Ana e Carolina foram denunciadas pela prática de crimes de
homicídio em processos distintos, já que foram imputados fatos
diferentes a cada uma delas. Após encerrada a instrução
probatória da primeira fase do procedimento bifásico do Tribunal
do Júri, em alegações finais, o Ministério Público pediu a
pronúncia de cada uma das rés em seus processos, enquanto a
defesa técnica das duas pediu absolvição sumária ou,
subsidiariamente, impronúncia. O juiz proferiu as duas decisões
no mesmo dia, impronunciando Ana e pronunciando Carolina,
submetendo esta ao julgamento plenário do Tribunal do Júri.
Nesse caso, da decisão de impronúncia e da decisão de pronúncia
caberão os seguintes recursos, respectivamente:
B foi denunciada pela prática do delito descrito no artigo
155, caput, do Código Penal. Encerrada a instrução criminal,
surgiu prova nova de que B teria empregado violência para
a subtração da coisa. O Ministério Público, com vista dos
autos, apresentou alegações finais pleiteando a condenação
de B pelo cometimento do crime de roubo simples, artigo
157, caput, do Código Penal. Já a Defensoria Pública
Estadual pediu a absolvição de B por insuficiência de provas
de autoria ou participação no crime. Na sentença, B foi
condenada pela prática do crime de roubo simples, artigo
157, caput, do Código Penal, sendo-lhe aplicada uma pena de
4 anos e 8 meses de reclusão, a ser cumprida em regime
semiaberto. Apenas a Defensoria Pública Estadual interpôs
recurso de apelação, insistindo no pedido de absolvição por
insuficiência de provas.
Ao julgar o recurso de apelação interposto, o TJXX deve
Caio foi denunciado pela prática de homicídio qualificado.
Julgado em Plenário, foi o réu absolvido. Inconformado, o
Ministério Público apresenta recurso de apelação, com base no
artigo 593, III, d, Código de Processo Penal, considerando que a
decisão dos jurados foi manifestamente contrária à prova dos
autos. O Tribunal dá provimento ao recurso de apelação e novo
julgamento é realizado. Dessa vez, o Conselho de Sentença
condena Caio pela prática de homicídio simples. Tanto a defesa
quanto o Ministério Público apresentam novos recursos, ambos
novamente fundamentando que a decisão dos jurados foi
contrária à prova dos autos: a defesa entende que não tem prova
para condenação, e a acusação, que o crime foi qualificado.
Nesse caso, é correto afirmar que:
Assinale a alternativa que indica, correta e respectivamente, os prazos da Defensoria
Pública para interposição de apelação e apresentação de razões recursais de apelação.
Em processo por crime doloso contra a vida, movido
contra dois acusados, o juiz sumariante, ao final da
fase, pronunciou um deles e impronunciou o outro.
Inconformado, o primeiro deles manejou recurso próprio,
pretendendo sua despronúncia. Também inconformado,
o Ministério Público manejou o recurso próprio,
reclamando a manutenção da qualificadora que se
decotara no caso do réu pronunciado e a pronúncia do
que fora impronunciado. Os recursos manejados foram,
respectivamente: