Uma paciente de 42 anos de idade, tabagista, foi atendida
com desconforto retroesternal de forte intensidade, que a
despertara do sono havia quatro horas. O incômodo era em
queimação e estava acompanhado de náuseas. Ela referiu ter feito
uma refeição copiosa antes de deitar e relatou apresentar halitose
e salivação excessiva havia dois meses, porém negou
antecedentes patológicos pessoais ou familiares significativos.
O exame físico não revelou anormalidades significativas.
O eletrocardiograma demonstrou alterações inespecíficas da
repolarização ventricular.