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Suponha uma pequeníssima esfera contendo 12 nêutrons, 11 prótons e 10 elétrons, ao redor da qual gira um elétron a 1,6 × 10–10 m de seu centro, no vácuo.
Considerando a carga elementar e = 1,6 × 10–19 C e a constante eletrostática do vácuo k0 = 9 × 109 N · m2 / C2 , a intensidade da força elétrica entre a esfera e o elétron é
Após ter sido atritada por uma lã, determinada esfera de vidro pequena adquiriu uma carga Q = 4 C. Essa esfera carregada foi, em seguida, aproximada de uma das extremidades de uma barra de cobre isolada eletricamente.
Considerando que a carga elementar do elétron seja de 1,6 × 10-19 C, julgue o item seguinte.
As linhas de campo que saem da esfera de vidro carregada não
sofrerão distorção na presença da barra de cobre, visto que a
carga da barra de cobre é nula.
Numa certa região do espaço estão fixas duas cargas elétricas pontuais dispostas da seguinte forma:
Q1, de 3,00 micro Coulomb está localizada na posição x= -3,00cm e y = 0,00 cm;
Q2, de -1,00 micro Coulomb, na posição x= 0,00 cm, y= -2,00 cm.
Conside que a constante eletrostática K vale 9,00 109 Nm2 /C2 .
Nessas circunstâncias, podemos dizer que as componentes x e y do campo elétrico resultante, na posição x= 0,00 e y = 0,00 são, respectivamente:
A Lei de Coulomb é um dos princípios mais importantes da eletrostática. Por ela:
Sejam duas cargas pontuais, com mesma carga Q em módulo. A força atrativa entre elas é 0,010 N quando estão separadas por uma distância D.
Ao multiplicar Q por 0,01 e dividir D por 100, a nova força entre elas, em N, é