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457941200638448
Ano: 2025Banca: IDESGOrganização: Prefeitura de Itapemirim - ESDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Fonologia | Fonemas e Grafemas
Texto associado
Trabalho infantil cai ao menor nível da série histórica, mas Brasil ainda tem 1,6 milhão nesta situação

        A quantidade de crianças e adolescentes que exerciam trabalho infantil no país caiu para 1,6 milhão em 2023, frente a 2022 (queda de 14,6%). Trata-se do menor patamar da série histórica do IBGE, iniciada em 2016. A proporção de menores no trabalho infantil vinha caindo ao longo dos anos, mas chegou a subir para 4,9% em 2022, após a pandemia.

        Em 2023, porém, o índice recuou para 4,2%, também menor percentual da série.

        Os dados fazem parte da pesquisa "Pnad Contínua Trabalho de Crianças e Adolescentes", divulgada nesta sexta-feira pelo IBGE. O levantamento mostra ainda que 586 mil menores de 5 a 17 anos (ou 36,47% do 1,6 milhão de jovens na condição de trabalho infantil), se enquadravam nos "piores trabalhos" da lista TIP (Trabalho Infantil Perigoso).

        Esse também foi o menor contingente da série histórica da pesquisa e representa uma redução de 22,5% frente a 2022, quando 756 mil crianças e adolescentes do país estavam nessa situação. Esses menores desempenhavam funções que envolviam risco de acidentes ou eram prejudiciais à saúde, como operação de máquinas, manuseio de produtos químicos e extração de minério.

        A queda do trabalho infantil foi observada em todas as faixas etárias, mas o recuo foi mais expressivo entre as crianças de 5 a 13 anos, onde houve uma redução de 449 mil em 2022 para 346 mil em 2023 (queda de 22,94%).

        Entre a faixa de 14 e 15 anos, o número de crianças em situação de trabalho infantil caiu de 444 mil para 366 mil, redução de 17,6% em um ano. Já entre a faixa de 16 a 17 anos, a redução foi de 9,41%, de 988 mil em 2022 para 895 mil em 2023.


Fonte: https://oglobo.globo.com/economia/noticia/2024/10/18/trabalho-infantil-cai-ao-menor-nivel-da-serie-historicamas-brasil-ainda-tem-16-milhao-nesta-situacao.ghtml (adaptado).
Com base na análise fonológica, assinale a alternativa que apresenta corretamente o número de fonemas das palavras "quantidade", "levantamento" e "queda". 
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2

457941202005434
Ano: 2019Banca: INSTITUTO AOCPOrganização: UFPBDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Fonologia | Fonemas e Grafemas
Texto associado

TEXTO 2


    Apenas 55 alunos tiraram nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018, de acordo com anúncio feito nesta sexta-feira (18) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais e Pesquisas Anísio Teixeira (Inep). No total, o Inep diz que corrigiu 4.122.423 provas de redação na aplicação regular do Enem, que aconteceu nos dias 4 e 11 de novembro. Os dados, portanto, não incluem as provas do Enem PPL, aplicado para pessoas privadas de liberdade.

    Além do leve aumento no número de notas mil, o Enem 2018 teve uma grande queda no número de participantes tiveram a redação zerada. Segundo o Inep, "os principais motivos para nota zero no Enem 2018 foram: redações em branco (1,12%), fuga ao tema (0,77%) e cópia do texto motivador (0,36%)".

Adaptado de:<https://g1.globo.com/educacao/enem/noticia/2019/01/18/enem-2018-numero-de-redacoes-nota-mil-volta-a-crescer-e-cai-o-numero-de-notas-zero.ghtml>

Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam a mesma quantidade de fonemas.
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3

457941201956480
Ano: 2021Banca: GS Assessoria e ConcursosOrganização: Prefeitura de Irati - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Encontros Consonantais e Dígrafos | Fonologia | Substantivos | Fonemas e Grafemas | Morfologia

Relacione a 2ª (segunda) coluna de acordo com a 1ª (primeira)


(1) Fonema

(2) Dígrafo

(3) Substantivo


( ) o nome de tudo o que existe ou que imaginamos existir Podem ser comum ou próprios.

( ) quando temos duas letras representando um só fonema.

( ) é cada um dos sons da fala. É a menor unidade fônica distintiva da palavra.


Assinale a sequência correta.

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4

457941200091330
Ano: 2022Banca: FAUOrganização: Prefeitura de Iguatu - CEDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Fonemas e Grafemas | Fonologia
Texto associado
Na busca por um sono melhor, muitas pessoas se perguntam se devem dividir a cama com um animal de estimação. Antes de chegarmos a isso, porém, é importante parar e refletir sobre o outro lado dessa questão: dormir com você é bom para o seu animal de estimação? “Adoro estar invertendo a questão”, afirmou a veterinária-chefe da Comunidade Veterinária da América do Norte, Dana Varble. “Em geral, é muito bom que os animais durmam com seus tutores.”

