As crianças não são apenas produzidas pelas culturas,
mas também produtoras de cultura. Elas elaboram
sentidos para o mundo e suas experiências,
compartilhando plenamente de uma cultura. Esses
sentidos têm uma particularidade e não se confundem e
nem podem ser reduzidos àqueles elaborados pelos
adultos; as crianças têm autonomia cultural em relação
ao adulto. [...] Portanto, a diferença entre as crianças e
os adultos não é quantitativa, mas qualitativa; a criança
não sabe menos, sabe outra coisa (Cohn, 2005). Nessa
perspectiva, é correto afirmar que: