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457941201841366
Ano: 2024Banca: FUNDATECOrganização: Câmara de Cachoeirinha - RSDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso da Crase | Regras de Crase

A cidade como mundo, ou o mundo como cidade


Por Fabrício Carpinejar


  1. Minha infância não foi globalizada. Não havia internet, redes sociais, celular. Eu mal saía do
  2. meu bairro. Minha experiência pode parecer tacanha ___ nova geração que se desloca para longe
  3. desde o berço, que fala com gente de qualquer parte, que tem o inglês como um segundo idioma
  4. básico.
  5. Mas eu ainda prefiro ter a cidade como meu mundo a ter o mundo como cidade,
  6. diferentemente de quem nasceu depois dos anos 2000.
  7. Hoje você tem mais facilidades de adaptação, de comunicação, de locomoção. Só que não
  8. sossega num lugar fixo. Não tem um lugar sagrado, uma residência definitiva. Não conhece sua
  9. cidade “como quem examinasse a anatomia de um corpo”, para lembrar verso emblemático de
  10. Mario Quintana.
  11. Você é de todos os lugares, e um turista do seu berço natal. Não se apegou ___ atmosfera
  12. de um parque ou de uma praça. Não treinou a falta. Não gritou “cheguei” abrindo a porta de
  13. casa. Não sofreu picos de nostal...ia com uma mudança. Não chorou por um amor perdido. Não
  14. suspirou pela primavera das árvores mudando a cor da calçada e dos passos com suas folhas
  15. alaranjadas. Não namorou no drive-in da orla, com o sol descendo na tela do Guaíba.
  16. Troca de endereço com desembara...o, aceita empregos distantes sem crise de consciência,
  17. realiza intercâmbios com ___ adrenalina do desafio. Suas relações são do momento, para o
  18. momento, absolutamente circunstanciais. O presente tem a dinâmica de Stories, durando 24h.
  19. Termina romance apartado da fossa e do medo ... jamais ver a pessoa. O passado não pesa. O
  20. guarda-roupa mora nas malas.
  21. Não vou cometer o crime da vaidade e da velhice de dizer que no meu tempo era melhor.
  22. Balbucio na hora de explicar para a linhagem digital a minha época de formação, até meu
  23. vocabulário é arcaico.
  24. Posso garantir que ela era sentimental e exclusivamente presencial. Não se faziam contatos
  25. na distância. O amor platônico acontecia pelo vizinho ou vizinha, ali na janela paralela do mesmo
  26. prédio, jamais por alguém de outro país.
  27. Quando sou obrigado a viajar, eu quero sempre voltar. A saudade é maior do que a
  28. aventura. Talvez a saudade seja a minha mais fremente aventura.
  29. Não consigo ficar longe da minha churrasqueira, da minha varanda, da minha biblioteca,
  30. das minhas plantas, do fardamento das manhãs, da minha cama, dos afetos que frequentam o
  31. meu lar desde criança. Tenho uma posse...ividade provinciana. Minha alma é incuravelmente
  32. bairrista.


(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/carpinejar/noticia/2023/11/a-cidade-como-mundo-ou-o-mundo-como-cidade – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 02, 11 e 17.

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2

457941200778239
Ano: 2024Banca: EDUCAOrganização: Prefeitura de Juripiranga - PBDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso da Crase | Regras de Crase
Como Surgiram os Homens


     Existem várias lendas entre os índios sobre como os homens surgiram na Terra. Uma delas é esta:

   A selva era deserta. Nem uma aldeia, nem uma rede pendurada, nem uma fogueira, nem uma cabana, nem famílias, nem roçado. O dia nascia, mas só iluminava o vazio. Só dava luz à solidão. Os pássaros voavam e só pousavam nos galhos das árvores. Nem um telhado, nem uma palha trançada. Os peixes nadavam nos rios sem uma canoa como companhia. Até que surgiu o primeiro dos homens. Era jovem e belo e corria livre pela mata. Era amigo das matas e dos animais. Caçava só para comer, nadava com os peixes do rio, dormia com os macacos, sonhava com os pássaros. Tinha tudo para ser feliz.

