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457941200579977
Ano: 2021Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEDUC-ALDisciplina: FilosofiaTemas: Democracia e Representação Política | O Sujeito na Modernidade | Temas da Filosofia Contemporânea | Filosofia Cultural | Teoria Política | Fundamentos da Filosofia | Epistemologia | Introdução à Filosofia

O ensino de filosofia mantém com a interdisciplinaridade um diálogo importante, assim como o faz com as demais ciências. Relativamente a esse assunto, julgue o item a seguir. 


Thomas Khun aponta para a necessidade de superação da especialização, em alguns momentos históricos, por identificar nos processos históricos da ciência os períodos de ciência normal.

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2

457941200812629
Ano: 2024Banca: FACET ConcursosOrganização: Prefeitura de Mamanguape - PBDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Temas da Filosofia Contemporânea
Podendo tomar por base a obra "Crítica da Razão Pura" de Immanuel Kant, como a didática pode incorporar a noção de imperativos categóricos para fomentar a moralidade no ensino?
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3

457941201001246
Ano: 2017Banca: FCCOrganização: TRF - 5ª REGIÃODisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Temas da Filosofia Contemporânea
O filósofo Theodor Adorno (1903-1969) afirma que, no capitalismo tardio, “a tradicional dicotomia entre trabalho e lazer tende a se tornar cada vez mais reduzida e as ‘atividades de lazer’ tomam cada vez mais do tempo livre do indivíduo”. Paradoxalmente, a revolução cibernética de hoje diminuiu ainda mais o tempo livre. Nossa época dispõe de uma tecnologia que, além de acelerar a comunicação entre as pessoas e os processos de aquisição, processamento e produção de informação, permite automatizar grande parte das tarefas. Contudo, quase todo mundo se queixa de não ter tempo. O tempo livre parece ter encolhido. Se não temos mais tempo livre, é porque praticamente todo o nosso tempo está preso. Preso a quê? Ao princípio do trabalho, ou melhor, do desempenho, inclusive nos joguinhos eletrônicos, que alguns supõem substituir “velharias”, como a poesia. T.S. Eliot, um dos grandes poetas do século XX, afirma que “um poeta deve estudar tanto quanto não prejudique sua necessária receptividade e necessária preguiça”. E Paul Valéry fala sobre uma ausência sem preço durante a qual os elementos mais delicados da vida se renovam e, de algum modo, o ser se lava das obrigações pendentes, das expectativas à espreita… Uma espécie de vacuidade benéfica que devolve ao espírito sua liberdade própria. Isso me remete à minha experiência pessoal. Se eu quiser escrever um ensaio, basta que me aplique e o texto ficará pronto, cedo ou tarde. Não é assim com a poesia. Sendo produto do trabalho e da preguiça, não há tempo de trabalho normal para a feitura de um poema, como há para a produção de uma mercadoria. Bandeira conta, por exemplo, que demorou anos para terminar o poema “Vou-me embora pra Pasárgada”. Evidentemente, isso não significa que o poeta não faça coisa nenhuma. Mas o trabalho do poeta é muitas vezes invisível para quem o observa de fora. E tanto pode resultar num poema quanto em nada. Assim, numa época em que “tempo é dinheiro”, a poesia se compraz em esbanjar o tempo do poeta, que navega ao sabor do poema. Mas o poema em que a poesia esbanjou o tempo do poeta é aquele que também dissipará o tempo do leitor, que se deleita ao flanar por linhas que mereçam uma leitura por um lado vagarosa, por outro, ligeira; por um lado reflexiva, por outro, intuitiva. É por essa temporalidade concreta, que se manifesta como uma preguiça fecunda, que se mede a grandeza de um poema. 

(Adaptado de: CÍCERO, Antonio. A poesia e a crítica: Ensaios. Companhia das Letras, 2017, edição digital) 

Considere as afirmações abaixo.

