No Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o §4, do Título II, Capítulo I, versa sobre a responsabilidade do poder público em proporcionar assistência psicológica à gestante e à mãe. Analisando o referido inciso, segundo os fundamentos teóricos da psicologia sobre a maternidade, analise as seguintes afirmações:
I. Propõe um modelo de assistência à saúde, que não se restringe ao modelo biomédico, ou seja, possibilita um modelo biopsicossocial.
II. Inibe a ação preventiva do psicólogo diante de transtornos associados ao pré e pós-natal os quais têm um caráter eminentemente psiquiátrico, como, por exemplo, a depressão pós-parto.
III. Inclui, numa abordagem multifatorial da gestação e da maternidade, a possibilidade de assistência ao pai e à família como objetos de atenção psicológica.
IV. É restritivo, pois o conceito de mãe, seja no pré ou pós-parto, exclui, legalmente, as mulheres adultas ou adolescentes, que tenham interesse em entregar os filhos para adoção.
Os programas de Liberdade Assistida devem ser estruturados nos municípios, através de
parceria com o Judiciário e o Órgão Executor da política de atendimento à criança e ao
adolescente no município. Para o funcionamento do programa é necessário uma equipe de
orientadores sociais devidamente capacitados, que desenvolverão uma ação pedagógica, em
conformidade com o art.119-ECA, direcionado em alguns aspectos:
I) Família: reforçar e /ou estabelecer vínculos familiares, através de uma relação de aceitação,
colaboração e de co-responsabilidade no processo sócio-educativo.
II) Escola: incentivar o retorno, a permanência e o sucesso escolar objetivando ampliar as
perspectivas de vida.
III) Vida profissional: estimular e/ ou propiciar a habilitação profissional com vistas ao
ingresso no mercado de trabalho.
IV) Comunidade: promover e fortalecer os laços comunitários, objetivando a sua reinserção
social.
Os primeiros momentos na instituição configuram
um momento difícil para a criança ou adolescente,
pois se depara com um novo ambiente, com
pessoas desconhecidas e situações distintas das
vividas em sua casa. As manifestações nesse
momento são diversas, como: chorar,
desesperar-se, ficar apático, não ter reação, falar
sem parar, falar de suas histórias, comer
excessivamente, perder o apetite, insônia, dentre
outras. São pontos importantes no acolhimento:
I.Preparar o ambiente físico para chegada da
criança / adolescente.
II.Estar atento às suas necessidades básicas
imediatas (fome, sede, higiene pessoal).
III.Respeitar o momento em que está vivendo.
Escutar o que ele tem para falar.
IV.Recebê-lo falando seu nome. Mostrar-lhe seu
lugar na casa. Olhá-lo sem preconceitos ou
julgamentos.
V.Apresentar as regras, mas não envolver as outras
crianças e adolescentes do abrigo na recepção dos
novos integrantes.
VI.Acolher também a família (apresentar o espaço
-serviço).
Foi comprovado que uma criança vive em um ambiente
familiar que a expõe a situações vexatórias e de constrangimento, uma vez que alguns membros de sua família são dependentes de substâncias e, por conta disso,
por vezes a submetem a maus-tratos e negligência, o
que resultou no acolhimento dessa criança, por decisão
judicial.
O aperfeiçoamento do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), atualizado pela Lei n.º 12.010 de 2009, trata dos casos de criança ou adolescente indígena ou prove niente de comunidade remanescente de quilombo. De acordo com o § 6.º do Art. 28, nessas situações, é obrigatória a intervenção e oitiva perante a equipe interprofissional ou multidisciplinar que irá acompanhar o caso. Procedimento este executado por
A questão da revelação atravessa todas as etapas da adoção,
desde a preparação dos pretendentes pela equipe
interprofissional até depois que a adoção foi consumada. De
acordo com o que está disposto no Estatuto da Criança e do
Adolescente:
Considerando a interface entre o Estatuto da Criança e do
Adolescente e o Código de Ética Profissional de Psicologia
(CFP, 2005), assinale a opção correta.