E.J., sexo masculino, 9 anos de idade, vai ao consultório neuropediátrico com queixa de tremor cefálico intermitente, de início 14 dias antes da consulta. Já vinha em acompanhamento com psiquiatra que diagnosticou tique. Ao entrar na sala de atendimento, notou-se alteração em marcha. Ao longo da consulta, fala escandida. Ao ser questionado, foi relatado que a marcha estava sendo investigada pela ortopedia e a alteração na fala foi associada ao seu quadro psiquiátrico.
Ao exame físico neurológico: Mental preservado; Pares cranianos: sem alterações; Exame motor: hipotonia axial, tônus apendicular sem alterações, força muscular grau 5 em quatro membros; Sensibilidade: preservada; Coordenação motora: Roomberg positivo, Falha na prova dedo-nariz bilateralmente e Disdiadococinesia; Marcha atáxica.
A localização da lesão e o diagnóstico diferencial mais provável, considerando a alta prevalência nesta idade e localização, encontra-se na opção: