica à crise brasileira que, antes, era citada somente na Saúde.

( ) A crítica no final do trecho volta-se aos políticos que, segundo a articulista, dedicam-se à vida real, posto que se enriquecem no poder.

Assinale a sequência correta.

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4

457941201651896
Ano: 2024Banca: IV - UFGOrganização: Prefeitura de Carmo do Rio Verde - GODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Diversidade Linguística
Leia o Texto 2 para responder a questão.

Texto 2

Meu pai não era diferente dos homens que conhecíamos e não abandonou a roça de todo. Trabalhava dia sim, dia não, mas estava com a cabeça na gandaia sem fim do boteco. E o pensamento todo em Zoraide. Minha mãe saía da cama para a janela, da janela voltava para a cama. Beliscava a comida, afastava o prato, contrariada. Olhava para Zazau e perguntava:
– Quede seu pai?
– Deve estar na venda – minha irmã respondia.
Voltava à janela, inquieta, e mirava gente andando para lá e para cá.

VIEIRA JÚNIOR, Itamar. Salvar o fogo. São Paulo: Todavia, 2023. [Adaptado].
A Língua Portuguesa, como outras línguas, apresenta variações ou diferenças em seu uso, de acordo com as diferenças geográficas dos falantes. Um trecho do Texto 2 que representa esse tipo de variação linguística é:
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5

457941202081309
Ano: 2024Banca: Instituto DarwinOrganização: Prefeitura de Santa Cruz do Capibaribe - PEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Diversidade Linguística
Analise o Texto II a seguir: 

Num mercado cearense:
- Gostaria de comprar mandioca.
- Aqui não temos isso.
- Então, me vê um aipim.
- Também não temos.
-Tá, mas macaxeira vocês têm né?
- Ah! Agora sim, quantas o senhor vai querer?

Variação linguística é a diversidade de formas de falar uma língua, que se adapta a diferentes contextos, grupos sociais, regiões ou épocas. Ao observar as palavras destacadas no Texto II acima e o contexto comunicativo, assinale a alternativa que apresenta corretamente o tipo de variação linguística que temos representada.

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6

457941201110191
Ano: 2015Banca: BIO-RIOOrganização: Prefeitura de Mangaratiba - RJDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Compreensão e Interpretação Textual | Análise Textual | Diversidade Linguística
Texto 4

Era uma vez uma menina. Não era uma menina deste tamanhinho. Mas também não era uma menina deste tamanhão. Era uma menina assim mais ou menos do seu tamanho. E muitas vezes ela tinha vontade de saber que tamanho era esse, afinal de contas. Porque tinha dias que a mãe dela dizia assim:
- Helena, você já está muito grande para fazer uma coisa dessas. Onde já se viu uma menina do seu tamanho chegar em casa assim tão suja de ficar brincando na lama?

(MACHADO, Maria Ana. Bem do seu tamanho. Editora
Brasil: América Rio de Janeiro,1982.Fragmento)
Analisando-se o texto de Ana Maria Machado, é lícito afirmar que a linguagem empregada é predominantemente informal. Dos fragmentos abaixo, o único que comprova tal afirmação é o seguinte:
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7

457941201425470
Ano: 2018Banca: IDCAPOrganização: Prefeitura de Serra - ESDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Diversidade Linguística
Leia com atenção:

I- O reconhecimento da norma culta real deve servir de base para um novo tipo de prescrição e repressão linguísticas;
II- É preciso adotar a posição do convívio democrático e tranquilo entre as formas tradicionalmente padronizadas e as formas inovadoras já incorporadas à atividade linguística dos falantes urbanos;
III- Devemos praticar uma prescrição às avessas: rejeitar as formas tradicionais para aceitar exclusivamente as inovadoras.

Sobre os itens acima:
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8

457941200548051
Ano: 2016Banca: IPEFAEOrganização: Prefeitura de Andradas - MGDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Diversidade Linguística | Análise Textual

COMPARTILHANDO MENTIRAS

Braulio Tavares 


    De vez em quando, nas redes sociais, a gente se pega compartilhando notícias falsas, fotos modificadas, boatos de todo tipo. Hoje mesmo eu estava compartilhando uma notícia que me espantou: na China havia sido descoberto um operário que estava soterrado numa mina há quase 20 anos, depois de ser dado como morto. Quando eu estava pronto para passar a notícia adiante, veio o desmentido: era notícia criada por um desses websites de “jornalismo ficcional” (se o termo não existe, fica inventado agora).

    Quando vemos uma coisa espantosa, inacreditável, edificante, animadora, queremos compartilhar aquilo para faturar uma porcentagenzinha da glória da descoberta. Quando algo nos revolta, nos causa indignação, queremos compartilhar para ver se contribuímos para acabar com aquela pouca vergonha, combater aquela injustiça etc. E mesmo que tudo continue como está, pelo menos mostramos a todos que somos gente boa. E a vida segue.

    O problema é quando a matéria é falsa. E, pior ainda, se é uma matéria falsa que não foi criada por motivos humorísticos ou literários (sim, considero o “jornalismo ficcional” uma interessante forma de literatura), mas para prejudicar a imagem de algum partido ou de algum político, não importa de que posição ou tendência. Inventa-se uma arbitrariedade ou falcatrua, joga-se nas redes sociais e aguarda-se o resultado.

    Neste caso, a multiplicação da notícia falsa (que está sempre sujeita a ser denunciada juridicamente como injúria, calúnia ou difamação) se dá em várias direções. Tem a pessoa que se horroriza com o “fato” noticiado e quer que todo mundo tome consciência daquilo; é a turma “Acorda, Brasil!” Tem a pessoa que, quando percebe que comeu gato por lebre, vai lá rapidinho e retira a postagem, mas geralmente o estrago já foi feito, a mentira foi passada adiante. Tem pessoa que acaba sabendo que a história era falsa, mas, como desejaria que fosse verdadeira (porque é politicamente contra o partido ou a pessoa envolvida) “se faz de doida” e deixa a postagem rendendo compartilhamentos até não poder mais, quando vai lá, se corrige e pede uma desculpazinha esfarrapada.

    Antes de curtir, comentar ou compartilhar procuro checar as fontes, ir nos links originais. E se for um vírus? Bem, procuro nunca ser o primeiro. Inúmeras vezes evitei clicar num link com algo interessante e, duas horas depois, vi as denúncias pipocando: “Peguei um vírus!” É como em guerra de videogame: a melhor maneira de saber se um terreno está minado é deixar que os outros vão na frente. Para que pressa?


In: http://www.cartafundamental.com.br/single/show/279

Sobre o texto, podemos afirmar que:
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9

457941200940708
Ano: 2020Banca: UnescOrganização: Prefeitura de Maracajá - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Diversidade Linguística

TEXTO III 


Solidariedade no Frio

Costurei um agasalho, com tecido de amor,

a linha da caridade foi o fio condutor.

Agulhas de compaixão, estampas de gratidão.

Fiz um bolso aqui no peito e enchi ele de bondade,

pra vestir a humanidade que no fundo ainda tem jeito.

Tem jeito pra se ajeitar, basta ser mais solidário.

Pra fazer um mundo novo, transformando esse cenário

olhe além da sua porta, pra vê se você suporta

assistir indiferente quem dorme no meio da rua,

coberto só pela lua sem ter um teto decente.

[...]

Tem jeito pra se ajeitar, basta tu compreender

que quando se ajuda alguém, o ajudado é você,

é você quem ganha paz, é você quem ganha mais,

mais amor, mais gratidão.

Doando um cobertor, derretendo o frio da dor

E aquecendo um coração. 


(In: Poesia com Rapadura de Bráulio Bessa, 1a ed., 2017)


O cordel acima, TEXTO III, faz uso de deslocamentos semânticos bem como de licença poética, propriedades inerentes à arte literária, com o propósito, entre outros, de assegurar o ritmo, característico do gênero. Para isso, encontramos junto ao texto usos linguísticos que, em outros gêneros, de natureza mais formais, como cartas comerciais, resenhas acadêmicas, não seriam apropriados. A questão versará sobre a adequação desses usos. 

Um fenômeno bastante recorrente na fala do cotidiano, já atestados em estudos de variação linguística, diz respeito ao apagamento de segmentos sonoros, que equivale à supressão de uma consoante, vogal ou mesmo de uma sílaba inteira. Ocorrem ora no início da palavra (enamorar/namorar; arrancar/rancar; está/tá; José/Zé), ora no meio da palavra (manteiga/mantega; xícara/xicra/ óculos/oclos), e ora no final da palavra (fotografia/foto; televisão/tevê; bicicleta/bici), chamados respectivamente aférese, síncope e apócope. Na oitava linha, há dois apagamentos - olhe além da sua porta, pra vê se você suporta.
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10

457941201495659
Ano: 2020Banca: IPEFAEOrganização: Prefeitura de Campos do Jordão - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Análise Textual | Diversidade Linguística
Texto para a questão.
 

E o mundo não se acabou
(1938)
(Assis Valente)


Anunciaram e garantiram
Que o mundo ia se acabar
Por causa disso
Minha gente lá de casa
Começou a rezar
E até disseram que o sol
Ia nascer antes da madrugada
Por causa disso nessa noite
Lá no morro
Não se fez batucada

Acreditei nessa conversa mole
Pensei que o mundo ia se acabar
E fui tratando de me despedir
E sem demora fui tratando
De aproveitar
Beijei a boca
De quem não devia
Peguei na mão
De quem não conhecia
Dancei um samba
Em traje de maiô
E o tal do mundo
Não se acabou
(...)
Chamei um gajo
Com quem não me dava
E perdoei a sua ingratidão
E festejando o acontecimento
Gastei com ele
Mais de quinhentão
Agora eu soube
Que o gajo anda
Dizendo coisa
Que não se passou
Vai ter barulho
Vai ter confusão
Porque o mundo não se acabou
A letra da canção acima se vale, em vários momentos, da variante informal e da variante formal da língua, ambas no plano conversacional, sobressaindo-se, entretanto, aquela sobre esta. Sobre o uso da variante informal, no tom coloquial, é correto afirmar que ela é usada com a finalidade de:
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