  I. A teoria de que o poeta não deve prejudicar sua necessária preguiça, proposta por T.S. Eliot (3o parágrafo), é corroborada pelo autor do texto, por meio de sua própria experiência pessoal.
 II. Ainda que certas atividades, como a feitura de um poema, demandem tempo ocioso, o autor do texto censura o cultivo de uma necessária preguiça, a partir da premissa de que o tempo é escasso e valioso na atualidade.
 III. Para o autor, a falta de tempo livre de que a maioria se queixa deve-se ao fato de que, mesmo nos momentos destinados a atividades de lazer, estamos submetidos

Está correto o que se afirma APENAS em: 
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4

457941201716138
Ano: 2025Banca: FUNDATECOrganização: Prefeitura de Porto Alegre - RSDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Temas da Filosofia Contemporânea
“Uma vez que não se está mais incluído nas arenas oficiais, socialmente sancionadas de aquisição de respeito, a alternativa é conquistar diante de suas portas o reconhecimento social com meios não normalizados. Destituídos de toda justificabilidade social, despidas de toda simbolização compartilhada, do ponto de vista dos observadores tais formas de luta por reconhecimento frequentemente assumem as formas mais bizarras”.

O trecho acima foi extraído de um artigo do pensador alemão Axel Honneth (2014). Nesse artigo, o autor trata do recrudescimento dos conflitos sociais contemporâneos, o que ele diagnostica sob o nome de: 
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5

457941200976410
Ano: 2013Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEDUC-CEDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Fundamentos da Filosofia | Temas da Filosofia Contemporânea

A violência do princípio “saber é poder” (Francis Bacon), ou seja, a imposição da “técnica social”, da razão funcional, instrumental, tecnológica, com o seu afã de disponibilizar tudo, homens e coisas, perpassa totalmente a sociedade de nosso tempo, nas análises de Herbert Marcuse (1898-1979). A sociedade se torna um sistema funcional autoconstituído. É uma nova forma de “ditadura” ou “totalitarismo”. Agora, o totalitarismo já não provém deste ou daquele partido ou Estado, não tem cor, é anônimo. Mesmo a democracia é apenas uma aparência. Aparentemente, trata-se da “soberania do povo”, mas, em verdade, o que está em questão é a regência dos mecanismos estabelecidos pelo sistema. A dominação se tornou racional e a racionalidade, dominadora. Ninguém mais governa e todos são dominados. Dessa situação histórica surge o Homem unidimensional, título de um livro de Marcuse, de 1964. Assim, o mundo fica chato, isto é, plano (e monótono). A dominação ocorre não só por meio da tecnologia, mas como tecnologia. Paradoxalmente, a sociedade racional enterra, de vez, a ideia da razão.

Com relação às ideias expostas no texto acima, assinale a opção correta.

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6

457941201757583
Ano: 2010Banca: VUNESPOrganização: UNESPDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Teoria Política | Walter Benjamin: Filosofia Política | Temas da Filosofia Contemporânea
                                                                      Texto 1

No ano de 1990, o filósofo francês Gilles Deleuze criou o conceito de “sociedade do controle” para explicar a configuração totalitária das sociedades atuais. Na sociedade de controle as pessoas têm a ilusão de desfrutarem de maior autonomia, pois podem, por exemplo, acessar contas correntes e fazer compras pela Internet. Mas, por outro lado, seus comportamentos e hábitos de consumo podem ser conhecidos pelo governo, pelos bancos e grandes empresas. Sem suspeitarem disso, os indivíduos podem ser controlados à distância, como se cada um fosse dotado de uma “coleira eletrônica”.
                                                                        Texto 2
                                         Um quarto dos alemães aceitam implantar chip no corpo

Pesquisa feita pela Associação Alemã das Empresas de Informação, Telecomunicação e Novas Mídias (Bitkom) revela que 23% dos moradores do país topam ter um microchip inserido no próprio corpo, contanto que isso traga benefícios concretos a eles. O levantamento, realizado com cerca de mil pessoas de várias cidades, foi divulgado na feira de tecnologia Cebit, que vai até o próximo sábado (7), em Hannover.

                                                                                                                                                       (Folha Online, 03.03.2010.)
Com base no conceito de sociedade do controle e na notícia reproduzida, assinale a alternativa correta.
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7

457941200705828
Ano: 2024Banca: IV - UFGOrganização: IF-SEDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Temas da Filosofia Contemporânea
Leia o texto a seguir.


“Uma ciência madura é governada por um único paradigma. O paradigma determina os padrões para o trabalho legítimo dentro da ciência que governa”


CHALMERS, Alan. O Que é a Ciência, Afinal? São Paulo: Brasiliense, 1993, p. 125.



O texto de Chalmers citado acima comenta a posição de Thomas Kuhn sobre a questão do paradigma e sua relação com a ciência. Para Kuhn, um paradigma

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8

457941201757150
Ano: 2017Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: SEDFDisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Fundamentos da Filosofia | Temas da Filosofia Contemporânea

    Em muitas aldeias por esse mundo afora, em sociedades tradicionais ou industrializadas, as pessoas se reúnem de noite para conversar. Em pubs e bares, ao ar livre, sob a copa das árvores, ao redor de fogueiras, elas intercambiam histórias, contam piadas, discutem questões daquele dia, debatem sobre assuntos importantes ou triviais. Ouvindo essas conversas em culturas diferentes da nossa, aprendemos muita coisa sobre os conceitos e teorias que as pessoas usam para explicar suas experiências e que valores elas consideram mais importantes.

Kwame Anthony Appiah. Introdução à filosofia contemporânea.

Petrópolis: Vozes, 2006, p. 297 (com adaptações).

A partir desse texto, julgue o seguinte item, acerca da filosofia contemporânea em diversos contextos culturais.
O positivismo é uma perspectiva filosófica que pretende organizar as sociedades com o mesmo rigor das ciências da natureza.
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9

457941201397284
Ano: 2022Banca: Colégio Pedro IIOrganização: Colégio Pedro IIDisciplina: FilosofiaTemas: Temas da Filosofia Contemporânea | O Sujeito na Modernidade

O que o Antropoceno põe em cheque, justamente, é a própria noção de anthropos, de um sujeito universal (espécie, mas também classe ou multidão) capaz de agir como um só povo. A situação propriamente etnopolítica do “humano” como multiplicidade intensiva e extensiva de povos deve ser reconhecida como implicada diretamente na crise do Antropoceno. Se não existe um interesse universal humano positivo, é porque existe uma diversidade de alinhamentos políticos dos diversos povos ou “culturas” mundiais com muitos outros actantes e povos não humanos (formando o que Latour chama de “coletivos”) contra os autointitulados porta-vozes do Universal. (DANOWSKI; CASTRO, 2014, p. 121, grifos dos autores)


DANOWSKI, D.; CASTRO, E. V. Humanos e terranos na terra de Gaia.

In: Há mundo por vir? - ensaio sobre os medos e os fins. Florianópolis: Cultura e Barbárie, 2014.


De acordo com o texto, 

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10

457941201530475
Ano: 2023Banca: IBFCOrganização: SEC-BADisciplina: FilosofiaTemas: O Sujeito na Modernidade | Temas da Filosofia Contemporânea | Filosofia Cultural | Teoria Política | Filosofia na Grécia Antiga | Ética e Autonomia | Fundamentos da Filosofia | Teoria das Ideias de Platão | Sócrates e Método Maiêutico
A ética, a estética e a filosofia política são campos explorados pela reflexão filosófica. Diante do exposto, analise as afirmativas a seguir.

I. Na medida em que a ética, a filosofia política e a estética levantam questões sobre julgamentos relativos ao valor, elas se referem à axiologia.
II. A tentativa filosófica da ética de fornecer um padrão para avaliar leis, religiões, costumes e preferências individuais é, ela mesma, baseada nos valores pessoais de cada filósofo.
III. Como justificativa utilitária (Filosofia Utilitarismo) para a pena de morte, a teoria da reforma utilitarista recomenda uma mudança na sociedade como um todo por meio da eliminação de indivíduos ameaçadores na comunidade.
IV. De acordo com Sócrates e Platão, devemos agir virtuosamente pelo bem dos outros, independentemente do agir moralmente melhorar nossa capacidade de discernir o que é bom ou de controlar nossas paixões.


Assinale a alternativa correta.
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