Uma mulher de 42 anos foi submetida a uma colecistectomia laparoscópica. No período pós-operatório, evoluiu
com diarreia líquida (em média, seis evacuações diárias)
não responsiva ao uso de loperamida. A pesquisa de toxina de clostridioides se revelou negativa.
Qual a conduta terapêutica correta?