Animais de estimação que compartilham a cama de um humano tendem a ter um “nível de confiança mais alto e um vínculo mais estreito com os humanos que estão em suas vidas. É uma grande demonstração de confiança da parte deles”, disse Varble. Cães e gatos que estão mais intimamente ligados a seus humanos obtêm benefícios adicionais à saúde, incluindo aumentos nos neurotransmissores benéficos como a oxitocina e a dopamina, os hormônios do bem-estar”, acrescentou ela.

São apenas cães e gatos que se beneficiam de parceiros de cama humanos? Sim, disse Varble, com “muito, muito poucas exceções”. “Tenho um dono que tem um porco barrigudo meticulosamente preparado que dorme ao pé da cama”, disse ela. “É um porco doméstico chamado Norbert – porcos barrigudos são quase como cachorros porque são muito sociáveis.”

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/entenda-como-dormir-comseu-animal-de-estimacao-pode-afetar-voce/
As palavras “cachorro” e “pessoa” possuem, respectivamente: 
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5

457941201862963
Ano: 2025Banca: Instituto FênixOrganização: Prefeitura de Passos Maia - SCDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Fonologia | Fonemas e Grafemas
Texto associado
Veja o que acontece com seu cérebro quando você faz uma
pausa nas redes sociais


        Você acha que passa muito tempo navegando no seu celular? Você não está sozinho. O adulto norte-americano médio registra mais de duas horas por dia nas redes sociais, enquanto os adolescentes dobram esse tempo em plataformas como TikTok e Instagram.

        Como os especialistas alertam sobre os recursos viciantes das redes sociais, mais pessoas estão procurando maneiras de se libertar – o que é comprovado por um aumento de 60% nas pesquisas do Google por “desintoxicação de mídia social” nos últimos meses.

       Mas será que se afastar do seu feed realmente faz diferença? Os pesquisadores dizem que sim, e os benefícios para seu cérebro e bem-estar podem surpreendê-lo.

      Muitos de nós suspeitamos que passamos muito tempo rolando a tela dos nossos celulares – uma preocupação ressaltada pela Oxford University Press, que escolheu “brain rot” (“apodrecimento do cérebro”, em tradução livre) como a palavra do ano de 2024.

      No entanto, encontrar a força de vontade para reduzir o tempo na Internet não é uma tarefa fácil, graças à forma como as redes sociais se ligam ao sistema de recompensa do nosso cérebro.

      Anna Lembke, especialista em medicina do vício e autora do livro “Dopamine Nation: Finding Balance in the Age of Indulgence”, explica que as pessoas podem ficar viciadas em mídia digital da mesma forma que podem ficar viciadas em drogas.

     Com base no que sabemos sobre como as drogas e o álcool afetam o cérebro, podemos inferir que um processo semelhante ocorre quando verificamos as redes sociais, sendo que cada curtida, comentário ou vídeo de gato fofo desencadeia uma onda de dopamina, a substância química do cérebro que faz o cérebro se sentir bem.

        Entretanto, nosso cérebro foi projetado para manter um equilíbrio geral de dopamina – o que Lembke descreve como um mecanismo de gangorra. A rolagem interminável nas redes acaba perturbando esse equilíbrio, levando o cérebro a compensar produzindo menos dopamina ou diminuindo sua transmissão. Com o tempo, isso pode nos levar a um estado de “déficit de dopamina”, em que precisamos de mais tempo online para voltar a nos sentir “normais”.

        Fazer uma “pausa” nesse ciclo de dopamina induzido pela mídia social pode permitir que o cérebro redefina as vias de recompensa, explica Lembke, permitindo que paremos o tipo de consumo excessivo compulsivo que leva ao “brain rot” (“podridão cerebral”, em português).

       Não existe uma solução única quando se trata de desintoxicação das redes sociais, afirma Paige Coyne, coautora de um estudo sobre os impactos na saúde de uma desintoxicação da mídia social de duas semanas em 31 jovens adultos.

      “O uso excessivo de redes sociais pode significar coisas diferentes para pessoas diferentes”, diz ela, acrescentando que o essencial é estabelecer metas realistas para reduzir nosso consumo habitual das redes. “Algumas pessoas podem querer desistir totalmente, enquanto outras podem querer reduzir pela metade o tempo gasto nas redes sociais.”

       Para ajudar a reconectar as vias de recompensa do cérebro, Lembke recomenda que você se abstenha pelo maior tempo possível – de preferência, pelo menos quatro semanas. Mas até mesmo pequenas pausas se mostraram eficazes para melhorar a saúde mental. Um estudo com 65 meninas de 10 a 19 anos descobriu que fazer uma pausa de três dias nas redes sociais melhorou a autoestima e a autocompaixão, resultando em menos vergonha do corpo.



