Sobre cardiopatia, podemos analisar os
itens e assinalar os corretos:
I - Os fatores ambientais comuns incluem
doença materna (p. ex., diabetes, rubeola,
lúpus eritematoso sistêmico) ou ingestão
materna de agentes teratogênicos (p. ex., lítio,
isotretinoína, anticonvulsivantes).
II - A idade materna é um fator de risco
conhecido para certas doenças genéticas,
sobretudo síndrome de Down, que podem
incluir cardiopatias. Não está claro se a idade
materna é um fator de risco independente
para cardiopatias congênitas.
III - Certas anormalidades cromossômicas
numéricas (aneuploidias), como a trissomia
do 21 (síndrome de Down), trissomia do 18,
trissomia do 13 e monossomia do X (síndrome
de Turner) estão fortemente associadas a
cardiopatias congênitas. No entanto, essas
anomalias representam apenas de 5 a 6% dos
pacientes com cardiopatias congênitas.
IV - Muitos outros casos envolvem deleções
subcromossômicas (microdeleções),
duplicações subcromossômicas ou mutações
em um único gene. Muitas vezes, essas
mutações causam síndromes congênitas que
afetam vários órgãos além do coração.