Em ambulatório de especialidades cardíacas, o Médico Cardiologista recebe paciente de 52 anos, feminino, portadora de insuficiência
cardíaca de etiologia chagásica. Está em classe funcional III da NYHA e vem apresentando sintomas de hipotensão postural e até
síncope. Por vezes, necessita de internação para uso de medicações inotrópicas. Apresenta em último ECO laudo de miocardiopatia
dilatada com FE reduzida em 15%, aumento importante de cavidades, com insuficiência mitral moderada e insuficiência tricúspide
importante. Vem em uso de: Enalapril 10 mg 12/12h, Selozok 200 mg/dia, Eplerenone 25 mg/dia, Dapaglifozina 10 mg/dia,
Furosemida 40 mg 03 comprimido pela manhã e 02 comprimidos a tarde. Ao exame: EGR, estável, pálida, ACV: RCR 2T c/ SS Mitral
3+/6+, AR com estertores em bases discretos. Sem edema de MMII. Sem turgência jugular. PA: 80x48 mmHg, FC: 51 bpm, FR em
repouso 15 irpm, SpO2: 95% em AA. Realizado ECG apresenta: eixo elétrico para E, padrão rS em derivações inferiores com S em D3
medindo 10 mm e S em D2 medindo 5 mm, ritmo sinusal, regular, QRS com 160 mm, padrão rS em derivações anteriores e entalhe em
derivações laterais. Laboratorialmente: Na: 135, K: 5,1, U: 40, Cr: 1,3, ácido úrico: 4, BNP: 841. Sobre o caso, qual a forma CORRETA
de otimizar o tratamento para a paciente supracitada?