Um ente público municipal pleiteou uma transferência voluntária
junto ao Ministério das Cidades para desenvolvimento de
projetos de geração de emprego e renda a partir da exploração
sustentável de recursos regionais.
À luz da legislação aplicável, o recebimento da transferência
voluntária pretendida pelo ente solicitante:
Suponha que, em 2014, o Prefeito de um município do
Ceará procurou o Governo do Estado e solicitou o repasse
de transferências voluntárias, cujo pleito foi atendido. Em
2015, o TCE-CE fiscalizou as contas dos Poderes desse
beneficiário e verificou que a despesa total com pessoal
do município, com base na receita corrente líquida, encontrava-se
em 65%. Nos termos da LRF, essa transferência
voluntária deverá ser cessada, salvo se relacionada a
ações do setor de
Julgue o próximo item, com base nas disposições da Lei de
Responsabilidade Fiscal.
Situação hipotética: Durante o primeiro quadrimestre do
exercício de 20X1, determinado estado obteve queda real de
receita de 15%, em comparação com o mesmo quadrimestre
do ano anterior, 20X0, em decorrência da diminuição de
receita de royalties. A despesa com pessoal do Poder
Executivo desse estado passou de 49% da sua receita
corrente líquida no primeiro quadrimestre de 20X0 para 54%
dessa receita no primeiro quadrimestre de 20X1, último ano
do mandato do seu governador à época. Assertiva: O Poder
Executivo desse estado ainda está autorizado a receber
transferências voluntárias para a área de infraestrutura no
exercício financeiro de 20X1.
Determinado Estado-membro da Federação brasileira, em dado
período financeiro, extrapolou o limite de endividamento público
previsto na Lei de Responsabilidade Fiscal. Apesar dessa
irregularidade, o governador reivindicava, junto à União, o
recebimento de transferências voluntárias para custear
programas de transferência de renda para famílias em situação de
vulnerabilidade.
À luz da legislação vigente, em relação à legalidade do pleito
realizado pelo governador:
O Art. 25 da Lei de Responsabilidade Fiscal regulamenta as
transferências voluntárias entre os entes federativos. Exige, por
parte do ente beneficiário, a comprovação do cumprimento dos
limites constitucionais relativos à educação e à saúde.
Determinado Estado da federação aprovou, por meio de emenda
constitucional de iniciativa parlamentar, um limite mínimo anual
de aplicação em ações e serviços públicos de saúde acima do
previsto na Lei Complementar federal nº 141/2012.
À luz da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal, é correto
afirmar que: