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As frases abaixo caracterizam condutas que, de acordo com a ética no trabalho, violam o compromisso com os valores estabelecidos na Administração Pública:
I- tratar colega de trabalho de forma discriminada, em razão de orientação sexual do mesmo.
II- não transferir ao seu substituto ou a quem lhe for indicado, as informações necessárias à adequada manutenção do serviço, quando do seu desligamento do cargo.
III- apresentar como seu o trabalho realizado por outra pessoa.
IV - aceitar presentes de fornecedores do Estado em função do cargo ocupado.
Assinale a alternativa correta
Em um processo seletivo, três participantes chegaram a avaliação final. A avaliação final era composta por uma prova onde existiam 20 perguntas, as regras eram seguintes:
I. Cada resposta correta vale 6 pontos.
II. Cada resposta errada acarreta a perda de 3 pontos.
III. Cada resposta em branco acarreta a perda de 2 pontos.
Corretas | Erradas | Em branco | |
Candidato A | 13 | 4 | 3 |
Candidato B | 14 | 5 | 1 |
Candidato C | 12 | 8 | 0 |
Usando os resultados da avaliação final, construímos a tabela e escrevendo os nomes dos candidatos em ordem decrescente de classificação na avaliação, obtemos:
O conceito de estrutura fundiária refere-se ao tamanho das propriedades rurais e ao modo como elas estão dispersas pelo território de um determinado país ou região. No Brasil e em Goiás, a desigualdade estrutural fundiária se constitui em um dos principais problemas do meio rural.
Adaptado de http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/ acesso em 06/09/2016
São características dessa desigualdade as afirmativas a
seguir, EXCETO:
Palacin e Moraes em seu livro História de Goiás colocam a seguinte afirmativa: “Com a decadência ou desaparecimento do ouro, o governo português, que antes procurava canalizar toda a mão de obra da capitania para as minas, passou, através de suas autoridades, a incentivar e promover a agricultura em Goiás”. Muitos, porém, foram os obstáculos, entre os quais estão relacionados os itens a seguir, EXCETO:
Leia o texto.
O GRITO
Não sei o que está acontecendo comigo, diz a paciente para o psiquiatra.
Ela sabe.
Não sei se gosto mesmo da minha namorada, diz um amigo para outro.
Ele sabe.
Não sei se quero continuar com a vida que tenho, pensamos em silêncio.
Sabemos, sim.
Sabemos tudo o que sentimos porque algo dentro de nós grita. Tentamos abafar este grito com conversas tolas, elucubrações, esoterismo, leituras dinâmicas, namoros virtuais, mas não importa o método que iremos utilizar para procurar uma verdade que se encaixe nos nossos planos: será infrutífero. A verdade já está dentro, a verdade se impõe, fala mais alto que nós, ela grita.
Sabemos se amamos ou não alguém, mesmo que esteja escrito que é um amor que não serve, que nos rejeita, um amor que não vai resultar em nada. Costumamos desviar este amor para outro amor, um amor aceitável, fácil, sereno. Podemos dar todas as provas ao mundo de que não amamos uma pessoa e amamos outra, mas sabemos, lá dentro, quem é que está no controle.
A verdade grita. Provoca febres, salta aos olhos, desenvolve úlceras. Nosso corpo é a casa da verdade, lá de dentro vêm todas as informações que passarão por uma triagem particular: algumas verdades a gente deixa sair, outras a gente aprisiona. Mas a verdade é só uma: ninguém tem dúvida sobre si mesmo.
Podemos passar anos nos dedicando a um emprego sabendo que ele não nos trará recompensa emocional. Podemos conviver com uma pessoa mesmo sabendo que ela não merece confiança. Fazemos essas escolhas por serem as mais sensatas ou práticas, mas nem sempre elas estão de acordo com os gritos de dentro, aquelas vozes que dizem: vá por este caminho, se preferir, mas você nasceu para o caminho oposto. Até mesmo a felicidade, tão propagada, pode ser uma opção contrária ao que intimamente desejamos. Você cumpre o ritual todinho, faz tudo como o esperado, e é feliz, puxa, como é feliz. E o grito lá dentro: mas você não queria ser feliz, queria viver!
Eu não sei se teria coragem de jogar tudo para o alto.
Sabe.
Eu não sei por que sou assim.
Sabe.
MEDEIROS, M. Montanha Russa. Porto Alegre: L&PM Editores, 2003