Sempre que a natureza, método, condições e local de
trabalho colocarem o funcionário público do Estado
do Sergipe em acentuado risco de vida, pela
frequente relação de proximidade ou contato pessoal
direto com população carcerária, doentes mentais
comprovadamente perigosos e materiais
considerados inflamáveis ou explosivos, o
funcionário terá direito ao pagamento de:
Caio, servidor público ocupante de cargo efetivo do Poder Legislativo, circulou rifa em seu departamento para arrecadar recursos em favor de programa social promovido por reconhecida instituição de assistência filantrópica da qual é voluntário. Em relação ao Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado de Sergipe, a conduta de Caio deverá ser objeto de Processo Administrativo Disciplinar,
Maria, servidora pública do Estado de Sergipe, ficou grávida e,
com o objetivo de planejar o lapso temporal em que poderia
permanecer na companhia do seu futuro filho, de modo a
contribuir para o seu pleno desenvolvimento, realizou uma
pesquisa a respeito da possibilidade de fruir férias imediatamente
após o término do período de gozo da licença à gestante.
À luz do Regime Jurídico dos Funcionários Públicos Civis do
Estado de Sergipe, Maria concluiu, corretamente, que:
Mévio aproveitou sua condição de funcionário público
do Estado do Sergipe e passou a exercer o comércio
de alimentos e bebidas para colegas em seu
ambiente de trabalho. De acordo com a Lei n°
2.148/1977 do Estado do Sergipe, nesse caso,
Mévio:
Ingo, recém-empossado em cargo público de provimento efetivo
no Estado de Sergipe, teve dúvidas quanto aos efeitos das
denominadas “faltas abonadas” em relação à contagem do
tempo de serviço.
Ao fim de suas reflexões, concluiu, corretamente, à luz do Regime
Jurídico dos Funcionários Públicos Civis do Estado de Sergipe, que
as referidas faltas abonadas:
Um servidor do estado de Sergipe, antes de se aposentar, apropriou-se indevidamente de bens do estado que estavam sob sua guarda e, após a sua aposentadoria, a administração descobriu a infração.
Com relação a essa situação hipotética, julgue os itens subsecutivos.
Caso a administração pública tenha tomado ciência do referido fato por denúncia anônima, ela não poderá instalar processo administrativo disciplinar, ainda que este tenha sido precedido de investigação preliminar em que tenham sido coletadas provas da autoria e da materialidade da infração.