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1

457941200744092
Ano: 2023Banca: OBJETIVAOrganização: Prefeitura de Canudos do Vale - RSDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários
A respeito do chamado “problema de Platão” nos estudos em aquisição da linguagem, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:

( ) Trata-se de uma premissa da teoria gerativa, segundo a qual as evidências do meio, por serem passageiras e fragmentárias, não permitiriam tamanho desenvolvimento linguístico pelo ser humano.
( ) Explica-se a grande proficiência da criança na criação de palavras, na realização de analogias e na produção precoce de frases inéditas a partir da riqueza do estímulo recebido.
( ) Liga-se diretamente à existência de um dispositivo inato de aquisição da linguagem.
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2

457941200990664
Ano: 2024Banca: COSEACOrganização: FME de Niterói - RJDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários

A questão é baseada nos textos 1, 2 e 3.


TEXTO 1


Canção do exílio


Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá;

As aves, que aqui gorjeiam,

Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,

Nossas várzeas têm mais flores,

Nossos bosques têm mais vida,

Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,

Que tais não encontro eu cá;

Em cismar –sozinho, à noite–

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,

Sem que eu volte para lá;



TEXTO 2


Canto do Regresso à Pátria


Minha terra tem palmares

Onde gorjeia o mar

Os passarinhos daqui

Não cantam como os de lá

Minha terra tem mais rosas

E quase que mais amores

Minha terra tem mais ouro

Minha terra tem mais terra

Ouro terra amor e rosas

Eu quero tudo de lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que eu volte para lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte pra São Paulo

Sem que veja a Rua 15

E o progresso de São Paulo


ANDRADE, Oswald de. Pau-Brasil [1924]. 4 ed. São Paulo: Globo, 2000. p.139



TEXTO 3


Em uma noite dessas, sonha consigo mesmo cindida em duas, aquela que ora se mira, adulta, parecendo prestes a descobrir algo; e outra, muito criança, chorando sentada no chão de uma sala. No sonho, toma a si mesma nos braços, e o contato das suas duas peles faz com que acorde em uma terceira pele, a da vigília, arrepiada de frio. Pela primeira vez em muito tempo, deseja, então, regressar a Belém, rever a avó, conversar com ela sobre aquela difícil infância que vivera e saber por que o apagamento da herança indígena da família da mãe tinha sido necessário e tão eficaz. O porquê da família paterna, embora de pele branca, ter optado por renegar a própria condição de mestiça. Coisas que talvez a avó nem mesmo pudesse dar conta de responder. Reencontrar rastro e rosto era o que faria se fosse possível, mas a morte da mulher que a criara, ciosa e feroz em sua obrigação de afeto, rompera o último laço que a mantivera presa àquela cidade, àquela casa.


VERUNSCHK, Micheliny. O som do rugido da onça. São Paulo: Companhia das Letras, 2021. p. 110

No trecho retirado do romance publicado pela escritora brasileira Micheliny Verunschk em 2021 (texto 3), o desdobramento da personagem em diferentes peles representa literariamente a perspectiva contemporânea de uma identidade
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3

457941200157891
Ano: 2021Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Realismo Literário | Gênero Dramático | Gêneros Literários | Classificação dos Gêneros Literários | Estudos Literários
— Se não, vejam vossas senhorias isto! Que paz, que animação, que prosperidade!
E com um grande gesto mostrava-lhes o Largo do Loreto, que àquela hora, num fim de tarde serena, concentrava a vida da cidade. Tipoias vazias rodavam devagar; pares de senhoras passavam, com os movimentos derreados, a palidez clorótica duma degeneração de raça; nalguma magra pileca, ia trotando algum moço de nome histórico, com a face ainda esverdeada da noitada de vinho; pelos bancos de praça gente estirava-se num torpor de vadiagem; um carro de bois, aos solavancos sobre suas altas rodas, era como o símbolo de agriculturas atrasadas de séculos; fadistas gingavam, de cigarro nos dentes; algum burguês enfastiado lia nos cartazes o anúncio de operetas obsoletas; nas faces enfezadas de operários havia como a personificação das indústrias moribundas... E todo este mundo decrépito se movia lentamente, sob um céu lustroso de clima rico, entre garotos apregoando a lotaria e a batota pública, e rapazitos de voz plangente oferecendo o Jornal das pequenas novidades [...].

