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Considerando o diagrama Ferro-Carbono, todas as informações abaixo podem ser extraídas do diagrama, exceto:
No que tange a “questão da escassez de recursos e as alternativas que as sociedades dispõem para resolver seus problemas econômicos fundamentais (o que, quanto, como e para quem produzir), a teoria econômica apresenta dois importantes conceitos: curva de possibilidades de produção e custos de oportunidade”. (VASCONCELLOS, 2015, p. 25).
Analise as afirmativas e assinale (V) para as alternativas verdadeiras e (F) para as falsas com base em Vasconcellos (2015), quanto a descrição dos conceitos de curva de possibilidades de produção e custos de oportunidade. Em seguida, marque a alternativa que representa a sequência CORRETA.
( ) O Custo de Oportunidade trata-se de um conceito eminentemente teórico, que permite ilustrar como a limitação de recursos leva à necessidade de a sociedade fazer opções ou escolhas entre as alternativas de produção.
( ) A Fronteira ou Curva de Possiblidades de Produção (CPP) é a fronteira máxima que a economia pode produzir, dados os recursos produtivos limitados e a tecnologia.
( ) Custo de Oportunidade é o valor econômico da melhor alternativa sacrificada ao se optar pela produção de um determinado bem ou serviço.
( ) Na Curva de Possibilidade de Produção (CPP) procura-se mostrar que, dada, a escassez de recursos, tudo tem um custo em economia, mesmo não envolvendo dispêndio financeiro.
( ) A famosa frase “não existe almoço grátis”, dita pelo economista americano Milton Friedman, da Universidade de Chicago, está relacionada ao Custo de Oportunidade.
O Art. 3º da CLT considera cinco requisitos para constatar a condição de empregado:
Assinale a alternativa INCORRETA.
“As navegações europeias no Atlântico durante o século XV iniciaram um novo e inaudito capítulo na história da humanidade. Além de os marinheiros europeus fornecerem rotas oceânicas diretas para áreas que estavam em contato com a Europa, através de caminhos por terra muito mais custosos e de difícil acesso (como a África ocidental e a Ásia oriental), os navios alcançaram locais que não haviam anteriormente mantido contato recíproco com o mundo externo. Esse fato é óbvio no caso dos continentes americanos, e os historiadores focaram diretamente sua atenção para esse imenso mundo novo em suas discussões sobre o período. Porém, não foram só os americanos que fizeram contatos externos, pois quase toda a região centro-oeste da África, no sul da atual República dos Camarões, também não tinha comunicação com o mundo externo, apesar de fazer parte geograficamente do território cujas regiões orientais e ocidentais tinham conexões de longa data com o Mediterrâneo e o oceano Índico. Nesse sentido, além de facilitar e intensificar as relações entre diversas regiões do Velho Mundo (que neste caso também incluía a África ocidental), a navegação europeia iniciou conexões entre o Velho Mundo e os dois novos mundos – as duas seções do continente americano e a região centro-oeste da África.”
(THORNTON, John Kelly. A África e os Africanos na Formação do Mundo Atlântico, 1400- 1800. Tradução de Marisa Rocha Mota. Revisão técnica de Márcio Scalercio. Coordenação editorial de Mary Del Priore. Rio de Janeiro: Elsevier, 2004, p. 53-54.)
O texto acima se refere à expansão marítima europeia iniciada no século XV, um processo que gerou inúmeros efeitos não apenas no continente europeu, mas também em diversas outras partes do mundo, como na América e na África. No que diz respeito a esse tema, assinale a alternativa correta:
Os textos citados abaixo foram escritos por um filósofo pré-socrático e um pós-socrático. A partir da leitura desses textos, responda às questões que se seguem, assinalando a alternativa correta.
(...) é impossível o mesmo existir e também não existir simultaneamente no mesmo conforme o mesmo (modo).
Constitui-se em um princípio filosófico que guarda similaridade com o trecho do seguinte poema, redigido por um pré-socrático:
Pois bem, agora vou eu falar, e tu, presta atenção ouvindo a palavra acerca das únicas vias de questionamento que são a pensar: uma, para o que é e, como tal, não é para não ser, é o caminho de persuasão - pois segue pela Verdade, outra, para o que não é e, como tal, é preciso não ser, esta via, afirmo-te que é uma trilha inteiramente insondável; pois nem ao menos se conheceria o não ente, pois não é realizável, nem tampouco se diria.
De que princípio se está falando? Elaborado por qual filósofo? E a qual pré-socrático pertence o poema?
Leia o texto seguinte
Pesquisadores buscam reconhecimento para o portunhol falado entre Brasil e Uruguai
Grupo de intelectuais quer que a Unesco declare o dialeto (1) patrimônio imaterial da humanidade.
Apenas uma rua separa as cidades de Santana do Livramento e Rivera, em uma fronteira difusa entre Brasil e Uruguai. Um grupo de historiadores, artistas e linguistas de ambas as regiões organizou um ciclo de conferências no lado uruguaio para iniciar um processo que, em princípio, parece quixotesco: postular o portunhol, uma forma de expressão a meio caminho entre o português e o espanhol (2), como Patrimônio Cultural Imaterial da Unesco. “O portunhol é a linguagem da fronteira. Muitas vezes um brasileiro do sul está falando e parece um uruguaio”, conta Eduardo Palermo, historiador de 52 anos, um dos defensores da petição. “O problema é que essa forma de expressão (3) é sempre discriminada”.
Quando um riverense ou um santanense atravessa a rua que divide ambas as cidades, não muda automaticamente sua forma de falar. E quem não fala portunhol tem o ouvido familiarizado com os seus sons. “Pasáme una sía”, “vou passar a plancha”, “busco un kilo de laranya”, “dame este biscoito”. Qualquer habitante da fronteira sabe que alguém está pedindo uma cadeira, que vai passar roupa, que quer comprar laranjas ou um biscoito.
“Por muito tempo as pessoas tinham vergonha de falar portunhol”, diz Julho Piastre, de 47 anos, um dos coordenadores dos centros do Ministério de Educação e Cultura em Rivera. “Queremos defender o orgulho de falar portunhol”, enfatiza. Para que a Unesco o (4) declare patrimônio da humanidade, primeiro o Governo uruguaio deve reconhecê-lo (5) como tal. O ciclo de conferências
“Jodido bushinshe [tremendo rebuliço]. Do falar ao ser”, que começou na sexta-feira passada e se estenderá até novembro, busca criar “uma massa crítica” e produzir bibliografia para respaldar a proposta.
(Disponível em: <https://oglobo.globo.com/cultura/pesquisadores-buscam-reconhecimento-para-portunholfalado-entre-brasil-uruguai-16933789>. Acesso em: 01 out. 2024. Adaptado.)