    Mas o índio começou a ficar triste. Sentia-se sozinho. Via que os animais tinham companheiros e ele vivia numa grande solidão. Ele queria ter uma companheira e seres iguais a ele para conversar. Um dia, o rapaz foi conversar com sua amiga onça e contou sua tristeza:

   - Queria tanto uma companheira. Queria muito correr, conversar e brincar com outros parecidos comigo.

    A onça ouviu em silêncio o lamento do amigo. Pensou bastante e resolveu contar o segredo de como o índio poderia ter seus companheiros. A onça disse com cuidado nos ouvidos do nosso herói o grande segredo. O segredo da criação dos homens. O índio ficou feliz com a descoberta e logo começou a trabalhar como a onça ensinou. Foi até a mata e cortou árvores fazendo grossas toras. Pegou um grande pilão e socou as toras nele. Depois passou pimenta, fincou as toras num descampado e esperou a noite chegar.

   Quando anoiteceu, fez uma fogueira ao redor de cada uma das toras. Mas nada aconteceu. Ninguém apareceu. E nosso herói chorou muito. Mesmo assim, ele não desistiu. Talvez tivesse errado no tipo de árvore que cortou. Voltou para a floresta e cortou toras de outra árvore. E fez tudo como na primeira vez: socou as toras no pilão, passou pimenta e as fincou todas no descampado. Quando anoiteceu, acendeu uma fogueira em volta de cada tora. Novamente, a madeira não se transformou em gente. E o herói mais uma vez chorou. Foi um choro tão sofrido, tão grande, que o coitado adormeceu ali mesmo. No meio do descampado, as toras continuavam fincadas no chão.

   Quando o Sol foi nascendo devagar e acertando seus raios em cada uma das toras, elas se transformaram. Uma a uma foram virando gente. Com o calor do Sol, os índios despertaram e viveram. Eram tão belos e jovens que todos os animais fizeram uma festa para homenageá-los. E nosso herói viu com alegria o surgimento dos índios. Ele trocou olhares com uma bela índia e os dois se apaixonaram. Logo toda a terra estava povoada.

      E até hoje, no Alto Xingu, os índios dançam comemorando esse dia.


Disponível em: https://www.saobernardo.sp.gov.br. Acesso em 05/04/2024.

Observe os trechos a seguir:


I. “Só dava luz à solidão.”

II. “Foi até a mata e cortou árvores fazendo grossas toras.”


Assinale a alternativa CORRETA.

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3

457941201662757
Ano: 2024Banca: UnoescOrganização: Prefeitura de Joaçaba - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Pronomes Relativos | Uso da Crase | Regência Verbal e Nominal | Sintaxe | Regras de Crase | Morfologia dos Pronomes
Qual das alternativas indicadas segue os preceitos de norma culta quanto à regência, ao uso de crase e dos pronomes relativos?
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4

457941201869663
Ano: 2025Banca: MPE-GOOrganização: MPE-GODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso da Crase | Regras de Crase
Marque a opção em que o acento grave, indicativo da crase, foi empregado em desacordo com a norma culta:
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5

457941201209766
Ano: 2024Banca: FEPESEOrganização: Prefeitura de Palhoça - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso da Crase | Regras de Crase
Assinale a alternativa em que o uso do acento indicativo de crase está correto.
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6

457941200035156
Ano: 2024Banca: Instituto JKOrganização: Prefeitura de Icatu - MADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Regras de Crase | Uso da Crase

TEXTO - CÃO E HOMEM



    Se você recolher um cachorro que morre de fome e o tornar próspero, ele não o morderá. É está aí a diferença principal entre um cão e um homem. (Mark Twain). 

Indique a opção em que há erro quanto ao emprego da crase  
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7

457941200187529
Ano: 2024Banca: MS CONCURSOSOrganização: SAAE de São Carlos - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso da Crase | Regras de Crase
Relacionando-se ao correto uso da crase, marque a alternativa indevida.
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8

457941201509952
Ano: 2023Banca: VUNESPOrganização: Prefeitura de São Paulo - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Regras de Crase | Morfologia | Ortografia | Uso da Crase | Uso de Letras Maiúsculas
Os rumos do Plano Diretor de SP


        Desde 2020, a revisão do Plano Diretor de São Paulo divide urbanistas. Após a primeira votação na Câmara, há três semanas, a celeuma se espraiou pelo debate público paulistano. Isso é positivo. Cidadãos se responsabilizando por sua cidade são, por definição, a base de uma cidadania construtiva. Mas as emoções extremadas sugerem uma contaminação desastrosa das políticas urbanas pela política partidária.

        O Plano vigente em São Paulo foi aprovado em 2014 para valer até 2029, com a meta de “reduzir as desigualdades socioterritoriais para garantir, em todos os distritos da cidade, o acesso a equipamentos sociais, a infraestrutura e a serviços urbanos”.

       Como outras metrópoles nas Américas, o crescimento de São Paulo foi rápido, desordenado e orientado ao transporte individual. O resultado são as chamadas cidades 3D: distantes, desordenadas e desconectadas. Ao contrário da expansão típica dos EUA em subúrbios de classe média e baixa densidade, no Brasil prevaleceu a aglomeração de pessoas pobres nas periferias, de onde realizam longos deslocamentos em transportes públicos parcos e precários atrás de emprego, serviços e lazer no centro.

      O Plano previu mais potencial construtivo e incentivos à construção para que espaços num raio de 600 metros das estações de metrô e numa margem de 300 metros dos corredores de ônibus sejam mais densos, verticalizados e de uso misto. A revisão propõe ampliar essas áreas, respectivamente, para 800 e 450 metros.

       Assim, a revisão segue a proposta de “adensamento inteligente”. Longe de fazer terra arrasada do Plano, ela o amplia. Pode-se divergir se essa ampliação é mais ou menos inteligente, mas é estranho os críticos denunciarem o “caos” e a “destruição” a serviço da “voracidade” das incorporadoras. Se há essa voracidade, ela reflete o desejo dos cidadãos de morarem, trabalharem e se divertirem próximos uns aos outros, anseio que é a essência da cidade. A de São Paulo continua crescendo em população e renda. Construtores procuram atender a essa demanda onde for permitido, e, quanto maior a oferta, menor será o custo para viver na cidade.

      É legítimo questionar a ideia do Plano de concentrar as ofertas nos eixos de transporte e, também, a ideia da revisão de ampliar essa concentração. Mas parece exagero, politicamente motivado, prever o “caos” se elas forem aprovadas. Pode-se discutir se 100 metros a mais ou a menos farão alguma diferença, mas o Plano, no seu conjunto, busca aproximar as pessoas da infraestrutura, dos serviços urbanos e dos equipamentos sociais, de modo a cumprir sua promessa de “reduzir as desigualdades socioterritoriais”.


(Opinião. https://www.estadao.com.br/opiniao, 26.06.2023. Adaptado)
Quando se  ___________ um debate delicado como a revisão do Plano Diretor, é preciso esclarecer que, se algo ________ a ser discutido, é porque se aspira _________ redução das desigualdades socioterritoriais, garantindo ________ população acesso a equipamentos sociais, a infraestrutura e a serviços urbanos.

Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com:
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9

457941201690273
Ano: 2024Banca: Instituto ConsulplanOrganização: Prefeitura de Pitangueiras - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso da Crase | Regras de Crase
O homem que devia entregar a carta


        Era sua primeira missão como office-boy. Estava com dezoito anos, mas não tinha conseguido nenhum outro emprego. Apesar dos jornais garantirem que não havia crise, ele simplesmente batera o nariz em dezenas de portas e tinha enfrentado filas até dois quilômetros. O patrão pediu que ele entregasse uma carta, com protocolo. E avisou: a pessoa que receber precisa assinar este papelzinho. Só entregue mesmo ao destinatário, a ninguém mais, esta carta é da maior importância.

