Do ponto de vista pedagógico, significa dizer que o aluno já
traz uma espécie de herança geneticamente determinada
que o predispõe a aprender. As intervenções externas são
consideradas, porém possuem caráter secundário na
aquisição do conhecimento. O aluno é percebido como
agente passivo em seu processo de aprendizagem, diante de
determinações internas, as quais se sobrepõem à
interferência do professor. O ensino, centrado no aluno, o
coloca em uma posição de pseudoautonomia diante dos
conhecimentos, não enfatizando o papel de um mediador na
consecução dos objetivos pedagógicos. O papel do professor
é o de quem deverá oferecer condições ao aluno para que se
desenvolva e para que faça crescer suas possibilidades para
aprender. Trata-se da corrente