Vilma doou R$ 200.000,00 a José, que se apresentava como líder religioso e dizia a Vilma que tal doação lhe garantiria melhoras na sua vida profissional e pessoal. O numerário era fruto de poupança de uma vida inteira de Vilma, que é viúva e tem um filho, já maior e capaz. Meses depois, Vilma procura atendimento na Defensoria Pública mostrando arrependimento em relação à
doação. Nesse caso,
Rodrigo doou a seu neto Carlos um de seus imóveis, mas, como
estratégia de planejamento patrimonial, por ser Carlos, casado,
estipulou cláusulas de reversão, uma em benefício próprio, e outra
em benefício de sua neta, Vitória. Ocorre que Rodrigo faleceu
poucos dias antes de Carlos.
Analise as seguintes proposições. I. O donatário de imóvel com condição resolutiva, na pendência da condição, pode ingressar com ação possessória contra esbulhador do bem.
II. O encargo ilícito ou impossível considera-se não escrito, salvo se constituir o motivo determinante da liberalidade, caso em que torna nulo o negócio.
III. Na doação modal em benefício da coletividade, o Ministério Público pode exigir a execução do encargo, conquanto já falecido o doador sem ter exigido o cumprimento.
IV. O doador, na doação com encargo, não pode revogar a liberalidade em razão do descumprimento do encargo, apenas pode demandar sua execução. Assinale a alternativa correta.
Paulo e Mônica, pais de Rubens e Carolina, decidem presentear a
filha com um de seus imóveis, o que fazem mediante escritura de
doação, sem a participação de Rubens.
Isabel doou uma casa no valor de R$ 100.000 às suas
sobrinhas Ana, de quatorze anos de idade, e Clara, de oito anos de
idade, filhas de sua irmã Juliana.
Ricardo, casado com Carla, pretende proceder à doação pura e simples de bem imóvel de sua propriedade a seu único filho, Rafael, de quatorze anos de idade.
Acerca dessa situação hipotética, assinale a opção correta.