 QUEIRÓS, Eça de. O crime do padre Amaro. Lisboa: Imprensa Nacional – Casa da Moeda,
2000.
No que se refere aos recursos estilísticos que Saraiva e Lopes (2004) reconhecem na prosa de Eça de Queirós, observa-se no excerto o emprego de
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4

457941200022885
Ano: 2025Banca: UFSMOrganização: UFSMDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários
Leia com atenção os textos que seguem.


“E assim seguimos nosso caminho por esse mar, de longo, até que, terça-feira das Oitavas de Páscoa, que foram vinte e um dias de abril, estando da dita ilha obra de 660 ou 670 léguas, segundo os pilotos diziam, topamos alguns sinais de terra, os quais eram muita quantidade de ervas compridas, a que os mercantes chamam botelho, assim como outras a que dão o nome de rabo-de-asno. E, quarta-feira seguinte, pela manhã topamos aves a que chamam furabuchos.

    Neste dia, a horas de véspera, houvemos vista de terra!”


Fonte: CAMINHA, P. V. de. Carta do Achamento do Brasil. In: OLIVIERI, A. C.; VILLA, M. A. Cronistas do descobrimento. São Paulo: Ática, 2002. p. 19-25.


“a descoberta

Seguimos nosso caminho por este mar de longo

Até a oitava da Páscoa

Topamos aves

E houvemos vista de terra”


Fonte: ANDRADE, O. de. “Pero Vaz Caminha; a descoberta”. In: MORICONI, I. Os cem melhores poemas brasileiros do século. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001. p. 79-80.


A partir da comparação entre os excertos transcritos, é correto afirmar que
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5

457941200758684
Ano: 2024Banca: COSEACOrganização: FME de Niterói - RJDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Estudos Literários

A questão é baseada nos textos 1, 2 e 3.


TEXTO 1


Canção do exílio


Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá;

As aves, que aqui gorjeiam,

Não gorjeiam como lá.

Nosso céu tem mais estrelas,

Nossas várzeas têm mais flores,

Nossos bosques têm mais vida,

Nossa vida mais amores.

Em cismar, sozinho, à noite,

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

Minha terra tem primores,

Que tais não encontro eu cá;

Em cismar –sozinho, à noite–

Mais prazer encontro eu lá;

Minha terra tem palmeiras,

Onde canta o Sabiá.

Não permita Deus que eu morra,

Sem que eu volte para lá;



TEXTO 2


Canto do Regresso à Pátria


Minha terra tem palmares

Onde gorjeia o mar

Os passarinhos daqui

Não cantam como os de lá

Minha terra tem mais rosas

E quase que mais amores

Minha terra tem mais ouro

Minha terra tem mais terra

Ouro terra amor e rosas

Eu quero tudo de lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que eu volte para lá

Não permita Deus que eu morra

Sem que volte pra São Paulo

Sem que veja a Rua 15

E o progresso de São Paulo


ANDRADE, Oswald de. Pau-Brasil [1924]. 4 ed. São Paulo: Globo, 2000. p.139



TEXTO 3


Em uma noite dessas, sonha consigo mesmo cindida em duas, aquela que ora se mira, adulta, parecendo prestes a descobrir algo; e outra, muito criança, chorando sentada no chão de uma sala. No sonho, toma a si mesma nos braços, e o contato das suas duas peles faz com que acorde em uma terceira pele, a da vigília, arrepiada de frio. Pela primeira vez em muito tempo, deseja, então, regressar a Belém, rever a avó, conversar com ela sobre aquela difícil infância que vivera e saber por que o apagamento da herança indígena da família da mãe tinha sido necessário e tão eficaz. O porquê da família paterna, embora de pele branca, ter optado por renegar a própria condição de mestiça. Coisas que talvez a avó nem mesmo pudesse dar conta de responder. Reencontrar rastro e rosto era o que faria se fosse possível, mas a morte da mulher que a criara, ciosa e feroz em sua obrigação de afeto, rompera o último laço que a mantivera presa àquela cidade, àquela casa.


