Uma mulher de 64 anos, hipertensa, diabética e com histórico de infarto do miocárdio há 3 anos, chega ao pronto-socorro
com queixa de dor torácica em aperto, irradiando para o pescoço, iniciada há 3 horas. A dor não aliviou com repouso. O
eletrocardiograma (ECG) mostra alterações inespecíficas de repolarização ventricular, sem supradesnivelamento do
segmento ST. A dosagem de troponina revelou elevação significativa. O paciente está hemodinamicamente estável, com
pressão arterial de 155/85 mmHg e frequência cardíaca de 52 bpm. Ausculta pulmonar sem crepitações ou sibilos, sem
sinais de insuficiência cardíaca aguda. A equipe médica decide internar a paciente para estudo coronariano invasivo, haja
vista o escore de risco ter sido calculado como de alto risco.
Qual deve ser a conduta inicial mais adequada no pronto-socorro para essa paciente?