        Foi. Ao chegar, verificou o endereço: era de um terreno baldio. Comparou, indagou. Não havia engano mesmo. O número correspondia ao terreno. Voltou ao patrão, contou.

          E o patrão: – Eu sei que é um terreno. Mas vão construir um prédio ali.

          – Vão? E o que faço?
          – Você entrega a carta, como mandei.

        O patrão era um homem ocupado, dispensou o boy. Ele voltou ao local. Nada. Um terreno sujo, cheio de mato. O que fazer? Sentou-se, pensando que se alguém chegasse por ali, poderia dar uma informação. No fim do dia, foi embora.

          Na manhã seguinte, ao subir no elevador, encontrou o patrão.

          – Como é, entregou a carta?
          – Não tem prédio nenhum lá.
          – Mas vão construir. Já conseguiram até financiamento da Caixa Econômica.

       O boy voltou ao terreno. Naquele e nos dias seguintes. Nas semanas e meses. E o patrão, já inquieto, querendo saber da carta, o boy mais inquieto ainda, já sem saber por que não construíam logo o tal edifício. Um dia, viu homens carpindo o mato. No outro dia, ergueram um tapume. Em seguida, instalaram placas. Logo vieram tratores e máquinas. Cavaram, cavaram, caminhões basculantes levaram a terra, chegou cimento, aço, pedras. As fundações ficaram prontas.

         E o boy ali, todos os dias, firme, à espera. Fazendo amizade com os operários, capatazes da obra, aprendendo como se mistura o cimento, como se processa a concretagem, acompanhando os andares que subiam, as lajes sendo terminadas.

            O prédio subiu. A esta altura, o patrão, irritadíssimo com o boy, ameaçava despedi-lo.

             – Que porcaria você é que nem consegue entregar uma carta?

           O boy, ferido no orgulho, plantou-se então, dia e noite, sentado num dos andaimes. Amigo de todos os operários, comia e bebia com eles, contava casos, ouvia histórias do Nordeste, lendas da Bahia, conhecia a miséria que ia pelo interior, os dramas de fome e doença, o abandono, a seca. A parte mais demorada, lenta. Colocar portas, janelas, armários, rebocar, passar massa corrida, pintar, instalar pias, torneiras, vasos, tacos. Então, a festa de inauguração, chope. E as faixas, os corretores ansiosos por enganar alguém com as compras maravilhosas que terminavam em pesadelo.

           As pessoas começaram a se mudar. Todos os dias, o boy batia à porta do apartamento 114. O destinatário ainda não tinha se mudado. Agora, o boy já tinha feito vinte anos e o patrão tinha lhe dado um prazo fixo, fatal, irreversível. Ou entregava a carta, ou era despedido.

           Ele batia à porta, ninguém atendia. Até que um caminhão trouxe mudanças para o 114. Mas a porta continuava fechada, muda.

             Batia, e nada.
          Uma tarde, abriram. Um senhor grisalho, ar sonolento. O boy, triunfante, estendeu a carta. O homem olhou o destinatário.
             – Não sou eu. Nem sei quem é.
             – Como? O senhor comprou o apartamento de alguém?
             – Não. Comprei na planta. Não teve nenhum dono antes de mim.
             – Que faço? – Passa na portaria, fala com o zelador.

       O boy passou, explicou a situação. O zelador apanhou um carimbo, bateu no envelope: destinatário desconhecido. E devolveu a carta ao boy.


(Ignácio de Loyola Brandão. In: Cadeiras Proibidas.)
No trecho “E o boy ali, todos os dias, firme, à espera.” (12º§), a aplicação do sinal indicativo de crase encontra-se correto. Tal fato não pode ser evidenciado em:
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457941200404222
Ano: 2024Banca: Instituto AccessOrganização: Câmara de Apiaí - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Uso da Crase | Regras de Crase
Assinale a alternativa que não condiz com o uso da crase de acordo com a norma-padrão da Língua Portuguesa.
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