VERUNSCHK, Micheliny. O som do rugido da onça. São Paulo: Companhia das Letras, 2021. p. 110

O exílio é tema recorrente na literatura brasileira, contudo, o modo como aparece representado varia segundo um conjunto amplo de fatores, dentre os quais está o contexto histórico-literário. Uma abordagem comparativa dos textos 2 e 3, no que diz respeito à construção literária da experiência do exílio, mostra que as: 
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6

457941201221786
Ano: 2024Banca: CETREDEOrganização: Prefeitura de Ubajara - CEDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Tendências Contemporâneas | Movimentos Literários | Estudos Literários
São características predominantes da literatura contemporânea, EXCETO
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7

457941201062832
Ano: 2025Banca: IF Sul Rio-GrandenseOrganização: IF Sul Rio-GrandenseDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários
Leia o seguinte poema de Conceição Evaristo, importante escritora brasileira contemporânea, para responder à questão 14. 


"Vozes-Mulheres"
Conceição Evaristo


A voz de minha bisavó
ecoou criança
nos porões do navio.
Ecoou lamentos
de uma infância perdida.
A voz de minha avó
ecoou obediência
aos brancos-donos de tudo.
A voz de minha mãe
ecoou baixinho
revolta
no fundo das cozinhas alheias
debaixo das trouxas
roupas sujas dos brancos
pelo caminho empoeirado
rumo à favela.
A minha voz
ainda ecoa versos perplexos
com rimas de sangue
e fome.
A voz de minha filha
recolhe todas as nossas vozes
recolhe em si
as vozes mudas
caladas
engasgadas nas gargantas.
A voz de minha filha
recolhe em si
a fala e o ato.
O ontem — o hoje — o agora.


    Disponível em:<https://marcioadrianomoraes.com/visualizar.php?idt=7351878 > Acesso em: 20

    set.2024



    Cândido (2008) argumenta que a literatura tem, como uma de suas principais funções, relatar as desigualdades e as injustiças presentes na sociedade, servindo com uma forma de conscientização.


    No poema "Vozes-Mulheres", de Conceição Evaristo, como essa função social da literatura é representada?

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    8

    457941201792090
    Ano: 2023Banca: IF-MGOrganização: IF-MGDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Movimentos Literários | Estudos Literários
    Sobre as manifestações literárias no Brasil e a consolidação do sistema literário, leia o recorte do texto “Formação da literatura brasileira” de Antonio Cândido:

    O leitor perceberá que me coloquei deliberadamente no ângulo dos nossos primeiros românticos e dos críticos estrangeiros que, antes deles, localizaram na fase arcádica o início da nossa verdadeira literatura, graças à manifestação de temas, notadamente o Indianismo, que dominarão a produção oitocentista. Esses críticos conceberam a literatura do Brasil como expressão da realidade local, e ao mesmo tempo, elemento positivo na construção nacional. (CANDIDO, 1959, p. 25).

    O excerto aborda a relação entre sociedade e literatura no processo de formação de um ideal de nação, a partir da construção de um imaginário sobre o que é o país e o que é o brasileiro. Acerca da Literatura produzida no século XIX e do seu impacto na formação da ideia que se tem de nação e do imaginário nacionalista, é correto afirmar:
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    9

    457941201512005
    Ano: 2025Banca: EDUCAOrganização: Prefeitura de Umbuzeiro - PBDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Gêneros Literários | Estudos Literários
    El Texto 1 que se ofrece a continuación servirá para contestar a la cuestion.

    Cantar de Mio Cid

    De los sos ojos tan fuertemientre llorando,
    tornava la cabeça e estávalos catando.
    Vio puertas abiertas e uços sin cañados,
    alcándaras vazías, sin pielles e sin mantos,
    e sin falcones e sin adtores mudados.
    Sospiró mio Cid, ca mucho avié grandes cuidados.

    fabló mio Cid bien e tan mesurado:

    “¡Grado a ti, Señor Padre, que estás en alto!
    ¡Esto me an buelto mios enemigos malos!”

    Allá va el Cid, dejando su casa y a su mujer,
    exiliado injustamente por el rey Alfonso.
    El pueblo le mira con pena, y algunos comentan:

    “¡Dios, qué buen vasallo, si oviesse buen señor!”

    Cantar de Mio Cid (Anónimo), siglo XII. Ed. crítica de Alberto
    Montaner Frutos (1993).
    En cuanto a su forma literaria, el texto se caracteriza por:
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    10

    457941201514196
    Ano: 2024Banca: FURBOrganização: SED-SCDisciplina: Literatura Brasileira e UniversalTemas: Estudos Literários | Estilística
    Considere a sequência de atividades, a partir do texto Macabéa: Flor de Mulungu, de Conceição Evaristo:


    Atividade: Explorando "Macabéa: Flor de Mulungu” de Conceição Evaristo como releitura de "A Hora da Estrela” de Clarice Lispector 


    Objetivo: Analisar as obras "Macabéa: Flor de Mulungu” e "A Hora da Estrela" sob diferentes perspectivas criticas, considerando aspectos estruturais, estilísticos, discursivos e culturais, e estabelecer conexões com o contexto contemporâneo. 

    Materiais necessários: Textos "Macabéa: Flor de Mulungu", de Conceição Evaristo; e "A Hora da Estrela”, de Clarice Lispector; acesso a recursos para pesquisa (opcional), caderno ou meio digital para registro das respostas.  

    Passo a passo:

    1.Introdução as obras e as autoras: 

    -Apresentar aos alunos as autoras Conceição Evaristo e Clarice Lispector, destacando suas contribuições para a literatura brasileira. 

    -Explicar brevemente as obras "Macabéa: Flor de Mulungu" e "A Hora da Estrela”, contextualizando-as dentro do movimento literário e social em que foram produzidas. 


    2.Comparagao estrutural e estilística: 

    -Distribuir trechos selecionados de ambas as obras para os alunos. 

    -Pedir para os alunos compararem a estrutura narrativa, o estilo de escrita, os recursos literários utilizados (como narrador, tempo narrativo e linguagem) em cada uma das obras. 

    -Orienta-los a fazer anotações sobre semelhanças e diferenças perceptíveis na forma como as histórias são contadas e desenvolvidas. 


    3.Análise de aspectos discursivos e culturais: 

    -Promover uma discussão em grupo sobre os temas abordados nas obras, como identidade, marginalização social, condição da mulher na sociedade, entre outros. 

    -Explorar como as personagens principais (Macabéa em "Macabéa: Flor de Mulungu" e Macabéa em "A Hora da Estrela") são retratadas e como suas histórias refletem visões de mundo especificas. 


    4.Dialogo com o contexto de produção: 

    -Incentivar os alunos a pesquisar sobre o contexto histórico e cultural em que cada obra foi escrita. 

    -Discutir como essas obras dialogam com movimentos estéticos e culturais da época, como o modernismo, o pós-modernismo, o feminismo, o movimento negro, entre outros.  


    5.Produgéo textual:

    -Pedir aos alunos para escreverem um ensaio comparativo entre "Macabéa: Flor de Mulungu" e "A Hora da Estrela", destacando suas análises sobre estrutura, estilo, aspectos discursivos e culturais.  

    -Eles devem incluir reflexões sobre como as obras dialogam com questões contemporâneas, como questões de identidade, representação e justiça social. 


    6.Apresentação e discussão final: 

    -Finalizar a atividade com uma sessão de apresentação dos ensaios produzidos pelos alunos. 

    -Promover uma discussão final sobre as descobertas e insights obtidos durante a análise das obras, incentivando os alunos a compartilharem suas perspectivas e conclusões. 


    Avaliação: Avaliar os alunos com base na profundidade da análise realizada no ensaio comparativo, na capacidade de estabelecer conexões significativas entre as obras e seu contexto, na clareza da argumentação e na habilidade de expressar ideias de forma crítica e fundamentada.  


    Assinale a alternativa que apresenta a habilidade indicada no Ensino de Língua Portuguesa no Ensino Médio que mais coerentemente seria alcançada com a prática apresentada:  
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