Fonte: https://www.nationalgeographicbrasil.com/ciencia/2025/01/veja-oque-acontece-com-seu-cerebro-quando-voce-faz-uma-pausa-nas-redessociais(adaptado).

Sobre as palavras "pessoas" e "diferentes", assinale a alternativa correta em relação ao número de fonemas. 
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6

457941201922636
Ano: 2024Banca: Itame Organização: Prefeitura de Baliza - GODisciplina: Língua PortuguesaTemas: Fonologia | Fonemas e Grafemas
Texto associado

Leia o texto e responda a questão.


Divertida Mente: o que podemos tirar de lição nesse filme?



    Divertida Mente é uma animação da Disney Pixar de 2015 dirigida por Pete Docter, responsável por Up, Monstros SA e outros filmes, com consultoria de Paul Ekman, psicólogo pesquisador das emoções.

    Em resumo, o filme Divertida Mente é sobre o período entre os 11 e 12 anos de Riley, uma garotinha, e sobre as emoções que a controlam: Alegria, Medo, Tristeza, Raiva e Nojinho. Neste período Riley e suas emoções passam por muitas mudanças, não apenas porque a garotinha está crescendo, mas também porque ela está se mudando para outra cidade.

    Alegria é uma das personagens principais, mas também uma espécie de vilã, já que ela não entende até o fim do filme o que a Riley realmente precisa. Ela entende que o Medo e a Novinho são úteis para a Riley enquanto instinto de sobrevivência, como quando ela se depara com um alimento estragado ou algo perigoso, e a Raiva para estimulá-la a lutar contra injustiças, mas ela não entende a necessidade da Tristeza.

    Certamente, o erro da Alegria é o erro de muitos: achar que não devemos ficar tristes nunca. Todas as emoções são necessárias para nos preparar para os eventos da vida, elas nos guiam e têm propósito, trazendo significado às nossas experiências.

    [...]

Alegria, Medo, Tristeza, Raiva e Nojinho são personagens que representam as emoções de Riley. Qual deles possui 4 letras e 4 fonemas? 
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7

457941201268897
Ano: 2015Banca: FAFIPAOrganização: CISLIPADisciplina: Língua PortuguesaTemas: Fonologia | Fonemas e Grafemas
Texto associado

                            Comediantes estão cada vez mais sendo perseguidos


         O humor é um constante trabalho de reinvenção, todos os dias é preciso pensar fora da caixa. Construir uma boa piada é tentar distrair a mente do público para causar uma surpresa, para que o desfecho não seja previsível e cause no espectador o espasmo da risada em sua face. Acredito que o processo para se fazer graça em tempos que a profissão está cada vez mais concorrida continua o mesmo. Sempre precisamos buscar outros caminhos e aplicar o mesmo processo de criação nas escolhas e formas de fazer piada. Também acho importante estar sempre conectado com as notícias e ter agilidade para não perder o "timing".

         Só que a gente que faz comédia está cada dia mais perseguido, e isso é muito ruim para o comediante. Esses dias fiz piadas sobre a manifestação e acabei sendo perseguido. Outro dia a piada falava do frio de Curitiba e acabei sendo ameaçado por feministas, ou seja, uma cutucada dispara outra e é preciso ficar atento. Só que ficar atento não é bom para o humor, o humor tem que ser verdadeiro e ácido quando necessário.

         Se você pensar duas vezes se vai ou não vai ofender alguém é melhor nem fazer piada, porque a piada sempre vai ter um alvo. Acredito que é possível fazer piadas com qualquer assunto, depende só de como você trata esse assunto e da dose de exagero que você coloca para que fique engraçada. Não devemos, enquanto humoristas, focar somente em um estilo de comédia para não cansar e saturar o público. Claro que sempre devemos ser honestos com a plateia, o consumidor de humor saca quando o comediante está forçando uma barra.

          O processo criativo deve ser provocado, não adianta esperar que as ideias apareçam, é preciso exercício. Criar é uma aeróbica mental e, na maioria das vezes, as ideias estão lá só esperando para serem resgatadas. O humorista não pode ter medo de tentar, até porque esse é o nosso trabalho. Nunca saberei se a piada funciona ou não até a hora que subo no palco e me arrisco. Já cansei de sair com três páginas de texto escrito e conseguir salvar só três piadas que realmente funcionaram, e olhe lá.

           Fazer televisão também é sempre muito importante porque divulga e populariza, mas hoje em dia veículos como as redes sociais, Facebook, YouTube e Twitter, além de ajudarem a divulgar o seu trabalho, servem como um mailing pessoal para levar público ao teatro e isso reflete em bilheteria. Claro que televisão ainda é muito importante, mas existe, por exemplo, um mercado enorme e rentável para comediantes no meio corporativo. O cinema nacional está se abrindo cada vez mais para a comédia, sitcoms, web séries, vlogs, uma infinidade de opções para o comediante se destacar. Quando comecei a fazer comédia não existiam tantas possibilidades para mostrar meu trabalho como existem hoje. Por isso hoje procuro usar tudo isso ao meu favor, no meio de várias tentativas, algumas sempre acabam virando e dando certo, mas é preciso insistir e fazer o seu, e de preferência não ligar muito para concorrência.  

                                                                                         Disponível em: http://noticias.uol.com.br/opiniao











Observe as palavras em destaque: “Já cansei de sair com três páginas de texto escrito e conseguir salvar só três piadas que realmente funcionaram, e olhe lá”. Nessas palavras, há algo em comum: TODAS contêm o fonema /s/. O mesmo ocorre em:
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8

457941200628880
Ano: 2018Banca: Big AdviceOrganização: Prefeitura de Tupi Paulista - SPDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Fonologia | Fonemas e Grafemas
Assinale a alternativa que apresenta uma palavra com 7 letras e 6 fonemas:
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9

457941200139437
Ano: 2014Banca: FAFIPAOrganização: Prefeitura de Floraí - PRDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Fonologia | Fonemas e Grafemas
A palavra “vez” é grafada com “z”, mas tem som de /s/. O mesmo ocorre em:
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10

457941201736037
Ano: 2025Banca: CESPE / CEBRASPEOrganização: InoversaSulDisciplina: Língua PortuguesaTemas: Fonemas e Grafemas | Fonologia
Texto associado
Texto 19A1

        Em uma teoria da compreensão de texto, o primeiro aspecto importante é a noção de língua que se adota. Alguns manuais escolares concebem a língua simplesmente como um código ou um sistema de sinais autônomo, totalmente transparente, sem história, e fora da realidade social dos falantes. Mas a língua é muito mais do que um sistema de estruturas fonológicas, sintáticas e lexicais. A rigor, a língua não é sequer uma estrutura; ela é estruturada simultaneamente em vários planos, seja o fonológico, sintático, semântico e cognitivo no processo de enunciação. A língua é um fenômeno cultural, histórico, social e cognitivo que varia ao longo do tempo e de acordo com os falantes: ela se manifesta no uso e é sensível ao uso.

         Portanto, a língua é uma atividade constitutiva com a qual podemos construir sentidos; é uma forma cognitiva com a qual podemos expressar nossos sentimentos, ideias, ações e representar o mundo; é uma forma de ação pela qual podemos interagir com nossos semelhantes. Em consequência, a língua se manifesta nos processos discursivos, no nível da enunciação, concretizando-se nos usos textuais mais diversos. É importante não confundir a língua com o discurso.

        Nessa perspectiva, a língua é mais do que um simples instrumento de comunicação; mais do que um código ou uma estrutura. Enquanto atividade, ela é indeterminada sob o ponto de vista semântico e sintático. Por isso, as significações e os sentidos textuais e discursivos não podem estar aprisionados no interior dos textos pelas estruturas linguísticas. A língua é opaca, não é totalmente transparente, podendo ser ambígua, polissêmica, de modo que os textos podem ter mais de um sentido, e o equívoco nas atividades discursivas é um fato comum.

         Na realidade, um texto bem-sucedido é aquele que consegue dizer o suficiente para ser bem-entendido, supondo apenas aquilo que é possível esperar como sabido pelo ouvinte ou leitor. É interessante notar que, se o autor ou falante de um texto diz uma parte e supõe outra parte como de responsabilidade do leitor ou ouvinte, então a atividade de produção de sentidos (ou de compreensão de texto) é sempre uma atividade de coautoria. Isto quer dizer que os sentidos são parcialmente produzidos pelo texto e parcialmente completados pelo leitor.

         Ao lado da noção de língua, é necessário ter uma noção de texto. A escola trata o texto como um produto acabado e que funciona como uma cesta natalina, de onde a gente tira coisas. O texto não é um produto nem um simples artefato pronto; ele é um processo. Assim, não sendo um produto acabado, objetivo, como uma espécie de depósito de informações, mas sendo um processo, o texto se acha em permanente elaboração e reelaboração ao longo de sua história e ao longo das diversas recepções pelos diversos leitores. Em suma, texto é uma proposta de sentido e ele se acha aberto a várias alternativas de compreensão.

Luiz Antônio Marcuschi. Exercícios de compreensão ou copiação nos manuais de ensino de língua?
Em Aberto, Brasília, ano 16, n.º 69, jan.-mar./1996 (com adaptações).

No que se refere à pontuação e ortografia no texto 19A1, bem como a aspectos fonológicos de vocábulos nele empregados, julgue o item que se segue.


Identificam-se no vocábulo “lexicais” oito letras e oito fonemas.

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