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1

457941200509140
Ano: 2024Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Ubajara - CEDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: Absolutismo | História Mundial
As negociações e as decisões, levadas a efeito pelo Congresso de Viena, basearam-se em três princípios políticos:
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2

457941201475101
Ano: 2024Banca: INAZ do ParáOrganização: Prefeitura de Luiz Alves - SCDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: Absolutismo | História Mundial

Na Inglaterra, o absolutismo real não foi tão forte como na França e sua abolição ocorreu precocemente. Por quais motivos isso ocorreu?

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3

457941200488078
Ano: 2014Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: Instituto Rio BrancoDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: Absolutismo | História Mundial
Originária da Escócia, a dinastia dos Stuart reinava na Inglaterra desde a morte de Elizabete I, em 1603, apesar das constantes pressões políticas da oposição anglicana, que não se conformava com a entronização de uma linhagem católica.
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4

457941201085324
Ano: 2022Banca: CONSULPAMOrganização: Prefeitura de Irauçuba - CEDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: Absolutismo | História Mundial
“Três razões fazem ver que este governo é o melhor. A primeira, é que é o mais natural e se perpetua por si próprio… A segunda razão... é que esse governo é o que interessa mais na conservação do Estado e dos poderes que o constituem: o príncipe, que trabalha para o see Estado, trabalha para os seus filhos... A terceira razão tira-se da dignidade das casas reais… O trono real não é trono de um homem, mas o trono de Deus… O rei vê mais longe e de mais alto… e deve-se obedecer-se-lie sem murmura, pois o murmúrio é uma disposição para sedição”.

(BOSSUET, Jaques-Benigne. Política Tirada da Sagrada Escritura. In: FREITAS, Gustavo de. 900 Textos e Documentos de História. Lisboa, Plátano Editora, s/d, p.201.)

No trecho acima, Bossuet justificou uma forma de organização do Estado europeu na Idade Moderna, em relação à qual é CORRETO afirmar que:
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5

457941200051719
Ano: 2010Banca: CESGRANRIOOrganização: IBGEDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: Absolutismo | História Mundial
Assim, tal como me parece, foi a crise geral do século XVII. Foi uma crise não da constituição nem do sistema de produção, mas do Estado, ou melhor, da relação do Estado com a sociedade. Diferentes países descobriram como sair dessa crise de diferentes modos. Na Espanha, o antigo regime sobreviveu; mas sobreviveu apenas como uma carga desastrosa, imóvel sobre um país empobrecido. Em outras partes, na Holanda, na França e na Inglaterra, a crise marcou o fim de uma era — o descarte de uma superestrutura do topo da sociedade, o retorno à política mercantilista, responsável. Pois no século XVII, as cortes da Renascença tinham crescido tanto, tinham consumido tanto em desperdício e tinham introduzido seus crescentes sugadores tão fundo no corpo da sociedade, que só podiam florescer por um tempo limitado e, em uma época, também de prosperidade geral em expansão. Quando essa prosperidade fracassou, o parasita monstruoso estava trôpego.

TREVOR-ROPER, Hugh. A crise do século XVII. Rio de Janeiro: Topbooks, 2007, pp.141-142. (Adaptado).
Considerando a leitura do texto acima, conclui-se que a crise geral do século XVII foi:
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6

457941201281577
Ano: 2024Banca: AMAUCOrganização: Prefeitura de Jaborá - SCDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: Absolutismo | História Mundial
Embora o termo "absolutismo" possa ser considerado anacrônico quando aplicado a alguns períodos, as políticas e ações de Filipe IV, o Belo, da França, refletiram um desejo de centralizar e fortalecer o poder monárquico, características frequentemente associadas ao absolutismo. Sobre o reinado desse monarca, assinale a alternativa correta:
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7

457941200002598
Ano: 2014Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: Instituto Rio BrancoDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: História Mundial | Absolutismo
Em 1688, com a deposição de Jaime II, o parlamento inglês dividiu-se em dois grupos, tories e wighs, cujas características políticas correspondiam ao credo religioso professado: os tories, conservadores, eram católicos; os wighs, liberais, eram anglicanos.
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8

457941200803791
Ano: 2018Banca: UNEBOrganização: UNEBDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: Absolutismo | História Mundial
Mais de 70 líderes mundiais celebraram, neste domingo (11), em Paris, o centenário do armistício que selou o fim da Primeira Guerra Mundial. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o russo, Vladimir Putin, o turco Recep Tayyip Erdogan e a chanceler alemã, Angela Merkel, participaram de um ato solene presidido pelo francês Emmanuel Macron. Em seu discurso como mestre de cerimônias, o líder da França criticou o crescente nacionalismo na América e na Europa. “O nacionalismo é uma traição ao patriotismo”, disse ele. O presidente pediu aos colegas que rejeitassem “o fascínio pela retirada, pela violência e pela dominação”. (LÍDERES... 2018).
O nacionalismo se manifestou de diversas maneiras e através de várias facetas, no decorrer do desenvolvimento da história das civilizações, como se pode inferir
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9

457941201941143
Ano: 2021Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: Absolutismo | História Mundial
Leia o excerto a seguir.

“A guerra que Napoleão movia na Europa contra a Inglaterra, em princípio do século XIX, acabou por ter consequências para a Coroa portuguesa. Após controlar quase toda a Europa Ocidental, Napoleão impôs um bloqueio ao comércio entre a Inglaterra e o continente. Portugal representava uma brecha no bloqueio e era preciso fechá-la. Em novembro de 1807, tropas francesas cruzaram a fronteira de Portugal com a Espanha e avançaram em direção a Lisboa.”

FAUSTO, B. História Concisa do Brasil. São Paulo: Edusp, 2009. p. 66.

No excerto acima o autor faz referência ao contexto da
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10

457941201997525
Ano: 2011Banca: NC-UFPROrganização: UFPRDisciplina: História Geral e do BrasilTemas: Absolutismo | História Mundial

Tenho insistido também que a monarquia deve ser atribuída exclusivamente aos varões, já que a ginecocracia vai contra a lei natural; esta deu aos homens a força, a prudência, as armas, o poder. A lei de Deus ordena explicitamente que a mulher se submeta ao homem, não só no governo de reinos e impérios, mas também na família. (...) Também a lei civil proíbe à mulher os cargos e ofícios próprios ao homem. (...) É extremamente perigoso que uma mulher ostente a soberania. (...) No caso de uma rainha que não contraia o matrimônio – caso de uma verdadeira ginecocracia –, o Estado está exposto a graves perigos procedentes tanto dos estrangeiros como dos súditos, pois caso seja um povo generoso e de bom ânimo suportará mal que uma mulher exerça o poder.

(Jean Bodin, Los seis libros de la republica. Edição espanhola de 1973, p. 224.) 

A citação extraída do livro do jurista francês Jean Bodin (1530-1596), publicado em 1576, refere-se ao exercício do poder soberano por mulheres, algo que seria contrário às leis da natureza, à lei de Deus e às leis civis, de acordo com o pensamento político da época. Contudo, uma importante monarca contemporânea a Bodin, Elizabeth Tudor, exerceu o poder político em condições adversas e muitas vezes ameaçadoras à sua integridade física, e seu longo reinado foi considerado pelos historiadores como a “época dourada” da Inglaterra. Sobre a monarquia e o exercício do poder soberano, é correto afirmar:
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